Pesquisar neste blogue

sábado, 4 de janeiro de 2020

Porto, Profissões (quase) desaparecidas - Livro - WOOK

Porto, Profissões (quase) desaparecidas - Livro - WOOK: "Quem merca penca ou tronchuda!", "Olha o Notícias, já traz o crime!", "D'agora viva...! É do nosso mar!", "Ó freguesa, não quer levar?" No Porto de outros tempos os pregões reboavam pelas ruas, pintando um quadro típico da azáfama da cidade. Muitos conhecem o epíteto "Porto, capital do trabalho", poucos conhecerão os ofícios que lhe deram origem... Este meu livro relembra e dá a conhecer alguns dos ofícios que ocupavam as gentes do Porto, uns entretanto desaparecidos, outros adaptados aos tempos modernos. A todos pretende render homenagem. Nestas páginas, o leitor vai também descobrir porque é que as carquejeiras merecem uma estátua, que truques usavam as leiteiras para rentabilizar o negócio, ou porque é que os moleiros eram mal vistos pela Igreja. Estas e muitas outras curiosidades de ofícios desconhecidos ou quase desaparecidos que fazem parte da história da cidade.

Germano Silva nasceu em Penafiel em 1931, mas mudou-se com a família para o Porto, com apenas um ano de idade. Aqui cresceu, estudou e trabalhou toda a sua vida.
Chegou ao Jornal de Notícias em 1956, como colaborador desportivo, e foi aí que se tornou jornalista, tendo sido, sucessivamente, estagiário, repórter informador, repórter, redator e chefe de redação.
Aposentou-se em 1996, mas mantém-se ligado ao JN.
Continua a organizar regularmente passeios guiados pelo Porto – é comum vê-lo a percorrer as ruas da cidade seguido de centenas de pessoas.
Em 2015 recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto e em 2017 foi agraciado com a Ordem de Mérito, grau de Comendador, pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.
Germano Silva é um dos maiores conhecedores do Porto e das suas histórias. E é, acima de tudo, uma amante da sua cidade.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

France#meToo_Le consentement, de Vanessa Springora | Éditions Grasset

Le consentement, de Vanessa Springora | Éditions Grasset: Littérature Française Parution : jeudi, 2 Janvier 2020

Le consentement Vanessa Springora Au milieu des années 80, élevée par une mère divorcée, V. comble par la lecture le vide laissé par un père aux abonnés absents. À treize ans, dans un dîner, elle rencontre G., un écrivain dont elle ignore la réputation sulfureuse. Dès le premier regard, elle est happée par le charisme de cet homme de cinquante ans aux faux airs de bonze, par ses œillades énamourées et l’attention qu’il lui porte. Plus tard, elle reçoit une lettre où il lui déclare son besoin « impérieux » de la revoir. Omniprésent, passionné, G. parvient à la rassurer : il l’aime et ne lui fera aucun mal. Alors qu’elle vient d’avoir quatorze ans, V. s’offre à lui corps et âme. Les menaces de la brigade des mineurs renforcent cette idylle dangereusement romanesque. Mais la désillusion est terrible quand V. comprend que G. collectionne depuis toujours les amours avec des adolescentes, et pratique le tourisme sexuel dans des pays où les mineurs sont vulnérables.

Derrière les apparences flatteuses de l’homme de lettres, se cache un prédateur, couvert par une partie du milieu littéraire.

V. tente de s’arracher à l’emprise qu’il exerce sur elle, tandis qu’il s’apprête à raconter leur histoire dans un roman. Après leur rupture, le calvaire continue, car l’écrivain ne cesse de réactiver la souffrance de V. à coup de publications et de harcèlement.

«  Depuis tant d’années, mes rêves sont peuplés de meurtres et de vengeance. Jusqu’au jour où la solution se présente enfin, là, sous mes yeux, comme une évidence  : prendre le chasseur à son propre piège, l’enfermer dans un livre  », écrit-elle en préambule de ce récit libérateur.

Plus de trente ans après les faits, Vanessa Springora livre ce texte fulgurant, d’une sidérante lucidité, écrit dans une langue remarquable. Elle y dépeint un processus de manipulation psychique implacable et l’ambiguïté effrayante dans laquelle est placée la victime consentante, amoureuse. Mais au-delà de son histoire individuelle, elle questionne aussi les dérives d’une époque, et la complaisance d’un milieu aveuglé par le talent et la célébrité.

no NYT: https://www.nytimes.com/aponline/2020/01/12/world/europe/ap-eu-france-sexual-consent.html

Child rights activists hope the outcry over her book could boost efforts to toughen child protections in France. They have been unsuccessful so far in getting a statutory rape law that would remove rapists' ability to argue that children consented to sex. Some French courts have refused to prosecute men for rape because authorities couldn't prove that children were coerced, cases that have exposed legal loopholes that are still open to abusers.
“May '68 shouldn't have been a license to rape children, and yet that is what it became,” says Sellier. "This book helps us because it's the first time that a victim of Gabriel Matzneff is expressing themselves. The huge interest of this book is that it's pinpointing France’s problem with consent.”
For Springora, the book is her way of turning the tables and having the final word.
“What has changed today,” she writes, “... is that after the liberation of moral standards, the words of victims are also liberating themselves." 

# 1.
Vanessa Springora a accepté d’être en direct mercredi 15 janvier, à 20h50, pour évoquer dans un long tête à tête son livre Le Consentement (Grasset).

Dans une deuxième partie d’émission, trois lecteurs de ce livre remarquable et important :


 

sábado, 21 de dezembro de 2019

Science versus Star Wars: “Reylo” and the inbreeding coefficient - 23andMe Blog

Science versus Star Wars: “Reylo” and the inbreeding coefficient - 23andMe Blog: Hopeless romantics, myself included, wait with bated breath for the final installment of the nine-episode-long saga of the rise and fall (and rise again) of the Skywalker dynasty. It’s not because we care what happens to the Resistance or to the First Order or even what happens to some of our favorite supporting characters. (But if Chewbacca dies, I walk.) No, we’re really here for “Reylo.”  A portmanteau for the ages, “Reylo” combines “Rey” — the name of the Resistance’s scrappy heroine — with “Kylo” Ren, aka Ben Solo, the troubled space boi who kills his dad. Star Wars episodes seven and eight tease a possible romantic connection between the two characters. Sparks fly during a series of intimate Force-chats, which we later discover were orchestrated by Kylo’s boss, Snoke.

sábado, 23 de novembro de 2019

revisitar a China do sec.19 ao 20.Jung Chang

Jung Chang - WOOK: Jung Chang nasceu na China, na província de Sichuan, em 1952. Aos 14 anos pertenceu, durante um curto período, ao Exército Vermelho. Foi camponesa, depois operária, até se ter tornado estudante de inglês e, mais tarde, assistente na Universidade de Sichuan. A partir de 1978 passou a viver em Inglaterra. Jung Chang doutorou-se em Linguística pela Universidade de York, em 1982. Foi a primeira pessoa da República Popular da China a fazer o doutoramento numa universidade britânica. Fez uma biografia de Mao e da revolução chinesa através da história da sua familia. "Jung Chang decidiu escrever a história da sua família como parte da história da própria China. Começou com a avó, Yu Fang, que aos 15 anos de idade, em 1924, foi obrigada por seu pai a casar-se com um general que já tinha três outras mulheres. Esse era um tempo em que as mulheres ainda eram obrigadas a esmagar e manter amarradas as articulações dos pés, para que seu andar fosse tão gracioso como o movimento dos cisnes nas águas de um lago tranquilo. O resultado é Cisnes Selvagens, um romance fascinante e poderoso, que atravessa três gerações de mulheres de uma família que viveu o entusiasmo, a repressão, a violência e a degradação do regime chinês e do maoísmo. Tendo vendido mais de 80 000 exemplares em Portugal, a Quetzal orgulha-se de relançar esta obra fundamental para compreender a Revolução Cultural chinesa e o regime violento e opressivo que não sobreviveu a Mao Tse Tung, de que Jung Chang também escreveu uma biografia inovadora e polémica."

A Imperatriz Viúva1. a imperatriz víuva: Cixi, a imperatriz viúva (1835-1908) é a mulher mais importante da História da China. Governou a China durante décadas e trouxe um império medieval até aos tempos modernos. Durante uma seleção para consortes reais levada a cabo em todo o reino, Cixi foi escolhida com dezasseis anos para ser uma das inúmeras concubinas do imperador. Ascendendo de uma das mais baixas categorias de concubinato, após a morte do imperador, Cixi tomou o trono aos regentes que haviam sido nomeados por ele, chamando a si a governação da China.
Cixi reinou através de tempos historicamente conturbados e de grandes crises internas e externas, e transformou profundamente o país, desenvolvendo todos os setores e infraestruturas necessários a um Estado moderno: indústria, caminhos de ferro, eletricidade e comunicações. Mas desempenhou também um papel importante em reformas sociais que aboliram, por exemplo, práticas de extrema crueldade, como a morte através dos mil cortes ou a tradição de ligar os pés das mulheres. 
p.455-59 relata o encontro da imperatriz com o 13º Dalai Lama.

As Irmãs Soong: a Mais Velha, a Mais Nova e a Vermelha2.As Irmãs Soong: a Mais Velha, a Mais Nova e a Vermelha:Um dos maiores contos de fadas modernos chineses é o das três irmãs de Xangai que, durante quase todo o século xx, estiveram no centro do poder na China. Dizia- -se que uma «adorava o dinheiro», outra «adorava o poder» e a terceira «adorava o seu país», mas há muito mais para além destas caricaturas. Enquanto a China passava por um século de guerras, revoluções e transformações sísmicas, cada uma delas desempenhou um papel importante ou mesmo crítico, deixando uma marca indelével na História.

A Irmã Vermelha, Ching-ling, casou-se com Sun Yat-sen, pai fundador da República Chinesa. A Irmã Mais Nova, May-ling, era a senhora Chiang Kai-shek, primeira-dama da China nacionalista pré-comunista e uma figura política por direito próprio. A Irmã Mais Velha, Ei-ling, era a conselheira principal não oficial de Chiang; tornou--se uma das mulheres mais ricas da China e fez do seu marido primeiro-ministro de Chiang. As três irmãs gozaram de enorme privilégio e glória, mas também sofreram constantes ataques e perigos mortais. Mostraram grande coragem, viveram o amor apaixonado, mas também o desespero e a perda. A relação entre elas tinha uma carga emocional fortíssima.

Uma história de amor, guerra, exílio, intriga, glamour e traição, que nos transporta numa imensa viagem de Cantão ao Havai e a Nova Iorque; dos aquartelamentos de exílio no Japão e em Berlim às salas de encontros secretos em Moscovo; dos complexos da elite comunista em Pequim aos corredores do poder do Taiwan democrático


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

A minha avó tinha um tesouro... : uma narrativa sobre o Ouro Popular /





8 - A minha avó tinha um tesouro... : uma narrativa sobre o Ouro Popular / Rosa Maria dos Santos Mota ; il. Arlindo Silva ; rev. Maria Isabel Dias Ferreira. -
Porto : Universidade Católica :
CIONP : CITAR, 2012. - 45, [3] p. : il. ; 16 cm. - Contém bibliografia. - ISBN 978-989-8366-24-5 Link persistente: http://id.bnportugal.gov.pt/bib/bibnacional/1814850 Copiar link

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Vincent Munier nous entraîne sur les traces de la panthère des neiges


Elle se tient là, couchée au pied de la falaise, présente et invisible, discrètement dominatrice.
Sa robe est mouchetée d’ivoire et de poussière.
Taches de nacre, ombres d’obsidienne, larmes d’or. Le ciel et la terre, le jour et la nuit sont fondus dans son pelage. On braque la lunette sur son corps mais l’œil met un moment à le discerner. L’esprit tarde à accepter ce qu’il n’attendait pas. Le regard peine à voir ce qu’il ne connaît pas. Notre raison, soudain, comprend que la bête se tient là, postée de pleine face. Le paysage, par une étrange illusion d’optique, semble se résorber tout entier dans son corps.
Ce n’est plus la panthère qui est camouflée dans le paysage,
mais le monde qui s’est incorporé à elle.
Sylvain Tesson 
-
Vincent Munier nous entraîne sur les traces de la panthère des neiges. La trouver est un graal pour bien des voyageurs. Sa quête ensorcelle : il faut se briser les
yeux sur la roche, sur la neige, sur le dos de chaque montagne pour espérer l’apercevoir. Et rencontrer, avec un peu de chance, les autres habitants du majestueux plateau tibétain :
minuscules pikas, grands rapaces, renards du Tibet, rares yacks sauvages, étonnants chats de Pallas, troupeaux d’ânes kiangs...

Sylvain Tesson l’a accompagné dans son dernier périple en février 2018 et lui prête sa plume pour la première fois. Auparavant, il a voyagé en Asie centrale et dans l’Himalaya à plusieurs reprises. Géographe de formation, journaliste et écrivain voyageur, il partage sa vie entre les expéditions au long cours, l’écriture et la réalisation de documentaires d’aventure. Son livre Dans les forêts de Sibérie (Gallimard) a obtenu le prix Médicis essai en 2011 et a été adapté au cinéma.
-
Le carnet d'affût en noir et blanc TIBET, promesse de l'invisible de Vincent Munier est vendu séparément et disponible ici.

 Trouver le livre "TIBET, minéral animal" : https://vincentmunier.com/shop/fr/acces-libraires/26-tibet-mineral-animal-9782953738988.html

Pendant cinq ans le photographe Vincent Munier a sillonné les plateaux du Tibet à la recherche de la panthère des neiges, animal craintif qui évolue dans les montagnes tibétaines."La trouver est un graal pour bien des voyageurs", écrit-il. L'aventurier a été rejoint dans son périple par l'écrivain-voyageur Sylvain Tesson.
"Au Tibet, on s'installe dans un territoire parfois lugubre et fantomatique, avec du mal à respirer, mal à la tête. Ces désagréments physiques disparaissent avec l'espérance que quelque chose apparaisse" témoigne Sylvain Tesson. "Mon œil a vu une panthère avant que mon cerveau ne comprenne que je la voyais. [...] Cette vision, qui semble descendue du ciel, apparue de la terre, sortie de la montagne vous ramène au plus profond de vous-même" poursuit l'écrivain.
Depuis 30 ans, je balade mes objectifs pour tenter de montrer le beau (...) à la recherche d'endroits où la nature n'a pas été maîtrisée, gérée. En France, parfois je suffoque. [Au Tibet], si haut, on se sent respirer", a raconté Vincent Munier. Le photographe avoue toutefois vivre "un paradoxe", celui "de montrer des endroits non anthropisés, où il peut y avoir un tourisme qui pourrait porter préjudice à ces animaux. Je suis en mutation à ce niveau là, je réduis mes voyages pour essayer d'être cohérent."
Notre modalité de vie, c'est tout tout de suite. Là, il n'y aura peut-être rien jamais. La proportion entre ce qui est donné à voir et le temps que vous aurez attendu à le faire venir est immense. Tout ça peut se vivre au pied d'un chêne de l'Île-de-France" conclut Sylvain Tesson.
A l'issue de cette quête, deux ouvrages photographiques splendides : "Minéral animal" et  "Promesse de l'invisible". On y découvre les coulisses de cette quête en haute altitude, dans des conditions parfois extrêmes, dans la région du Kham, à travers les steppes désertiques aux sources du Mékong et dans les contreforts des monts Kulun

"C'est un paradoxe de montrer des endroits non anthropisés, où il peut y avoir un tourisme qui pourrait porter préjudice à ces animaux. Je suis en mutation à ce niveau là, je réduis mes voyages pour essayer d'être cohérent."

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

rua da conceição_lisboa

desde 1880 na baixa lisboeta a Rua da Conceição.
Esta rua da Baixa ainda guarda na memória os tempos em que as clientes faziam filas para entrar nas lojas.

Ainda que hoje as linhas para ponto cruz estejam em desuso, o universo de milhares de pequenas gavetas e caixinhas recheadas de agulhas, rendas, fitas e botões de todas as cores e tamanhos é uma deliciosa volta ao passado.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

RUAS DE LISBOA COM ALGUMA HISTÓRIA: RUA DOS SAPATEIROS

RUAS DE LISBOA COM ALGUMA HISTÓRIA: RUA DOS SAPATEIROS: A RUA DOS SAPATEIROS (antiga RUA DO ARCO DO BANDEIRA) pertence à freguesia de SÃO NICOLAU,

começa na Rua da Conceição em frente do número 119 e finaliza na Praça D.Pedro IV (ROSSIO) no número 6. A Rua dos Sapateiros a que muitas vezes chamamos de Rua do Arco do Bandeira (no entanto continua a ser dos sapateiros), é uma nomenclatura primitiva destinada aos oficiais de São Crispim e Crispiniano, tendo o Marquês do Pombal decidido arrumar os nomes das ruas da baixa de Lisboa, consoante as profissões e respectivos negócios.

Fica entre a Rua do Ouro e a Rua Augusta na sua vertente mais a Norte, ornamentada com um arco, ligando-a à Praça de D.Pedro IV (vulgo ROSSIO).

terça-feira, 24 de setembro de 2019

a padaria portuguesa





@foto de Conceição da A Padaria Portuguesa, Lisboa,2014
                                         R. Morais Soares 78, 1900-348 Lisboa
                                             https://www.apadariaportuguesa.pt/

sábado, 14 de setembro de 2019

Humberto Delgado-Uma Campanha Americana - Livro - WOOK



Edição: 09-2019

Campanha Americana - Livro - WOOK: Em 1958, em plena ditadura, as eleições preparavam-se para ser mais uma encenação para manter aparências. Mas, ao contrário do que Salazar desejaria, a corrida para a Presidência da República foi um agitar sem precedentes das águas paradas do Estado Novo: Humberto Delgado, um homem do regime e militar no activo, juntou-se à oposição e candidatou-se, apesar da censura, das intimidações da PIDE e do desfecho previsível e condicionado nas mesas de voto. Influenciado pelos anos que viveu nos EUA, o «General sem Medo» lançou-se numa campanha com um profissionalismo comunicacional inédito no país, de aproximação às pessoas, com slogans e soundbites que perduraram muito além do período eleitoral - como «Obviamente, demito-o» ou «o medo acabou» -, e encheu praças e auditórios pelo país numa onda de entusiasmo democrático há muito apagado. Como este livro reconstitui, a campanha de Humberto Delgado foi um verdadeiro «terramoto político», e a maior ameaça que o Estado Novo enfrentou nos seus 40 anos de existência.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Fórmula de Deus - Livro - WOOK

A Fórmula de Deus - Livro - WOOK: SINOPSE Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.
 O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.
Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida.


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Le Grand Livre de la pleine présence - Denys Rinpoché

Le Grand Livre de la pleine présence - Denys Rinpoché:  Le Grand Livre de la pleine présence Pratiquer la pleine présence, c’est vivre heureux et libre, c’est cultiver l’harmonie du bien-vivre ensemble en équilibre avec notre monde. Pratiquer la pleine présence c’est faire du bien à soi, aux autres et à la planète. Le Grand Livre de la pleine présence est une somme exceptionnelle d’enseignements et de pratiques de la mindfulness, la méditation de pleine présence attentive, ouverte et bienveillante, qui est l’essence d’une bonté et d’une sagesse intemporelles. Il guide tout un chacun dans sa pratique de la pleine présence, à son rythme et où qu’il soit. Invitation à une  méditation laïque et humaniste aux bienfaits scientifiquement validés, présentation théorique et pratique avec une méthode d’entraînement en huit étapes adaptées au contexte de notre monde contemporain, mais aussi évocation   de la voie de la pleine présence en tant que philosophie opérative, éthique et spirituelle, ce manuel est un ouvrage fondamental pour tous les étudiants-pratiquants des enseignements de Bouddha, pour les humanistes en quête de l’expérience libératrice, les aventuriers de l’éveil, les révolutionnaires du cœur, les sauveteurs de notre éco

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

turismo militar.pt: Roteiro dos Templários





Dois homens foram responsáveis pela fundação de um novo reino, movidos e apoiados por uma ordem à qual pertenciam. Portugal é a realização de um sonho Templário e 4º Mestre da Ordem do Templo, Gualdim Pais é o defensor desse sonho.

O Roteiro Completo do Médio Tejo tem início na Cidade fundada por Gualdim Pais, líder Templário em Portugal. Será a partir de Tomar que seguiremos os passos da defesa militar do território português do Médio Tejo, que ficou a cargo da Ordem Templária há quase mil anos.

Roteiro dos Templários: GUALDIM PAIS  Um dos maiores cavaleiros portugueses, intimamente ligado à história da fundação de Portugal. Grão-Mestre da Ordem Templária, foi armado cavaleiro por D. Afonso Henriques no mesmo dia em que este foi aclamado rei. A Gualdim Pais deve-se a fundação de vários castelos, dos quais se destacam os castelos de Almourol e a obra monumental de Tomar, com o seu convento e castelo.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Dieta da Seiva - O Xarope Original da Seiva Natural

Dieta da Seiva - O Xarope Original da Seiva Natural: O Xarope de Seiva Natural original em qualidade e pureza. Para desintoxicar o corpo, metabolizar e eliminar impurezas acumuladas. Emagrecer sem efeito yoyo. Utilizado há mais de 50 anos por todo o mundo e 30 em Portugal. Experimente já a composição única em nutrientes que sustêm o organismo e mantêm a sua vitalidade!

terça-feira, 20 de agosto de 2019

01-2019.Poções e Paixões - Livro - WOOK


Poções e Paixões - Livro - WOOK: Compre o livro «Poções e Paixões» de João Paulo André em wook.pt. 10% de desconto imediato, portes grátis.
Sinopse
O que há de comum entre as histórias de Harry Potter, as bruxas que voam em vassouras, a aparente morte de Julieta no drama de Shakespeare, a mãe do imperador Nero, Marilyn Monroe e o compositor Giacomo Puccini?
Tendo a ópera como fio condutor, o leitor é conduzido nesta obra numa viagem ao extraordinário mundo das poções e das paixões, que a química pelo menos em parte explica. na química há um encontro de disciplinas: é a ciência central por se situar entre a matemática e a física, por um lado, e a biologia e a geologia, por outro, fornecendo contributos essenciais em ciências aplicadas como a medicina e as várias engenharias.

Por seu lado, a ópera tem sido chamada obra de arte total por conjugar música, canto, teatro e artes plásticas. João Paulo André, com incomparável mestria tanto na química como na ópera, dá-nos neste livro uma mistura, uma ligação, profundamente original entre a ciência e a arte. Com ele percebemos que a química está em todo o lado, mesmo no amor, e que a ópera é um espectáculo que é muito mais rico do que histórias em que o barítono ama a soprano, que ama o tenor.

Uma obra tanto para os apreciadores de ciência como para os apreciadores de arte, num inédito encontro de culturas.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

garde en mémoire notre au revoir

lembro o que deixei: lugares\ pessoas como o Buda nos lembra a impermanência, ou que não sabemos o que virá primeiro se a morte ou o amanhecer. a história do sec 20 está cheia de guerra e paz, paradoxos e que tais, assim para esquecer quero lembrar todos os que sofreram nos adeus impossiveis que são promessas para próximas vidas.

tanta coisa sem tempo para viver muito mais, penso como Sophia de Mello Breyner Andresen:

«Quando morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar»




*********************************** ***************************************************

Une juste mémoire: .
La langue hébraïque possède au moins trois verbes différents pour exprimer l’instance mémorielle des individus et des sociétés. Le plus connue est zakhar, « se souvenir », et son impératif zakhor que l’on peut traduire par « souviens-toi ».

 Il y a aussi le verbe _chamar et son impératif chamor_ qui veut dire littéralement « garde » au sens de « garde en mémoire », « préserve », « protège ». 

Et il existe un troisième verbe, paqad qui a le sens de « se souvenir de quelqu’un », se souvenir d’une promesse faite à quelqu’un pour rouvrir un chemin qui pourrait avoir été fermé par l’oubli.
Les Maîtres du Talmud expliquent l’usage des deux verbes chamor et zakhor de la façon suivante : Chamor balèv ve zakhor bapé.
Chamor se fait « dans le cœur », alors que zakhor passe « par la bouche », c'est-à-dire par la parole. La chemira est un travail intérieur, intime, personnel, alors que la zekhira est expression externe de cette mémoire, une expression partagée de cette mémoire.
Ainsi, la zekhira est le fait de mentionner, d’exprimer, d’extérioriser, de montrer, de rendre visible, de faire circuler la mémoire, de faire œuvre d’histoire, et peut-être de musée.

« 11 novembre 1918, 11 heures précise, toutes les cloches de France sonnent à la volée. Le son des clairons résonne sur le front et les airs de « Cessez-le-Feu », « Levez-vous », « Au Drapeau » traversent tous les villages et toutes campagnes.
 ******************************************************************


Emmanuel DEUN, Le Village des Justes,Le Chambon-sur-Lignon de 1939 à nos jours.
Éditions Imago
"De 1939 à 1944, inspirés par  des hommes de foi, les habitants du Chambon-sur-Lignon —  essentiellement protestants — entreprennent de cacher des Juifs,  notamment de nombreux enfants, menacés de déportation, et les  accueillent dans leurs maisons et dans les fermes alentour.
Au-delà du  refuge, des hommes et des femmes de bonne volonté leur fournissent, au  péril de leur vie, de faux papiers d’identité, des cartes de  rationnement, et les aident à passer en Suisse.
Grâce à une étonnante  conspiration du silence de la population du Plateau Vivarais-Lignon, on  estime que trois à quatre mille personnes purent ainsi être sauvées,  sous les yeux mêmes des autorités de Vichy et des Allemands."
En s’appuyant sur les témoignages des tout derniers protagonistes, dont  certains ne s’étaient jamais exprimés, en brossant le portrait de  personnalités hors du commun, Emmanuel Deun raconte l’histoire de ces  faits exceptionnels. Puis, au terme de son récit, il analyse le  processus mémoriel toujours à l’œuvre et les controverses qu’il suscite  encore aujourd’hui.
En 1990, le village et les communes environnantes furent reconnus comme «  Justes parmi les nations » pour leur conduite généreuse et  héroïque  pendant la guerre.


 

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

« L’amour après » les camps, le témoignage de Marceline Loridan-Ivens


Comment aimer quand on a été déporté à 15 ans ? Marceline Loridan-Ivens se souvient… Avec la complicité de Judith Perrignon, la cinéaste présente son récit hors du commun et poignant : « L’amour après » ; aux éditions Grasset. Une véritable leçon de vie et d'amour qui vous plonge dans les souvenirs de l’auteure et du Paris d’après-guerre…

"Le bien est toujours faible, tandis que la force du mal est grand et terrible; quel autre bien pourrait la vaincre, hormis la Pensée de l´Eveil?" Shantideva, cap.1,6. tradução Louis Finot(1864-1935)\Padmakara, França 1991