terça-feira, 15 de agosto de 2017

Casa Museu Medeiros e Almeida em Lisboa


A 15 de julho de 1606 nascia o grande pintor e gravador holandês Rembrandt Harmenszoon van Rijn.

Retrato de Rembrandt
Autor desconhecido [provavelmente atelier de Rembrandt]
Flandres, ca.1662
Óleo sobre madeira de carvalho

 este quadro encontra-se na CMMA. No programa visita guiada  aeste museu conta-se que o amador de arte Almeida comprou este quadro em leilão e contra o director do museu
Rembrandt, que no fim chorou por não o obter.

Esta casa guarda o tesouro de um empresário português colecionador de arte. Mais de 3000 peças espalhadas por 25 salas contam histórias de outras épocas. Mobiliário, pintura, escultura e uma das maiores coleções de relógios do mundo para ver em Lisboa. ver link e (17) Casa Museu Medeiros e Almeida - Publicações no Facebook

A 15 de agosto de 1720 nascia em Paris Jean-Baptiste Le Roy filho do célebre relojoeiro Julien Le Roy.

Relógio dito "de carruagem"
Jean Baptiste Le Roy (1720-1789)
Paris (França), 1753-1789
Prata, esmalte, pele de peixe, aço e vidro


domingo, 13 de agosto de 2017

cantos de amor do 6º Dalai Lama


Editor: Mundos Paralelos, Lisboa, excelente introdução do tradutor paulo borges.


na p. 13 Jigme Khyentse Rinpoche fala sobre o livro indicando que o 6º Dalai Lama era um siddha e que os seus poemas designam realidades diferentes ao mesmo tempo.

 "Quando estou no Potala sou o Dalai Lama, quando vagabundeio pela cidade sou o libertino Dangzang."


"para um amor que acaba de nascer
bem demasiado curta é esta existência!
Possamos nós numa outra vida
nos reencontrar desde o nascimento!"

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

www.effectivealtruism.org

It is important to be rational about charity for the same reason it is important to be rational about Arctic exploration: it requires the same awareness of opportunity costs and the same hard-headed commitment to investigating efficient use of resources, and it may well be a matter of life and death. Consider going to www.GiveWell.org and making use of the excellent resources on effective charity they have available.

The Roman historian Sallust said of Cato "He preferred to be good, rather than to seem so"

The lawyer who quits a high-powered law firm to work at a nonprofit organization certainly seems like a good person. But if we define "good" as helping people, then the lawyer who stays at his law firm but donates the profit to charity is taking Cato's path of maximizing how much good he does, rather than how good he looks.



http://effective-altruism.com/ea/5e/efficient_charity_do_unto_others/

https://podcast.effectivealtruism.org/  


www.effectivealtruism.org

In this major work, Matthieu Ricard presents a global vision based on decades of personal experience and insight, a road map for the 21st century.  It is a fresh outlook on an ardent struggle, and one that just might make the world a better place by simultaneously benefiting ourselves and our society.
The book paints a complete picture of the importance of altruism and the world's need for it, and explores its impact in society, politics, the economy, the environment, and education.
Major world entrepreneurs, economists, and thinkers have embraced Ricard's message. It is universal in its approach and will appeal to anyone and everyone who seeks to create a more positive and sustainable future.
"Every man must decide whether he will walk in the light of creative altruism or in the darkness of destructive selfishness." - Martin Luther King, Jr.
"Matthieu Ricard brings together ancient wisdom and scientific insights to put forth a truly compelling global vision for the 21st century. At a time when we as individuals and as a society have largely abandoned that question, his voice, his message and his wisdom are greatly needed."
- Arianna Huffington link


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

The Wisdom Podcast - Elsie Walker: The Dalai Lama and the Presidents Bush | Wisdom Publications






Elsie Walker: The Dalai Lama and the Presidents Bush

Dalai Lama President BushIn this episode of the Wisdom Podcast we hear a story of Buddhism and American politics: how Presidents George H. W. Bush and George W. Bush met the Dalai Lama, as told by President Bush Sr.’s cousin Elsie Walker.
Elsie begins with the story of how she got involved with Tibet House and then reached out to her cousin, President George H. W. Bush, to tell him how she wanted to support the Tibetan people. She then tells us how President George H. W. Bush became the first U.S. president to meet His Holiness the Dalai Lama. We hear about the President’s spiritual side, the great pressure on the U.S. government to avoid contact with His Holiness, and how at the last minute Elsie managed to arrange a meeting in April 1991.
Elsie describes the President and the Dalai Lama’s meeting in detail, and also shares how she herself met the Dalai Lama and what they discussed. She then tells how she arranged the meeting between the Dalai Lama and President George W. Bush.
 The Wisdom Podcast - Elsie Walker: The Dalai Lama and the Presidents Bush | Wisdom Publications

nota : datas dos encontros
President George W. Bush – October 16, 2007
President George W. Bush – November 9, 2005
President George W. Bush – September 10, 2003
President George W. Bush – May 23, 2001
President Bill Clinton
 President George H. W. Bush – April 17, 1991
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 President George W. Bush – October 17, 2007
Transcript, President Bush addresses Congressional Gold Medal Ceremony
As a nation, we are humbled to know that a young boy in Tibet – as a young boy in Tibet, His Holiness kept a model of the Statue of Liberty at his bedside. Years later, on his first visit to America, he went to Battery Park in New York City so he could see the real thing up close. On his first trip to Washington, he walked through the Jefferson Memorial – a monument to the man whose words launched a revolution that still inspires men and women across the world. Jefferson counted as one of America’s greatest blessings the freedom of worship. It was, he said, “a liberty deemed in other countries incompatible with good government, and yet proved by our experience to be its best support.”
The freedom of belief is a yearning of the human spirit, a blessing offered to the world, and a cherished value of our nation. It’s the very first protection offered in the American Bill of Rights. It inspired many of the leaders that this rotunda honors in portraits and marble. And it still defines our way of life.
Consider where we gather today. This great symbol of democracy sits quietly near a Catholic parish, a Jewish synagogue, a Muslim community center, a Greek Orthodox cathedral, and a Buddhist temple – each with faithful followers who practice their deeply held beliefs and live side by side in peace. This diversity is not a source of instability – it’s a source of strength. This freedom does not belong to one nation – it belongs to the world. link
 

sexta-feira, 28 de julho de 2017

a ler: Trás-os-Montes, o Nordeste | FFMS




De Trás-os-Montes, o nosso palato conhece os pratos fartos; cheira-nos a terra acabada de arar, e lembra-nos uma província antiga, quase desaparecida, de postal. Mas da justaposição dessas imagens — de memória, costumes e saudade — com as do novo século emerge um desconhecido. Que Nordeste Transmontano é este, votado ao abandono, à beira de perder os últimos filhos da tradição? O encontro entre o agora e o então num retrato pessoalíssimo, como só os verdadeiros retratos sabem ser. maio 2017 3,15Euros o autor escreve no blog: http://tempocontado.blogspot.pt/ 
 site pessoal: http://www.jrentesdecarvalho.nl/port/frame_teksten.htm

Trás-os-Montes, o Nordeste | Publicações | FFMS

comentário: quem conhece trás os montes hoje sabe que muito mudou, pelo menos noutras regiões que o autor não conhece. Não havia praia, hoje há, não havia biblioteca, hoje há, etc, etc...ex de macedo de cavaleiros

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Acqua di Portokáli Eau de Parfum





Uma explosão aromática e vibrante que elogia as laranjas amadurecidas
pelo inigualável sol português, numa fusão de citrinos frescos e sumarentos, acompanhados pela elegante rosa branca e a madeira de cedro, num eau de parfum intemporal.

The fragrant  burst of aromatic, fresh oranges ripened under the unparalleled Portuguese sun is the star of this juicy fresh citrus blend accompanied by an elegant white rose and cedar wood, in a timeless eau de parfum.
Acqua di Portokáli Eau de Parfum – ACQUA DI PORTOKÁLI

Acqua di Portokáli?
Ao fim de 11 anos a fazer perfumes para os outros, achei que era o momento. Nunca foi uma preocupação, na verdade. No caso do Acqua di Portokáli, o meu trabalho foi de depuração. Eu quis chegar a uma composição bela pela simplicidade e pela pureza. Há cinco matérias-primas dominantes, embora existam outras por trás que ajudam as primeiras a brilhar, são os figurantes. O ponto de partida foi uma fórmula clássica da perfumaria com mais de 100 anos, a água de Portugal. Apesar de ser um eau de parfum com 20% de concentração, o que não é muito comum em perfumaria, tem na base a laranja e mais dois citrinos que ajudam o primeiro a brilhar, o limão e a bergamota. Quis pegar na laranja como símbolo de Portugal. Poucas pessoas sabem, mas, durante muitos anos, Portugal produziu laranjas para a perfumaria, laranjas do Algarve. Essa indústria perdeu-se. Fomos totalmente comidos por outros países muito maiores em termos de produção. Mas a laranja do Algarve era muito elogiada, pela pouca acidez, por ser muito sumarenta, por ser aquela laranja amadurecida pelo sol, com aquele lado mais quente. Os citrinos são das matérias mais alegres e mais bem-dispostas da perfumaria, mas também das mais difíceis de trabalhar sem que se evidenciem muito. Mas eu quis trabalhar esse lado do puro, para que quando sentimos o perfume sejamos remetidos para um pomar extenso de laranjas ao final do dia, com aquela luz dourada. Por isso, o nome do perfume. Uma referência indireta a Portugal, mas também porque laranja em grego se diz portokáli. Mas depois, tem o lado mais sofisticado da rosa branca. É das rosas mais caras de se produzir, por ser também a menos comum. É a mulher sofisticada e elegante atrás de um citrino que está de peito cheio a querer mostrar-se cheio de vontade. Depois, uma madeira de cedro, extremamente aromática a fechar o perfume. Ajuda a dar consistência, segurança e alguma maturidade, já que os citrinos têm este lado um bocadinho teen.link

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Semear Sabor, Colher Memórias, Justa Nobre Paixão Pela Cozinha



Justa Nobre é de val prados, macedo de cavaleiros em trás os montes, é um nome incontornável da cozinha portuguesa, expoente máximo dos sabores tipicamente nossos. Os seus restaurantes são familiares ao ouvido de todos aqueles que sabem onde se come bem. (o ultimo é na cal. da ajuda, lisboa)A esta chef nunca faltou a fama, aos seus espaços nunca faltaram clientes, faltava apenas o registo de uma vida intensa.

«Fazer um livro meu era um sonho que tinha há mais de 20 anos. Fui adiando este projecto por falta de tempo, mas sobretudo por falta de maturidade… e agora acho que atingi maturidade suficiente para fazê-lo. Acho que isso representa um testemunho daquilo que fiz na minha vida, e esse testemunho é hoje mais importante do que nunca por causa dos meus netos e do meu filho. É também um pedido que recebo constantemente dos meus clientes, porque eles sabem que a minha cozinha é daquelas que eles efectivamente podem fazer em casa e querem fazer, porque gostam, e eu adoro partilhar o que tenho de bom para partilhar. É-se assim quando se está de bem com a vida.»

Semear Sabor, Colher Memórias Livro - WOOK

segunda-feira, 24 de julho de 2017

“1001 Noites”



 
O Expresso lança a coleção “1001 Noites”, uma compilação das famosas histórias populares árabes, persas e indianas, dividida em 7 volumes, e enriquecidas com prefaciadores e ilustradores convidados. A não perder de 22 de julho a 2 de setembro de 2017, grátis.



 texto de Luís M. Faria : "Na presente edição, distribuída gratuitamente, os leitores terão acesso a uma escolha de contos onde se encontram aqueles tidos como incontornáveis — Aladino, Ali Babá ou Sindbad — mas também muitos outros capazes de erguer um universo de encantamentos vários ainda que revelador de um pragmatismo provavelmente ancorado nas tradições morais da Índia. Xerazade, a grande contadora de histórias, poderia ser uma heroína dos nossos dias.
Tapetes voadores, palavras mágicas que abrem cavernas, génios a sair de lâmpadas, maçãs milagrosas... Este é o género de coisas que associamos a “As Mil e Uma Noites”, uma obra literária de fama universal que se tornou símbolo de prodígios e encantamentos. Na sua génese ainda há bastante de misterioso, mas nada de mágico. Trata-se de uma coleção de histórias e contos tradicionais do sudoeste asiático e do Médio Oriente que foram sendo transcritos e compilados em árabe a partir do século VIII, durante a chamada Idade de Ouro Islâmica. A primeira edição ocidental data de 1704. Intitulada “Les Mille et Une Nuits, contes arabes traduits en français”, deve-se ao orientalista francês Antoine Galland, tendo saído em 12 volumes até 1717. Depressa começou a ser lida e imitada na Europa, bem como noutros lugares. Entre os escritores que inspirou está Voltaire, cujos ‘contos filosóficos’ são igualmente fantasiosos.
“As Mil e Uma Noites” (em alternativa, “Mil Noites e Uma”, ou “Mil Noites e Uma Noite”) continuaram a fazer sentir a sua presença no século XIX. Diderot, Dickens, Poe, Goethe, Fielding, Flaubert e Tolstoi são apenas alguns dos gigantes onde ela se nota de forma direta ou indireta. Se no Iluminismo as fábulas serviam sobretudo para expor ideias, no Romantismo entraram diretamente na sensibilidade dos poetas. A obra foi traduzida do francês para outras línguas — alemão, russo, italiano — e em 1885 outra edição de referência, feita pelo explorador e autor britânico Richard Burton, repôs material erótico que tinha sido cortado por Galland.
Hoje “As Mil e Uma Noites” continuam a ser alvo de adaptações e a servir de matéria-prima a artistas, na literatura como noutras artes. “Aladino”, um filme de animação da Disney, expandiu a novas gerações, à escala global, um dos contos mais emblemáticos.
O propósito, geralmente, é instrutivo. Por exemplo, numa história sobre um génio que vai matar o pescador que o libertou de uma garrafa, surge outra sobre um rei que manda executar o homem que o curou de uma doença, antes de ser ele próprio morto com veneno que o seu benfeitor lhe fez chegar ardilosamente... pouco antes de ser executado. A lição tem que ver com os perigos da ingratidão. Mas só pode ser enunciada pelo pescador quando ele já conseguiu, por meio de astúcia, fazer o génio voltar a entrar no pote, onde fica novamente preso. Fantasia, sim, mas assistida pelo pragmatismo.
De onde quer que venham, as histórias cumprem a sua missão salvadora. Ao cabo de um milhar de noites, o rei decide poupar a sua esposa, que não só é bela como mostrou ter uma memória absolutamente incrível. Poupar Xerazade significa poupar todas as outras mulheres que graças a ela deixam de morrer. Além de ter dado três filhos ao rei, a filha do vizir contou-lhe histórias que o transformaram. E o mundo ficou melhor." link

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Les Tsiganes montent au ciel_Şatra en moldave, Табор уходит в небо en russe


Les Tsiganes montent au ciel (Şatra en moldave, Табор уходит в небо en russe) est un film soviétique réalisé par Emil Loteanu en 1976, d'après Maxime Gorki.


  • Le tournage a duré quatre mois.
  • Il a été tourné dans les Carpates, dans le bourg de Vinogradovo près de la frontière hongroise et dans les rues de Kaunas et Vilnius pour les scènes avec la calèche.
  • Emil Loteanu n'a pas été autorisé à se rendre au Festival de Saint-Sébastien ; c'est l'actrice Svetlana Toma qui l'a représenté lors de la cérémonie de remise des prix.
  • À côté d'authentiques Roms, des acteurs et des actrices de l'URSS et d'autres pays de l'Est ont été recrutés : ainsi Belas Vichnievski de nationalité hongroise, Dimitri et Mihaïl Buzylyov-Creţu de la région du lac Baïkal, Nikolaï Jemtchoujny de Vladimir, Lialia Tchornaïa, étoile de la troupe Romen à Moscou, des Roumains...




(3) Nikita Mikhalkov - Mochnatiy Shmyel (Мохнатый шмель ) - YouTube

segunda-feira, 26 de junho de 2017

26 de junho 1997- 2017









em Portugal Harry Potter é antes de mais o fenómeno editorial de 1999. É-o porque demove crianças de jogos de computador e de infindáveis horas frente ao televisor. É-o porque está traduzido em cerca de 30 idiomas. É-o porque tem angariado os mais importantes prémios de literatura infanto-juvenil. Mas Harry Potter, o personagem dos livros de J. K. Rowling, não é um herói habitual. É apenas um miúdo magricela, míope e desajeitado com uma estranha cicatriz na testa.

Estranha, de facto, porque afinal encerra misteriosos poderes que o distinguem do cinzento mundo dos muggles (os complicados humanos) e que irá fazer dele uma criança especialmente dotada para o universo da magia. Admitido na escola Howgarts onde se formam os mais famosos feiticeiros do mundo, Harry Potter irá viver todas as aventuras que a sua imaginação lhe irá propocionar. Um grande sucesso editorial que os mais jovens adoram e que apetece também aos adultos.
NOTA DO AUTOR
Há quem compare a escritora J.K. Rowling a C. S. Lewis e J.R. Tolkien. Ou até aos Beatles, como aconteceu recentemente com alguns jornais americanos, a propósito da recepção que lhe foi feita numa digressão pelas principais cidades e programas de televisão dos Estados Unidos. E o caso não é para menos. Os três livros livros da colecção de Harry Potter publicados até à data, "Harry Poter e a Pedra Filosofal", "Harry Potter and the Chamber of Secrets" e "Prisoner of Azkaban", conseguiram a proeza de ocuparem os 3 primeiros lugares do top de vendas do The New York Times, na última semana de Setembro, e estão há 38 semanas consecutivas na lista dos livros mais vendidos nos E.U.. 
Mas quem é esta escritora, que em menos de nada sai do anonimato para as capas de jornais e revistas à escala mundial? Escocesa de nascimento, 34 anos, foi durante três anos (92-95) professora na escola Encounter English, no Porto, onde terá começado a escrever as aventuras deste pequeno herói, que se desloca de vassoura e possui um caldeirão e varinha mágica. De regresso a Edimburgo, acaba o primeiro livro, que é publicado em 1997. Desde aí já lá vão três títulos, múltiplos elogios em muitas páginas de jornais (o "The Times" escreveu mesmo: «Uma geração inteira descobriu o prazer da leitura com Harry Potter») e programas televisivos, dezenas de milhões de exemplares vendidos, milhares de cartas de crianças.





O mundo estava em mudança há 20 anos: o Império Britânico foi extinto, nasceu Malala Yousafzai e morreu a princesa Diana. Mas um outro acontecimento havia de fazer história na literatura: J.K. Rowling lançava ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ para as bancas. Com sete livros da saga de magia e feitiços nas bancas, o fenómeno Harry Potter alimenta desde 26 de junho de 1997 o imaginário de crianças e adultos apaixonados. E até teve impacto nos Dicionários de Oxford, que decidiram juntar a palavra “muggle” — que nos livros representa as pessoas que não têm poderes — com a definição: “o nome dado aos humanos sem poderes mágicos". 
 




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