segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

fundamentalismo_guerra

Os mulçumanos fundamentalistas têm uma longa história de destruição de outras religiôes. Destruiram a universidade de Nalanda, baniram o budismo na Índia que só voltou a ser verdadeiramente implantado após a invasão do Tibete e fuga de budistas tibetanos e chineses para o berço do budismo. A tolerância não faz parte do seu vocabulário, nem o reconhecimento da diferença. Claro que nem tudo são rosas no budismo ou em qualquer outra religião, mas o islão eleva o grau de integrismo a um nivel top ten. E só quem não segue um pouco a estória recente se esquece de um casal inglês ameaçado de prisão por se beijar em público, do português preso e liberto por um fio, e tantas outras estórias. Quando olho as imagens de Gaza hoje penso apenas nos reféns inocentes de uma doutrina que os leva à destruição do outro e de si mesmo.
"Comme il faudra me démontrer qu’ignorer superbement les morts du Congo (ou du Darfour, ou du Zimbabwe…) pour mieux dénoncer l’opération de Gaza n’est pas la preuve d’indignations étrangement sélectives. Et il ne s’agit pas de questions rhétoriques: on n’en est plus là." aqui
Nalanda (foto)

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