quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Is Yoda a Zen Master?



Is Yoda a Zen Master? What might Jedi training be like? Is the story of Luke Skywalker and Darth Vader part of a spiritual epic?The answers-as well as excitement, adventure, and a lot of fun-are here! The Dharma of Star Wars uses George Lucas' beloved modern saga and the universal discoveries of the Buddha to illuminate each other in playful and unexpectedly rewarding ways. Bortolin even reveals satisfying depths to the second trilogy of movies-the ones that met with what can understatedly be called a less-than-warm critical reception.

The Dharma of Star Wars gives you an inpsiring and totally new take on this timeless saga, from A New Hope all the way up to 2005's Revenge of the Sith. ! https://www.starwars.com/

yoda say:“Fear is the path to the dark side. Fear leads to anger. Anger leads to hate. Hate leads to suffering.”

“Death is a natural part of life. Rejoice for those around you who transform into the Force. Mourn them do not. Miss them do not. Attachment leads to jealously. The shadow of greed, that is.”
“Named must your fear be before banish it you can.”
“Oh! Great warrior! Wars not make one great.”
“Feel the force!”
“Yes, a Jedi’s strength flows from the Force. But beware of the dark side. Anger, fear, aggression; the dark side of the Force are they. Easily they flow, quick to join you in a fight. If once you start down the dark path, forever will it dominate your destiny, consume you it will, as it did Obi-Wan’s apprentice.”
“You will find only what you bring in.”
” Grave danger you are in. Impatient you are.”
” Once you start down the dark path, forever will it dominate your destiny, consume you it will.”
” Always in motion is the future.”
” Strong am I with the force.”
” Always two there are, no more, no less: a master and an apprentice.”

sábado, 26 de dezembro de 2009

cousteau

Cousteau morreu num pequeno avião no tejo.

"As missões impossíveis são as únicas que eu realizo"
"As pessoas protegem o que gostam" -- jacques cousteau

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

morreu Claude Lévi-Strauss

01-2017


Nascimento28 de novembro de 1908, Bruxelas, Bélgica
Falecimento30 de outubro de 2009, Paris, França
O antropólogo e etnólogo Claude Lévi-Strauss morreu na madrugada de sábado para domingo aos 100 anos, anunciou hoje a Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales.
Professor honorário do Collège de France, ali ocupou a cátedra de antropologia social de 1959 a 1982. Foi também membro da Academia Francesa - o primeiro a atingir os 100 anos de idade.
Desde seus primeiros trabalhos sobre os índios do Brasil Central, que estudou em campo, no período de 1935 a 1939, e a publicação de sua tese As estruturas elementares do parentesco, em 1949, publicou uma extensa obra, reconhecida internacionalmente.
Dedicou uma tetralogia, as Mitológicas, ao estudo dos mitos, mas publicou também obras que escapam do enquadramento estrito dos estudos acadêmicos - dentre as quais o famoso Tristes Trópicos, publicado em 1955, que o tornou conhecido e apreciado por um vasto círculo de leitores.

Strauss também fez excursões pelas regiões centrais do Brasil, como GoiásMato Grosso e Paraná. Publicou o registro dessas expedições no livro Tristes Trópicos (1955), neste livro ele conta inclusive como sua vocação de antropólogo nasceu nessas viagens.
Em uma de suas primeiras viagens, no norte do Paraná, teve seu esperado primeiro contato com os índios, no Rio Tibagi, porém ficou decepcionado ao supor, sem muito conhecimento etnográfico, que "os índios do Tibagi (caingangues) não eram nem verdadeiros índios, nem selvagens" (Lévi-Strauss 1957:160-161).
Porém, ao final do primeiro ano escolar (1935/1936), ao visitar os cadiuéus na fronteira com o Paraguai e os bororos no centro de Mato Grosso, rendendo-lhe sua primeira exposição em Paris nas férias de (1936/1937), o que foi fundamental para a entrada de Lévi-Strauss no meio etnológico francês, conforme admite ele próprio:[7] "Eu precisava fazer minhas provas de etnologia, porque não tinha formação alguma. Graças à expedição de 1936, consegui créditos do Museu do Homem e da Pesquisa Científica, ou do que acabaria se chamando assim. Com esse dinheiro, organizei a expedição nambiquara."
Em 1938, foi realizada uma expedição até os nambiquaras no Mato Grosso, com financiamento francês e brasileiro, que deveria durar um ano. 
O período que passou no Brasil foi fundamental em sua carreira e no seu crescimento profissional, além de ter despertado em Strauss sua vocação etnológica. Disse: "Um ano depois da visita aos Bororo, todas as condições para fazer de mim um etnógrafo estavam satisfeitas"(1957).
No Brasil
Lévi-Strauss chega ao Brasil em 1935, após ter tido o seu nome aprovado por Georges Dumas de quem havia sido aluno em Saint-Anne. A viagem é feita na companhia de Jean Maugüé, Fernand Braudel, Pierre Monbeig e Dina, etnóloga e esposa do jovem filósofo. Claude Lévi-Strauss deveria ocupar a cadeira de sociologia da seção de ciências sociais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, onde se encontrava, desde 1934, Paul Arbousse-Bastide.
Recepcionados por Júlio de Mesquita no cais em Santos, os professores foram levados provisoriamente para o Hotel Termidor, no centro de São Paulo. Mas "como ganhavam bem, não demoraram a encontrar um local fixo de moradia. Lévi-Strauss alugou uma casa na rua Cincinato Braga, a poucos quarteirões da avenida Paulista; Paul Arbousse morou primeiro na Av. Brasil e depois no Brooklin; Maugüé manteve-se hospedado no Hotel Esplanada, perto do Teatro Municipal" (Schaden 1990).

A missão Lévi-Strauss visitou também os Bororo e os últimos representantes dos Tupi-Kaguahib do rio Machado, considerados desaparecidos, relata Lévi-Strauss em Tristes Trópicos. Aí, finalmente, o etnólogo alcança o momento tão esperado. A viagem real cola-se pela primeira vez à viagem sonhada, supreendendo o viajante que ao reencontrar seus antecessores fecha um ciclo: "Não há perspectiva mais exaltante para o etnógrafo que a de ser o primeiro branco a penetrar numa comunidade indígena [...]. Eu revivia, pois, a experiência dos antigos viajantes [...]" (Lévi-Strauss 1957:346).

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-93131998000100004#top15

sábado, 21 de março de 2009

a baixa lisboeta

numa pequena loja na baixa lisboeta (rua da prata) encontrei chocolates com azeite, sabonetes antigos_coisas p olhar e turista comprar.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

o médico ideal

Devido à crise o médico Nuno Grande já deixou de ter uma crónica regular no JN e aqui lembro uma das suas crónicas sobre o ideal do médico e de qualquer profissional de saúde: o respeito pelo doente. " o doente é mais importante que a doença".  
Na medecina chinesa o médico é pago por manter o paciente são, se ele ficar doente , n recebe nada_ algo q subscrevo. Ouvir ontem num debate que os medicamentos podem manter a doença em vez de curar, dá q pensar. 

Na actividade profissional, o médico, particularmente o de Clínica Geral, tem que avaliar as características humanas de cada doente. Como escreveu Osler, o pai da medicina clínica moderna, o doente é mais importante que a doença que, eventualmente o incomoda.

Ora, a condição humana caracteriza-se pela individualidade irrepetível de cada personalidade, pelo circunstancialismo da existência e pela complementaridade de todos os seres humanos.

De facto, cada um é ele próprio e a sua circunstância, como disse Ortega y Gasset, o que significa sermos cópias únicas de um discurso que se repete desde o tempo antes do tempo. Mesmo com a clonagem todos os seres humanos são únicos transportando uma história de vida que o caracteriza.

O conhecimento e o respeito desta individualidade são factor determinante da qualidade da relação do médico com o doente.

Mas a família a que o doente pertence é uma circunstância fundamental para o reconhecimento dos saberes, valores e costumes que lhe definem a respectiva identidade. Por isso, a medicina de família é a que tem maior afinidade cultural com os portugueses. O médico de família é capaz de compreender em cada doente as formas singulares de relação com a doença, ajudando-o a vencer a tensão provocada pelo anonimato, pela solidão e pelo sofrimento físico e emocional, imposta pela situação clínica, particularmente se exige internamento.

O medo do anonimato está relacionado com a identidade pessoal, mas também com a razão que o leva a procurar o médico.  aqui

O medo da solidão resulta da necessidade de sentir os outros interessados na história que o caracteriza em cada momento. A indiferença é mais penosa quando vivida no meio dos outros.

O medo do sofrimento tem implícito o medo da morte, mas é por vezes mais angustiante se traduz viver com perda da auto-estima.

O clínico geral tem o papel fundamental de representar o doente que nele confia face aos restantes componentes, profissionais de Saúde e burocratas, do Sistema de Saúde.