terça-feira, 23 de junho de 2009

hoje_Chokgyur Lingpa (1829-1870)

In this week of anniversaries of great nineteenth and twentieth century Tibetan Buddhist masters, today marks the anniversary of Chokgyur Lingpa (1829-1870), one of the most famous treasure revealers (tertön) of Tibet. here

Aniversário deste famoso mestre tibetano, muitas estórias da sua vida são contadas por TUR, pai de Mingyur Rinpoche, um livro que recomendamos vivamente a quem gosta de se inspirar em biografias de grandes mestres e outras personagens que fizeram parte da vida tibetana, entre elas o anterior Karmapa, no livro Blazing Splendor e no blog do mesmo nome.

domingo, 21 de junho de 2009

movie_ reencarnação

Como tanto se falou em Osel e da sua vida que aqui está um outro exmplo recente mas adaptado ao local do nascimento, nascer no oriente n é o mesmo q nascer no ocidente, cada caso é um caso e as generalizações são sp redutoras.

"“Unmistaken Child” documents the four-year search of Tenzin Zopa, a gentle, baby-faced 28-year-old Nepalese monk, for the reincarnation of his Tibetan master, Geshe Lama Konchog, who died in 2001...
The direction of the smoke from the pyre at Lama Konchog’s cremation and the sand patterns below it offer the first indications of where to search. A Taiwanese astrologer predicts that the child’s father’s name probably begins with an A, and that the most likely birthplace has a name beginning with the letters TS. Everywhere the monk goes, he inquires about the existence of special children who might be the appropriate age. But the film finally doesn’t convey the time and labor spent by the monk. And when the child who may be the reincarnation is located in the Tsum Valley of Nepal, he is obviously older than 1 ½ and can speak well enough to be understood.
Once found, he is tested by monks, who ask him to pick out Lama Konchog’s prayer beads, and his hand drum from a selection. To their relief, he chooses correctly. The Dalai Lama gives his approval, and in the film’s most emotional scene the boy’s head is shaved as he weeps and protests.
His parents must formally agree to give up their child, who is taken to Lama Konchog’s mountain retreat, which has fallen into a state of disrepair. Later he is dressed in red and golden robes and a headdress, and transported in royal style to the monastery, where he will be trained and where he bids farewell to his parents."

GPS.pt

Hoje li: "a forma como percebemos o universo, o tempo, a morte e o renascimento têm muito a ver com a altitude e a latitude." A geografia que define o espaço onde estamos, torna pertinente a pergunta que nos primeiros tempos se fazia qd falava ao telemovél: onde estás?, sabendo bem q a resposta podia ou não corresponder ao real. Talvez dai o sucesso do GPS e do seu jogo associado à localização- um jogo infantil, adaptado a adultos_ é divertido encontrar coisas escondidas_ "Algumas caches contêm o que se chama de "travel bugs" ou "Geocoins" - objectos que se deverão mover de cache em cache, e cujos percursos são registados online." e devemos evitar que as tais coisas sejan destruídas por muggles (aqueles que não estão a par do "jogo").

No Tibete era comum alguns yogis esconderem objectos, livros, etc, para mais tarde serem descobertos, pois achavam que tudo têm um tempo certo para se manifestar e aparecer- um tempo e lugar certos.

Nós por cá temos pouca montanha e muita praia e parece-me que pouco sabemos da nossa localização priveligiada, temos que voltar a pôr-nos no mapa como país e como pessoas_ podemos ser um país gourmet e ter tempo de qualidade para nós mesmos, tempo para fazer aquelas coisas de que gostamos, tempo para descobrir os tesouros escondidos da nossa infãncia (ou outros) que nem sabemos que existem, tempo para agradecer o estarmos vivos e de boa saúde, tempo para unir o espaço\tempo num dolce far niento.A pouco e pouco saberemos onde estamos como pessoas e como país_ no tempo e local certos.

sábado, 20 de junho de 2009

brasil drupchen

Últimos dias para a inscrição no Drubtchen da Essência do Sidi**

Jigme Rinpoche confirmou presença no próximo Drubtchen da Essência do
Sidi, que acontecerá no Khadro Ling de 23/06 a 01/07.

Drubtchen significa  grande realização . No passado, monges e iogues
experientes executavam os estágios da prática até alcançar um nível
elevado de maestria e, então, praticavam-na em um drubtchen, com
rituais elaborados, oferendas extensas de tsog e danças sagradas.

Hoje em dia, na Ásia, leigos e ocidentais geralmente não participam
das cerimônias do drubtchen, limitam-se a circum-ambular o templo
onde ele está sendo realizado.

Foi a grande confiança de Chagdud Rinpoche nos praticantes ocidentais
 sua convicção de que estes podiam aprender rituais complicados,
cantos, danças e de que conseguiriam meditar enquanto faziam tudo
isso   que o inspirou a estabelecer os primeiros drubtchens no
Ocidente.

Saiba mais e faça sua inscrição para o evento.
<http://pt.chagdud.org/agenda/drubtchen-da-essencia-do-sidi.html>

domingo, 14 de junho de 2009

Dalai Lama e Buddhaline.fr

video conferência do Dalai Lama em paris a 7 de junho de 2009 sobre ética e sociedade


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SELECTION
DE SITES
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Vie et spiritualité
Ouvrages de vulgarisation du Bouddhisme en ligne
http://authentique.free.fr/

Matthieu Ricard
Le blog de Matthieu Ricard
http://www.matthieuricard.org/index.php/blog/

Les postures de Bouddha
Les principales postures de Bouddha et leur signification.
http://daniel.fournier3.free.fr/boud.html

Crónicas de outro mundo
Un blog sur le bouddhisme en anglais et portugais
http://chodon-budismo.blogspot.com/

The Prince’s Rainforests Project
Le projet de protection des forêts du prince Charles. Ne manquez pas la vidéo de présentation.
http://www.rainforestsos.org/



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http://www.buddhaline.net


Mingyur Rinpoche

“Quando estamos totalmente imersos dentro da água, ou, de maneira correlata, dos nossos sofrimentos, podemos nos afogar sem perceber”, diz Mingyur Rinpoche. Nessa situação, a água entra pelo nariz, turva os olhos, não conseguimos respirar. “Não há nenhuma vantagem em permanecer assim. Então, nem que for por um instante, precisamos tentar sair da situação para encará-la de outra maneira”, ensina. Pelo menos para inspirar um pouco de oxigênio, se afastar da turbulência, nos fortalecer. Por momentos, podemos ver que não somos o próprio rio, só estamos envolvidos nele. Dar um passo para trás e observar o que acontece de outro ângulo é essencial para desenvolver outra perspectiva.

"Esse afastamento da situação pode ser muito positivo. A partir desse momento, ela não tem mais o poder de nos arrastar para o fundo do poço”, afirma o mestre. Esse distanciamento nos oferece uma nova visão da realidade, mais verdadeira e abrangente.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

what about you?

what about you? If someone need you, are you on line?


Now is a good time



phone_ringingHere at the Sun, we are currently giving a lot of thought to wisdom for difficult times as that will be the theme of our August/September issue. What follows is an anonymous account from one of our readers on how a Buddhist perspective helped her through a challenging period in her life. –Andrea Miller
I knew I needed some help and I needed it fast. Struggling, I opened the phonebook to look up the crisis line. After many tries I got through, but a recorded voice said, “There are no volunteers available to staff our line” CLICK…DIAL TONE. This was bad.
OK, OK, Plan B, Plan B, call a church. I began to go through all the churches close by. United, no too far away, Catholic, close but disappointing in the past… okay, the Buddhists. How about them? I asked myself. Close enough and no past pain associated. When someone picked up the phone, I said, “You don’t know me, but I really need someone to talk to.” The person on the other end said, “Now’s a good time. I could come to you or you could come to me.”
That moment changed my life, my anxiety level came down at the speed of an elevator. Two days later I learned to meditate and I have been active with the same Buddhist community for the past fifteen years.
Years later I became a crisis line volunteer myself, and with a good deal of Buddhist training to support me, I had the opportunity to answer the phone and give some distraught person the sense that “now is a good time.”

segunda-feira, 1 de junho de 2009

lama yeshe ontem e hoje





link





yesteday and today_ hoje com 24 anos vive em Madrid em anominato, fugiu do mosteiro de sera, mas isso não é nada de raro no budismo. Aos 18 anos já podia fazer o que lhe apetecia_ e quantos jovens não fazem o mesmo. Há mesmo o caso de Tulkus nunca poêm os pés no mosteiro para onde é suposto irem.

_ I doesn’t think Osel has turned back on Buddhism; rather, has turned back on the past in order to approach future needs of sentient beings.....


"certain media find ways to sensationalize and exaggerate an unusual story. So I hope that what appears in news print is not read and taken too literally. Don’t believe everything that is written! Experience shows that however hard one tries in interviews to sincerely and honestly convey key information, the printed result can tend towards sensationalism to get the most attention. FPMT is doing a great job and Lama Zopa is an immensely special person - very inspiring and a great yogi. Personally, my job is to find new ways in which to discover the true nature of our being. There is no separation between myself and FPMT — we are all working together in so many aspects and terrains. Humanity is our office. You can see the letter from Osel here.
---------------------------------A vida dele já deu um livro e pelos vistos ainda dará outro(s). Para quem gosta de biografias são bons livros para ler, sobretudo o 2º q têm mesmo uma visão interessante em como um ramo do judaismo tb acredita na reencarnação.

Reincarnation tells the remarkable story of a child destined to become one of the most important and unusual spiritual leaders of our time. Osel Hita Torres became the focus of world attention when he was recognized by the Dalai Lama as the reincarnation of Lama Yeshe (beloved teacher and author of Introduction to Tantra, and others), who died in California in March 1984. This story tells of Lama Yeshe's life, death, and rebirth as the little Lama Osel, while explaining the controversial phenomenon of reincarnation in a clear, engaging, and practical way.

Mackenzie briefly reviews the lives of people she believes are reincarnations of Tibetan lamas. What makes her book of special interest is that these people live in the West, while previous reincarnations have been in the East. For example, her first chapter examines the life of a Canadian recognized in his childhood as such a reincarnation. The account of a woman from Maryland who is a tulka is both candid about the problems she has faced and interesting in its feminist perspective on the subject. Along the way, Mackenzie examines the views of Western psychologists, scientists, and religious leaders on reincarnation. Though portions of the book may seem strange to many Western readers, it is recommended for libraries seeking supplemental material relating to Tibetan views of reincarnation.
David Bourquin, California State Univ., San Bernardino
Copyright 1996

Product Description
Acclaimed journalist and author Vicki Mackenzie asserts that Buddhism's special message for Westerners is being conveyed through the reincarnation of Tibetan lamas in Europe and North America. She explores the implication of reincarnation in the West and its implications for western science, religions, and the nature of consciousness.