sábado, 24 de outubro de 2009

morte e lei


1. suicídios na GNR,(blog verão verde) nas empresas como se a pulsão de vida se apaga-se --- como numa vela instável. Uns matam-se com pressa, outros devagar. Matar-se a si ou aos outros é em si mesmo um ato destrutivo e negativo, o budismo condena o suicídio, acha-o algo de doentio -- saída ilusória da estrada da vida, à qual se volta noutro momento porque dela não se saiu. A vida não é necessariamente alegre e a morte não é necessariamente miserável......Para onde se vai após a morte? Algumas pessoas acreditam que a morte é o capítulo final da vida, que não existe nada após a morte e, muito menos, que se possa renascer. Para elas a vida é curta e frágil. Em função de sua visão da morte, olham a vida com ceticismo e ansiedade. Em vez de enxergar a vida como um tesouro e fazer o melhor uso dela, essas pessoas vêem a vida apenas como uma oportunidade de mergulhar nos prazeres e satisfazer os sentidos. Como não olham a vida e a morte no contexto da Lei de Causa e Efeito estão prontas para fazer o que quer que seja, legal ou ilegalmente, para conseguir alcançar seus objetivos pessoais. Tal visão da morte e, portanto, da vida é errônea e pode nos levar à perdição. Embora os cristãos sejam diferentes dos budistas na forma como vêem esse julgamento final, eles também acreditam na existência do céu e do inferno e que há uma vida após a morte.


"Num certo sentido podemos olhar o fenómeno do suicídio como uma pessoa que está a tentar escapar a uma situação difícil. Para fugir à dificuldade, suicidamo-nos. Está ligado ao facto de pensarmos que temos uma só vida ou várias. Se só temos uma vida então é bastante simples: se a vida é insuportável então você faz o que quer. São assuntos complicados. Penso que como na mente humana há muitas disposições, os resultados são diferentes religiões e filosofias. O importante é a pessoa humana. É muito importante que você encontre uma coisa que é apropriada e adequada para si como ser humano. Deve encontrar uma coisa que pode digerir e depois utilizá-la”.(Dalai Lama)

2. este testemunho de uma americana budista que como policia viveu momentos complicados.


Vajra Gun

By Laurel Graham
Vajra Gun Tricycle
For thirteen years I was a law enforcement officer.. I did not identify myself as a Buddhist; . It is clear to me now that we could have been, and were, instruments of karma. But skillful action, discriminating awareness, karma, the law of causality were not terms used in law enforcement basic training.
For a Buddhist in police work, the most important thing is to be constantly aware of ego. It is not your anger, not your revenge, not your judgment, no matter how personal the event. For me it was not judgment, in the Western sense, but discernment. This kept me, and others, alive and healthy. This discernment allowed me to act skillfully in crisis. The law of causality allowed me to know that if I could not stop the perpetrator of violence or pain or loss, that some other vehicle would reach that person-karma. here