terça-feira, 6 de outubro de 2009

gravata no Butão

Depois de ler posts (aqui e aqui) sobre gravatas lembrei-me de uma estória de relativismo cultural: Um dia o consul português na Índia teve que ir de urgência ao Butão ver o Rei. Quando lá chegou percebeu que se tinha esquecido da gravata. Foi até à única loja ocidental da capital e não havia, ficou desesperado quando de repente ouviu alguém na loja que lhe disse em inglês: "Se quiser, eu empresto-lhe uma." A honra portuguesa do embaixador estava salva por um inglês que vivia 6 meses no Butão e outros 6 meses em Sintra!_ O acaso faz bem as coisas.