quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O Pequeno Livro do Grande Terramoto - Livro - WOOK

Wook.pt - O Pequeno Livro do Grande Terramoto
04-2015 O Pequeno Livro do Grande Terramoto - Livro - WOOK: Em O Pequeno Livro do Grande Terramoto, a escrita viva e cinematográfica de Rui Tavares acompanha-nos por uma travessia inusitada, a que é difícil resistir. 

Que relação existe entre grandes catástrofes como o Terramoto de 1755, o 11 de Setembro de 2001, o tsunami de 2004 ou os incêndios de Roma de 64 d.C.? E se o Terramoto não tivesse acontecido? Que relatos nos deixaram os sobreviventes? Qual o impacto do Terramoto sobre o panorama cultural da época? E que sentimentos nos provoca hoje? As respostas vão surgindo, inesperadas, alternativas e fundamentadamente arrojadas. 

Atente-se numa das conclusões: «(...) o grande legado de 1755 é o da interpretação construtiva de um fenómeno natural. Ou seja, em termos muito simples, uma atitude que consiste em dizer que, da próxima vez, estaremos melhor preparados.»

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

rua da conceição_lisboa

desde 1880 na baixa lisboeta a Rua da Conceição.
Esta rua da Baixa ainda guarda na memória os tempos em que as clientes faziam filas para entrar nas lojas.

Ainda que hoje as linhas para ponto cruz estejam em desuso, o universo de milhares de pequenas gavetas e caixinhas recheadas de agulhas, rendas, fitas e botões de todas as cores e tamanhos é uma deliciosa volta ao passado.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

RUAS DE LISBOA COM ALGUMA HISTÓRIA: RUA DOS SAPATEIROS

RUAS DE LISBOA COM ALGUMA HISTÓRIA: RUA DOS SAPATEIROS: A RUA DOS SAPATEIROS (antiga RUA DO ARCO DO BANDEIRA) pertence à freguesia de SÃO NICOLAU,

começa na Rua da Conceição em frente do número 119 e finaliza na Praça D.Pedro IV (ROSSIO) no número 6. A Rua dos Sapateiros a que muitas vezes chamamos de Rua do Arco do Bandeira (no entanto continua a ser dos sapateiros), é uma nomenclatura primitiva destinada aos oficiais de São Crispim e Crispiniano, tendo o Marquês do Pombal decidido arrumar os nomes das ruas da baixa de Lisboa, consoante as profissões e respectivos negócios.

Fica entre a Rua do Ouro e a Rua Augusta na sua vertente mais a Norte, ornamentada com um arco, ligando-a à Praça de D.Pedro IV (vulgo ROSSIO).

sábado, 28 de setembro de 2019

Judeus Ilustres de Portugal - Livro - WOOK

Judeus Ilustres de Portugal - Livro - WOOK: prefácio de Miguel Esteves Cardoso: "Omeu pai, como Cardoso e como judeu, sempre me ensinou que a desgraça de Portugal e dos portugueses não teria acontecido (e não existiria hoje) se os judeus não tivessem sido expulsos, pseudoconvertidos à força ou assassinados, pelos fogos pré-nazis da Inquisição, por terem sido obrigados a fingir que eram cristãos-novos. Este livro de Miriam Assor fez-me chorar e gritar de alegria muitas vezes. Está tão bem investigado e é tão bem sentido, na pele e na pena, que não se consegue resistir. Resistir à verdade é mentir. E o livro dela, acima de tudo, é tudo menos mentiroso. A verdade é que nós, portugueses, quer queiramos ou não (acho que a grande maioria quer), somos judeus ou meio-judeus. Somos judeus que não sabem o que são. Somos os sefarditas mais doces e distraídos. Temos, também, a sensibilidade parecida dos árabes, que estiveram cá mais séculos ainda do que os romanos. O livro da querida Miriam, filha do rabino Assor, que retrata com o amor e a verdade de quem sabe que o pai é tão divertido como sábio, é uma lembrança amorosa das dívidas que nós temos. Este livro é um monumento de verdades, dívidas emocionais e de amor. A Miriam escreveu sobre a alma judia dos portugueses e nós, como portugueses, só temos de reconhecer, agradecer e abençoar a alegria, inteligência e tranquilidade do que nos ofereceu. Abençoada sejas, Miriam Assor, tal como o teu pai que me recebeu."

HOJE: "os descendentes destes judeus sefarditas, outrora forçados ao desterro, vissem a justiça restituída, quando, finalmente, a Assembleia da República aprovou por unanimidade, a 12 de Abril de 2013, o projecto de lei que prevê a reatribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses que demonstrem «tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral». O  extraordinário Samuel Levy, (cuja colecção de arte ofereceu ao museu de arqueologia em lisboa) no romper dos anos 40, retornou, a Lisboa e é provável que tenha sido o mais antigo sefardita a readquirir a cidadania dos seus antepassados."

SINOPSE
O célebre médico Amato Lusitano, a empresária destemida Dona Grácia Naci, o famoso naturalista Garcia de Orta, o cientista matemático Pedro Nunes, o pensador Isaac Cardoso, o rabino Isaac Aboab da Fonseca, que, fugido da perseguição que alastrava em Portugal incendiada pelos fogos da Inquisição, encontrou na Holanda a paz para fundar a sinagoga portuguesa em Amesterdão.

Alfredo Bensaúde, fundador e o primeiro director do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. A sua filha, Matilde, pioneira da investigação biológica, única mulher entre os criadores da Sociedade Portuguesa de Biologia. 

Alain Oulman, o compositor que revolucionou o fado e que teve como principal divulgadora desse seu infindo talento a voz de Amália. 

O catedrático Moses Amzalak, líder da Comunidade Israelita de Lisboa, que aproveitou a sua proximidade com o ditador Salazar para realizar as operações de socorro aos refugiados do Holocausto. 

Os irmãos Samuel Sequerra e Joel Sequerra, a viver em Barcelona, salvaram cerca de mil compatriotas das mãos nazis. 

Abraham Assor (Tânger, em 7 de setembro de 1920- lisboa 15 outubro 1993) chega a Portugal pouco tempo antes de acabar a Segunda Guerra Mundial e seria, por meio século, o rabino da Comunidade Israelita de Lisboa e que disse: «... o acto da criação simboliza a igualdade essencial dos Homens. Deus não tem preferência»


04-2001

terça-feira, 24 de setembro de 2019

a padaria portuguesa





@foto de Conceição da A Padaria Portuguesa, Lisboa,2014
                                         R. Morais Soares 78, 1900-348 Lisboa
                                             https://www.apadariaportuguesa.pt/

sábado, 14 de setembro de 2019

Humberto Delgado-Uma Campanha Americana - Livro - WOOK



Edição: 09-2019

Campanha Americana - Livro - WOOK: Em 1958, em plena ditadura, as eleições preparavam-se para ser mais uma encenação para manter aparências. Mas, ao contrário do que Salazar desejaria, a corrida para a Presidência da República foi um agitar sem precedentes das águas paradas do Estado Novo: Humberto Delgado, um homem do regime e militar no activo, juntou-se à oposição e candidatou-se, apesar da censura, das intimidações da PIDE e do desfecho previsível e condicionado nas mesas de voto. Influenciado pelos anos que viveu nos EUA, o «General sem Medo» lançou-se numa campanha com um profissionalismo comunicacional inédito no país, de aproximação às pessoas, com slogans e soundbites que perduraram muito além do período eleitoral - como «Obviamente, demito-o» ou «o medo acabou» -, e encheu praças e auditórios pelo país numa onda de entusiasmo democrático há muito apagado. Como este livro reconstitui, a campanha de Humberto Delgado foi um verdadeiro «terramoto político», e a maior ameaça que o Estado Novo enfrentou nos seus 40 anos de existência.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Fórmula de Deus - Livro - WOOK

A Fórmula de Deus - Livro - WOOK: SINOPSE Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.
 O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.
Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida.


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Le Grand Livre de la pleine présence - Denys Rinpoché

Le Grand Livre de la pleine présence - Denys Rinpoché:  Le Grand Livre de la pleine présence Pratiquer la pleine présence, c’est vivre heureux et libre, c’est cultiver l’harmonie du bien-vivre ensemble en équilibre avec notre monde. Pratiquer la pleine présence c’est faire du bien à soi, aux autres et à la planète. Le Grand Livre de la pleine présence est une somme exceptionnelle d’enseignements et de pratiques de la mindfulness, la méditation de pleine présence attentive, ouverte et bienveillante, qui est l’essence d’une bonté et d’une sagesse intemporelles. Il guide tout un chacun dans sa pratique de la pleine présence, à son rythme et où qu’il soit. Invitation à une  méditation laïque et humaniste aux bienfaits scientifiquement validés, présentation théorique et pratique avec une méthode d’entraînement en huit étapes adaptées au contexte de notre monde contemporain, mais aussi évocation   de la voie de la pleine présence en tant que philosophie opérative, éthique et spirituelle, ce manuel est un ouvrage fondamental pour tous les étudiants-pratiquants des enseignements de Bouddha, pour les humanistes en quête de l’expérience libératrice, les aventuriers de l’éveil, les révolutionnaires du cœur, les sauveteurs de notre éco

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

turismo militar.pt: Roteiro dos Templários





Dois homens foram responsáveis pela fundação de um novo reino, movidos e apoiados por uma ordem à qual pertenciam. Portugal é a realização de um sonho Templário e 4º Mestre da Ordem do Templo, Gualdim Pais é o defensor desse sonho.

O Roteiro Completo do Médio Tejo tem início na Cidade fundada por Gualdim Pais, líder Templário em Portugal. Será a partir de Tomar que seguiremos os passos da defesa militar do território português do Médio Tejo, que ficou a cargo da Ordem Templária há quase mil anos.

Roteiro dos Templários: GUALDIM PAIS  Um dos maiores cavaleiros portugueses, intimamente ligado à história da fundação de Portugal. Grão-Mestre da Ordem Templária, foi armado cavaleiro por D. Afonso Henriques no mesmo dia em que este foi aclamado rei. A Gualdim Pais deve-se a fundação de vários castelos, dos quais se destacam os castelos de Almourol e a obra monumental de Tomar, com o seu convento e castelo.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Dieta da Seiva - O Xarope Original da Seiva Natural

Dieta da Seiva - O Xarope Original da Seiva Natural: O Xarope de Seiva Natural original em qualidade e pureza. Para desintoxicar o corpo, metabolizar e eliminar impurezas acumuladas. Emagrecer sem efeito yoyo. Utilizado há mais de 50 anos por todo o mundo e 30 em Portugal. Experimente já a composição única em nutrientes que sustêm o organismo e mantêm a sua vitalidade!

terça-feira, 20 de agosto de 2019

01-2019.Poções e Paixões - Livro - WOOK


Poções e Paixões - Livro - WOOK: Compre o livro «Poções e Paixões» de João Paulo André em wook.pt. 10% de desconto imediato, portes grátis.
Sinopse
O que há de comum entre as histórias de Harry Potter, as bruxas que voam em vassouras, a aparente morte de Julieta no drama de Shakespeare, a mãe do imperador Nero, Marilyn Monroe e o compositor Giacomo Puccini?
Tendo a ópera como fio condutor, o leitor é conduzido nesta obra numa viagem ao extraordinário mundo das poções e das paixões, que a química pelo menos em parte explica. na química há um encontro de disciplinas: é a ciência central por se situar entre a matemática e a física, por um lado, e a biologia e a geologia, por outro, fornecendo contributos essenciais em ciências aplicadas como a medicina e as várias engenharias.

Por seu lado, a ópera tem sido chamada obra de arte total por conjugar música, canto, teatro e artes plásticas. João Paulo André, com incomparável mestria tanto na química como na ópera, dá-nos neste livro uma mistura, uma ligação, profundamente original entre a ciência e a arte. Com ele percebemos que a química está em todo o lado, mesmo no amor, e que a ópera é um espectáculo que é muito mais rico do que histórias em que o barítono ama a soprano, que ama o tenor.

Uma obra tanto para os apreciadores de ciência como para os apreciadores de arte, num inédito encontro de culturas.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

garde en mémoire notre au revoir

lembro o que deixei: lugares\ pessoas como o Buda nos lembra a impermanência, ou que não sabemos o que virá primeiro se a morte ou o amanhecer. a história do sec 20 está cheia de guerra e paz, paradoxos e que tais, assim para esquecer quero lembrar todos os que sofreram nos adeus impossiveis que são promessas para próximas vidas.

tanta coisa sem tempo para viver muito mais, penso como Sophia de Mello Breyner Andresen:

«Quando morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar»




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Une juste mémoire: .
La langue hébraïque possède au moins trois verbes différents pour exprimer l’instance mémorielle des individus et des sociétés. Le plus connue est zakhar, « se souvenir », et son impératif zakhor que l’on peut traduire par « souviens-toi ».

 Il y a aussi le verbe _chamar et son impératif chamor_ qui veut dire littéralement « garde » au sens de « garde en mémoire », « préserve », « protège ». 

Et il existe un troisième verbe, paqad qui a le sens de « se souvenir de quelqu’un », se souvenir d’une promesse faite à quelqu’un pour rouvrir un chemin qui pourrait avoir été fermé par l’oubli.
Les Maîtres du Talmud expliquent l’usage des deux verbes chamor et zakhor de la façon suivante : Chamor balèv ve zakhor bapé.
Chamor se fait « dans le cœur », alors que zakhor passe « par la bouche », c'est-à-dire par la parole. La chemira est un travail intérieur, intime, personnel, alors que la zekhira est expression externe de cette mémoire, une expression partagée de cette mémoire.
Ainsi, la zekhira est le fait de mentionner, d’exprimer, d’extérioriser, de montrer, de rendre visible, de faire circuler la mémoire, de faire œuvre d’histoire, et peut-être de musée.

« 11 novembre 1918, 11 heures précise, toutes les cloches de France sonnent à la volée. Le son des clairons résonne sur le front et les airs de « Cessez-le-Feu », « Levez-vous », « Au Drapeau » traversent tous les villages et toutes campagnes.
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Emmanuel DEUN, Le Village des Justes,Le Chambon-sur-Lignon de 1939 à nos jours.
Éditions Imago
"De 1939 à 1944, inspirés par  des hommes de foi, les habitants du Chambon-sur-Lignon —  essentiellement protestants — entreprennent de cacher des Juifs,  notamment de nombreux enfants, menacés de déportation, et les  accueillent dans leurs maisons et dans les fermes alentour.
Au-delà du  refuge, des hommes et des femmes de bonne volonté leur fournissent, au  péril de leur vie, de faux papiers d’identité, des cartes de  rationnement, et les aident à passer en Suisse.
Grâce à une étonnante  conspiration du silence de la population du Plateau Vivarais-Lignon, on  estime que trois à quatre mille personnes purent ainsi être sauvées,  sous les yeux mêmes des autorités de Vichy et des Allemands."
En s’appuyant sur les témoignages des tout derniers protagonistes, dont  certains ne s’étaient jamais exprimés, en brossant le portrait de  personnalités hors du commun, Emmanuel Deun raconte l’histoire de ces  faits exceptionnels. Puis, au terme de son récit, il analyse le  processus mémoriel toujours à l’œuvre et les controverses qu’il suscite  encore aujourd’hui.
En 1990, le village et les communes environnantes furent reconnus comme «  Justes parmi les nations » pour leur conduite généreuse et  héroïque  pendant la guerre.


 

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

« L’amour après » les camps, le témoignage de Marceline Loridan-Ivens


Comment aimer quand on a été déporté à 15 ans ? Marceline Loridan-Ivens se souvient… Avec la complicité de Judith Perrignon, la cinéaste présente son récit hors du commun et poignant : « L’amour après » ; aux éditions Grasset. Une véritable leçon de vie et d'amour qui vous plonge dans les souvenirs de l’auteure et du Paris d’après-guerre…

"Le bien est toujours faible, tandis que la force du mal est grand et terrible; quel autre bien pourrait la vaincre, hormis la Pensée de l´Eveil?" Shantideva, cap.1,6. tradução Louis Finot(1864-1935)\Padmakara, França 1991

domingo, 4 de agosto de 2019

« Correspondance » : Catherine Camus partage l'histoire d'amour du couple Camus-Casarès - YouTube



Une telle relation, exclusive, passionnelle, démesurée ne pouvait que connaître un couronnement tragique. Celui-ci se dessine avec la lettre n° 865 rédigée par Camus et qui commence en ces termes :
« Bon. Dernière lettre. Juste pour te dire que j’arrive mardi, par la route avec les Gallimard lundi […]. Je te téléphonerai à mon arrivée, mais on pourrait peut-être convenir déjà de dîner ensemble mardi. Disons en principe, pour la part des hasards de la route – et je te confirmerai le dîner au téléphone. »
La lettre, écrite à Lourmarin, est datée du 30 décembre 1959. Le 4 janvier, la voiture conduite par Michel Gallimard s’enroule autour d’un arbre près de Montereau, dans l’Yonne. Le pilote et Camus périssent dans l’accident. Le dîner du mardi n’aura jamais lieu. L’écrivain avait eu raison de faire « la part des hasards de la route ».
Yves Stalloni
 
Correspondance (1944-1959)
Édition de Béatrice Vaillant. Avant-propos de Catherine Camus
Ouvrage édité avec le soutien de la Fondation d’entreprise La Poste
Collection Blanche, Gallimard
Parution : 09-11-2017



« Correspondance » : Catherine Camus partage l'histoire d'amour du couple Camus-Casarès - YouTube: Gallimard, les correspondances amoureuses entre l’écrivain et Maria Casarès : « Correspondance, 1944-1959

sexta-feira, 31 de maio de 2019

livro grande público:Adolescer é fácil, #só que não - Livro - WOOK

05-2019

Adolescer é fácil, #só que não - Livro - WOOK: A vida é feita de mudanças, sobressaltos, desafios, todos os dias e em todas as idades. Mas, acredita, a adolescência é mesmo a fase mais incrível da tua vida! A criança que já foste ficou lá bem atrás e o mundo que se abre agora à tua frente é de liberdade, de escolhas e de futuro. Neste livro, falarei um pouco de mim, sim. Mas falarei sobretudo para ti. Quero ajudar-te a voltares o espelho na tua direção para que te vejas por dentro e por fora, no teu mundo e no mundo dos outros. Para que te conheças verdadeiramente, de coração, corpo e alma. E possas também vir a deixar uma marca incrivelmente inspiradora, empática, positiva na vida dos outros. “Adolescer é fácil!”, parece à primeira vista. Só que não – eu sei. Vejo-o na Associação Corações Com Coroa, que presido, nas muitas escolas por onde passo, na minha própria casa. Vivo rodeada de jovens, “estagiári@s” do mundo, post@s à prova constantemente. Com as suas dúvidas, angústias, persistência e coragem. O amanhã são eles e também és tu. Recebe este livro, escrito pelas minhas mãos diretamente para o teu coração. E voa. Voa, como só tu saberás fazer. Com prefácio de Ricardo Araújo Pereira

quarta-feira, 22 de maio de 2019

sexta-feira, 17 de maio de 2019

amazónia na Vista Alegre: Porcelana, Cristal desde 1824





Vista Alegre: Porcelana, Cristal desde 1824: artigos de luxo de porcelana, cristal, vidro, serviços de mesa, peças decorativas e presentes.

AMAZÓNIA
Amazónia é a coleção em destaque da primeira apresentação mundial da Vista Alegre em 2019.
Esta extensa coleção, composta por peças de mesa, decorativo, gift e iluminação, produzidas em porcelana, cristal, vidro, faiança e grés, apresenta ao mundo a Floresta Amazónia, numa viagem no tempo que funde três séculos de História do “pulmão” do planeta, resgatando do esquecimento o trabalho de um dos maiores naturalistas portugueses do século XVIII, Alexandre Rodrigues Ferreira.
Amazōnia foi desenvolvida em parceria com a EcoArts.
A inspiração artística da coleção cruzou várias latitudes e retrocedeu três séculos até ao extraordinário legado do naturalista português Alexandre Rodrigues Ferreira na obra “Cinco Viagens Filosóficas pelas Capitanias do Grão-Pará, Rio Negro, Mato Grosso e Cuiabá”, resultante das exaustivas expedições que realizou no século XVIII a mando da coroa portuguesa ao interior da floresta amazónica.
Nesta coleção, o magnífico trabalho deste naturalista português renasce e ganha uma nova vida, fundindo-se com referências locais de quem conhece e vive a floresta no seu quotidiano e de trabalhos artísticos desenvolvidos pela Ecoarts com os habitantes indígenas.