sábado, 25 de março de 2017

tradução da BÍBLIA

link

olhemos este versículo APOCALIPSE na versão pastoral de Lisboa1993, editora Paulus:

 APOCALIPSE 22:1: "O anjo mostrou-me o Rio da Água da Vida, brilhante como cristal;"


Para os católicos que seguem a via religiosa e para quem a Bíblia é um manual para a vida, parece-nos mais vantajoso seguir uma tradução pastoral, que inclui o ano litúrgico e as leituras Bíblicas das Eucaristias Dominicais.

A transmissão oral e a linhagem explicativa dos ensinamentos bíblicos existem na tradição em que praticamos e por razões óbvias não pode ser ressuscitada das relíquias gregas. Para os que praticam uma via religiosa, uma versão pastoral é de maior importância que uma versão moderna, ainda que não seja tão erudita e acurada.

A conexão humana será sempre mais importante e esta reside na língua maternal, na língua em que praticamos. A linhagem dos seus praticantes é tão crucial como a sua fonte.

sexta-feira, 24 de março de 2017

livro infantil: Ziji - the puppy by Mingyur Rinpoche

Tergar International; First edition (November 9, 2009) Ziji is a noisy bouncy puppy who lives with the Anderson family - mom, dad, Jenny and baby Jack. He loves to bark and play and - most of all-chase pigeons in the park. Then one day, Ziji sees a new boy from Jenny's school, Nico, sitting in the park. What is Nico doing? Why does he look so calm and happy? Ziji can't wait to find out.link
o livro têm um guia de utilização para pais e professores sobre a meditação e como a ensinar.

2017 no Nepal


ainda a propósito de cães:
De acordo com os  ensinamentos budistas, os animais também acumulam karma. E mais cedo ou mais tarde tem de experimentar as consequências das suas acções, mesmo que estas tenham sido feitos por instinto animal e ignorância.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Bento XVI: “Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas” – Observador

“Bento XVI: Conversas Finais”, com Peter Seewald (Março 2017,Dom Quixote)


Não ficou chocado ao ver tanta inveja, ciúme, carreirismo e intrigas no Vaticano?
Bom, não é novidade. Devo dizer expressamente que, embora tudo isso exista, o Vaticano no seu todo não é só isso. Há imensas pessoas realmente boas, que se entregam por completo, de manhã à noite, ao seu trabalho. Conheço tantas pessoas boas que sou levado a dizer que, tudo bem, é preciso aceitar que estas coisas também existem. Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas.
Temos de admitir que esse lado existe, com toda a tristeza que isso implica, mas não podemos deixar de ter presente o outro lado.

Comove-me ver quantas pessoas encontro, aqui, que do fundo do seu coração querem realmente fazer algo por Deus, pela Igreja e pelos outros, e estão presentes. Quantas pessoas verdadeiramente bondosas e íntegras encontrei aqui! Um aspecto equilibra o outro e digo: o mundo é mesmo assim! Sabemo-lo pelo Senhor! Os peixes maus também estão na rede."





Bento XVI: “Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas” – Observador

limpar na primavera


O incontornável livro da japonesa Marie Kondo a quem o jornal Observador dedicou um artigo que vou citar:
"Tal como os remotos ascetas, os estóicos, ou simplesmente os minimalistas, Marie vem dizer-no algo muito simples: uma das causas da nossa frustração (e da nossa casa sempre desarrumada) não é aquilo que nos falta. É aquilo que temos a mais.  Seja corajoso e deite fora tudo o que não o faz feliz.O método passa por olhar e tocar cada objeto que possui (mas cada é mesmo cada, seja um par de ténis caro, um botão perdido ou uma caneta promocional) e perguntar-se se ele o faz feliz. Não importa o que é, o preço que custou, quem lhe ofereceu, que memória traz. Esse objecto fá-lo feliz hoje? Se pensa que não ou se tem dúvidas, coloque-o no saco do lixo. (Em Portugal e segundo a nossa realidade dar a uma instituição de caridade é uma boa opção, mas só coisas em bom estado,Nota da bloguer)
Há portanto que “assumir escolhas e tomar decisões”, diz Marie, e isso é difícil para a maior parte das pessoas. o método Marie Kondo avisa: organiza-se usando o que se tem.

  • Arrumar uma assoalhada de cada vez. Não. A arrumação é para ser feita de uma penada. Num só dia ou, no máximo, num fim de semana.
  • Arrume sozinho. Isto é um processo interior, os amigos não ajudam, só distraem e ainda aceitam ficar com algum do seu lixo.
  • Arrume em silêncio. A ideia é que perceba o que é que cada objecto significa para si. Nada de música.
  • Se vive com a família não o faça quando os outros estiverem em casa.
  • Junte todos os objetos por categoria (roupas de cima, roupas de baixo, casacos, meias, malas, acessórios, sapatos, roupa de casa, livros, CDs… Deixe para o fim fotografias e papéis de valor sentimental).
  • Espalhe todos os objetos de cada categoria no chão e veja-os um por um.
  • Não tema guardar coisas absurdas se perceber que elas o fazem feliz.
  • Não use como desculpa “um dia vou precisar”. Mesmo em países com um passado recente de pobreza como o nosso, não vai precisar daquele casaco que nunca usou, de livros da escola secundária, de roupas dos seus filhos, de fotografias de paisagens que nem se lembra onde são.



Arrumando o que sobraLembre-se que as arrumações só podem começar depois de ter deitado fora tudo o que não o faz feliz. E já agora conte quantos sacos juntou e partilhe com os amigos. espalhe a palavra: viver com menos é preciso.

  • Maximize o seu roupeiro pensando nele como mais uma assoalhada.
  • Arrume a roupa em caixas de plástico transparente para ver sempre tudo o que tem.
  • Pendure em cabides só a roupa que precisa, como casacos, sobretudos, fatos, vestidos ou camisolas muito finas e leves.
  • Nos livros e CDs (a não ser que o seu trabalho seja à volta destas áreas), reduza-os ao Olimpo.
  • Deite fora todos os papéis exceto os contratos de hipotecas bancárias, as garantias dos eletrodomésticos e as cartas que ainda não leu.
  • Dê a cada objecto um local fixo. Assim nenhum deles se perde e todos são utilizados

Sabiamente, Kondo diz: não vale a pena termos pena dos objetos que deitamos fora. Se o objetivo deles na nossa vida era ensinar-nos que não precisamos deles, então já cumpriram a sua função e podem agora ir em paz… para o lixo.

facebook da autora: https://www.facebook.com/konmarimethod



Editor: Pergaminho: Cada coisa no seu sítio!»… quantas vezes não ouvimos as nossas mães ou avós a dizer isso? A verdade é que, no tempo delas, era mais fácil fazê-lo; elas não viviam rodeadas dos gadgets e dos mil e um pequenos objetos que «atafulham» as nossas casas, nem tinham saldos quatro vezes por ano para encher os armários de roupa que nunca se chega a vestir… Temos de o admitir: hoje em dia, a maior parte de nós tem a casa cheia de «tralha». E o problema é que essa tralha que nos rodeia tem uma influência muito subtil mas profundamente negativa na nossa qualidade de vida. Habitar um espaço desordenado faz-nos ser mais desorganizados na maneira de pensar e de nos comportarmos. A fórmula é simples: espaços desarrumados e feios resultam de estados de espírito infelizes, e causam ainda mais infelicidade; espaços bonitos e arrumados resultam numa vida bonita e arrumada. Mas como o conseguir? Afinal, limpar a «tralha» das nossas vidas dá tanto trabalho que a maior parte de nós nem saberia por onde começar…link
Nota final da bloguer: eu penso que também devemos guardar objectos por respeito, aqueles que nos foram dados com muito amor e que não queremos esquecer.

por outro lado dar é praticar a generosidade e caso não tenhamos o hábito de dar o melhor é começar por "menos" ou seja,  dar o que pouco até nos habituarmos e sermos capazes de oferecer mais.

terça-feira, 21 de março de 2017

No Dia Internacional das Florestas e da poesia

por exemplo programar uma visita ao Jardim Botânico Tropical (Belém) onde hoje será lançado o livro:
em muitos locais se plantaram árvores:

segunda-feira, 20 de março de 2017

compre um livro Bertrand na primavera


A Bertrand é a maior rede portuguesa de livrarias, com 55 balcões distribuídos por todo o país, continente e ilhas, com uma superfície comercial atual que ultrapassa os 11.000 metros quadrados, segundo fonte da empresa, e uma livraria ‘online’ que disponibiliza mais de oito milhões de referências entre livros em português, inglês, francês e espanhol.
A primeira livraria Bertrand foi fundada em 1732, por Pedro Faure, na rua Direita do Loreto, em Lisboa, que coincidiria com a área da atual rua do Loreto, e mantém-se desde a segunda metade do século XVIII nos n.ºs 73-75 da rua Garrett, no Chiado, também na capital, para onde se transferiu após o terramoto de 1755.
O Guinness World Records reconhece a Livraria Bertrand, no Chiado, como a mais antiga do mundo em funcionamento.
link: https://www.bertrand.pt/

ao acaso:
Porto Editora: uma ideia polémica.
Bertrand 2015: Seguindo as 14 estações clássicas, esta é uma Via-Sacra simples e original. Para cada uma das estações os autores prepararam duas reflexões: uma para crentes e outra para não crentes. José Luís Nunes Martins e Paulo Pereira da Silva apresentam-nos assim um olhar diferenciado sobre o caminho da cruz feito por Cristo. Com esta obra pretende-se lançar um desafio para que cada leitor dialogue consigo mesmo, num percurso interior onde se busque e se encontre. Um caminho profundo, pessoal e íntimo em busca do sentido do Amor.
Todas as estações são ilustradas pelas cativantes fotografias de Francisco Gomes.
 

sábado, 18 de março de 2017

O Hábito da Felicidade de Tsering Paldron

Um livro não nos traz felicidade, mas podemos encontrar na sua leitura uma mensagem que faça sentido na nossa vida e nos leve numa direcção positiva. O importante é encontrar o que para nós é a felicidade. A autora é honesta, fez o seu caminho no budismo e está habituada a dar pequenos cursos em Portugal, assim a realidade portuguesa não lhe é estranha.

Editor: Pergaminho
diz a autora Tsering (Lisboa 1954-) sobre o livro no seu blog:
Acredito que a felicidade é um hábito. Um hábito que se pode adquirir, 
cultivar e partilhar mas que, como qualquer outro, precisa de condições 
para se desenvolver, necessita de dedicação e de empenho. 
Este livro é sobre isso.
É frequente confundirmos felicidade com prazer ou simples bem-estar – 
mas estes são sentimentos, não só totalmente dependentes 
de circunstâncias externas, como passageiros e momentâneos. 
Assim, por falta de reflexão, muitas pessoas pensam 
que a felicidade consiste em multiplicar os momentos de prazer 
e eliminar tudo o que incomoda. Mas, infelizmente, 
esta busca unilateral da felicidade só conduz à ansiedade, 
ao desespero e à depressão.
Acredito que a verdadeira felicidade é uma energia inteligente 
feita de alegria, entusiasmo pela vida e grandeza de coração. 
Algo capaz de abarcar e dar sentido a todos os momentos, 
os melhores e os piores, os mais grandiosos e os mais simples.
Porque parti na vida achando que não tinha capacidade 
para ser feliz e reconhecendo que me torturava sem razão 
e fiz, passo a passo, uma caminhada em direção a uma vida 
com sentido e uma alegre serenidade, sei que pode fazer o mesmo.
Partilho então consigo o que me foi ensinado e o que eu descobri, 
ao longo destes quarenta anos de aprendizagem. Possa este livro ser-lhe útil
No último capítulo do Hábito da Felicidade explico 
várias práticas de meditação que são fundamentais 
para a aplicação dos conselhos do livro. 
Estas meditações podem ser usadas como complemento 
ao livro ou independentemente do livro e foram gravadas 
em estúdio com a minha voz.
No respectivo capítulo encontrará um QR code para poder fazer 
o download das meditações." 





tradução da BÍBLIA

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