segunda-feira, 28 de setembro de 2009

comer

e bem digerir, faz bem à saúde.

A tradição Nagpa no Budismo Tibetano

A tradição Nagpa no Budismo Tibetano

As maiorias das pessoas que têm alguma familiaridade com o Budismo Tibetano ou alguma leitura básica do mesmo, pensam que o caminho dominante da prática budista é guiado pelos Lamas e Monges chamados Rabjuns, facilmente reconhecíveis por sua cabeça raspada e roupas vermelho escuro. Muitas pessoas no ocidente que já receberam ensinamentos budistas, o fizeram com estes tipos de Lamas celibatários. Inclusive nos numerosos documentários e filmes sobre o Tibete, Himalaia, budismo, etc. a maioria de Monges e Lamas que aparecem pertencem a esta tradição.
É bom dizer que este não é o único caminho da prática espiritual do budismo tibetano, nem tampouco o primeiro, que se remonta a outro caminho: a tradição Ngak´phang, herdeira do Tantra budista desde os tempos do próprio Buda Shakyamuni.
Os primeiros praticantes ordenados do budismo tibetano foram os Ngagpas, também conhecidos como a Sangha Branca ou tradição Ngak´phang.
Hoje em dia é minoria em comparação numérica com os Rabjuns, sobretudo com a invasão chinesa no Tibete no ano de 1959, a tradição perigou devido ao êxodo.
Historicamente, as Sanghas ou comunidades Brancas (ngagpas) e as Sanghas ou comunidades vermelhas (trakpas), conviveram nas mesmas tradições e linhagens como a Nyingma, Sakya, Kagyu e inclusive, mesmo que raramente, também havia alguns ngagpas na tradição Gueluk.
O termo "ngak" é o equivalente tibetano de "mantra" – palavra sânscrita que pode ser interpretada de muitas maneiras de acordo a tradição, mesmo que talvez a denominação geral se refira a: "aquilo que protege a mente". Também o termo ngak pode se referir a "feitiço", "palavra" ou "palavra de poder" dependendo do contexto. Quando se remete a feitiço se refere ao feito de conseguir alguma coisa original ou extraordinária vinculado à consciência. A consciência neste sentido deve ser entendida como "rigpa": o estado não dual da presença instantânea. Deste modo consciência-feitiço, se aproxima do significado de mantra: o que protege a mente.
O termo "phang" significa ter poder e autoridade para usar alguma coisa. Significa ter a habilidade e a experiência para realizar alguma coisa, e aqui, a ferramenta, o método para a realização é ngak.
Derivadas do termo Ngakphang, encontramos as palavras ngagpa e ngagmo. Pa e Mo são terminações indicativas de homem e mulher respectivamente. "Ngagpa" é um praticante Ngak´phang homem e "Ngagmo" é um praticante Ngak´phang mulher.
Os Reis do Dharma no Tibete ensinaram duas formas de seguir o caminho de Buda. Uma delas, que foi utilizada pela maioria dos Lamas fundadores das escolas antigas, foi o caminho Ngagpa.
Foi Guru Rinpoche quem difundiu os ensinamentos Vajrayana no Tibete. Nesta época todos os praticantes eram ngagpas como o próprio Guru Rinpoche. Os Monges e Lamas seguidores desta via podiam e podem se casar e construir famílias vivendo em suas casas e formando mosteiros.
Mais tarde, foi o mestre hindu Atisha quem deu os votos (votos de Guélong) aos Monges Rabjuns vestidos de vermelho escuro e conhecidos como a "sangha vermelha". Estes raspam a cabeça como sinal de um de seus mais importantes votos, o do celibato.
Ao contrário, os ngagpas se reconhecem por deixar crescer seus cabelos e usar a cor branca em alguma parte de suas vestimentas, como na época dos grandes Mahasidas na Índia. Por isso são conhecidos como a "Sangha Branca".
Os yoguis estão mais perto da prática do mais profundo ensinamento do Buda, o Vajrayana.
Desde o tempo do Rei Trisong Detsen (740-798), as sanghas vermelha e branca da tradição Nyingma (a primeira tradição ou escola do budismo tibetano) se sentam dos lados direito e esquerdo da assembléia de praticantes.
No tempo do Rei Ralpachen, ele soltou sua longa trança de cabelo deixando-o solto de modo que ambas as sanghas pudessem se sentar no seu cabelo. A sangha vermelha se sentou do lado direito, e a sangha branca se sentou do lado esquerdo. Isto simbolizava a consideração de ambas sanghas com igual mérito.
Infelizmente, seu irmão (Langdarma) o assassinou e potencializou a tradição ancestral Bön, começando um longo período de perseguição ao budismo. Destruíram mosteiros e forçaram os monges a abraçar a religião Bön.
Sua intenção também era destruir a sangha nagkphang e o seu prestigioso e principal praticante Vairochana. Mas, quando se enfrentaram, Vairochana com seu poder tântrico se transformou em um escorpião do tamanho de um yak sobre a cabeça de Langdarma. O Rei, aterrorizado decidiu não submeter os Ngakphang e se contentou em subjugar unicamente a sangha vermelha.
Durante este período obscuro de perseguições os Lamas Ngakphang mantiveram viva a linhagem Nyingma, razão pela qual esta tradição ainda é mantida com altíssima estima.
Se não fosse por eles a linhagem Nyingma teria desaparecido e com ela, o budismo tibetano.
Hoje em dia a tradição esta estabelecida no ocidente fruto de numerosos mestres ngagpas da tradição Nyingma, Kagyu e Sakya, estabelecidos no exílio.
A tradição permite uma prática em família, em consonância com a idiossincrasia ocidental. Um compromisso do caminho budista sem ter que ser celibatário, se relacionando com a família, os amigos, e a sociedade em geral, mas olhando tudo com a mesma base de liberação e convertendo todos os momentos na terra realizável para a prática.
A tradição Ngakphang traz o entendimento para o ocidente de que o budismo não é primariamente monástico ou estritamente ordenado desde o conjunto de votos da sangha vermelha, os votos de quélong. E ainda mais, os Lamas Ngakphang desde a preservação de suas linhagens tântricas, costumam ter conhecimentos muito mais profundos do caminho tântrico que é a base fundamental do budismo Vajrayana.
Além de Vairochana, muitos outros grandes ngagpas se destacaram por sua sabedoria e erudição, como Khyechung Lotsa o qual se destacou como um dos mais prestigiosos mestres ngagpas da antiguidade. Lembram-se suas proezas e capacidade tântricas, como dar ensinamentos para pássaros. Outro célebre ngagpa da antiguidade foi Yeshe Shonu, que se destacou como um dos líderes ngagpas posteriores a perseguição do Rei Langdarma. Também se destaca o ngagpa Pelgyi Wangchuk que fundiu sua purba no fundo de uma rocha para demonstrar seu profundo grau de realização.
Os ngagpas podem praticar de forma diferente, nas cidades ou em mosteiros onde a pratica pode ser em comum ou bem feita de forma solitária em retiro.
Na India havia grandes mosteiros como o de Nalanda, onde a tradição ngagpa estava muito enraizada: por exemplo, os oitenta e quatro Mahasidas eram a sua maioria ngagpas. Na época que Virupa era abade de Nalanda, durante o dia recitava Sutras (ensinamentos) e pela noite praticava tantras. Tempos depois, certos monges o criticaram por isso, assim que decidiu devolver os hábitos e vestir cor branca, tal como faziam todos os Mahasidas da India que não foram monges. Essa é a origem do Shandab branco da saia dos Ngagpas. Outro signo de identidade são seus mantos ngagpas com listras brancas e vermelhas.
Sobre deixar o cabelo comprido, a causa se acha no fato de que quando se pratica um retiro não se pode cortar o cabelo nem o lama nem os monges, porque o cabelo comprido é símbolo da vida em família. Diferentes penteados yóguicos caracterizavam os ngagpas, como o Thor Gtsug, cabelo penteado com um turbante na parte mais alta da cabeça. O Thor Khyil, cabelo retorcido, coberto, ou enrolado no topo da cabeça. O Zur phud, cabelo em nós separados em blocos no topo da cabeça. O Tra-dril, cabelo trançado. O Traching, cabelo solto. E muitas mais variantes. Também era uma tradição fazer tranças no cabelo da barba dos homens assim como levar pingentes de conchas em devoção a Heruka. No Tibete todas as pessoas casadas usam o cabelo comprido e apenas os tragpas o usam curto, ainda que atualmente, muitos ngagpas cortam o cabelo por motivos práticos.
Os ngagpas nômades, ou errantes eram reconhecidos pelo colete de suas roupas, feito de pele de ovelha e seu takdröl ou "pega-cabelo" feito em ouro. Outros muitos ngagpas errantes eram chamados de Chödpas pela singularidade de sua prática de Chöd (Gçod). Estes ascéticos praticantes, andarilhos dos caminhos do Himalaia, anunciavam sua entrada nos povoados cantando hinos tântricos e acompanhados sempre por seu Khatvangha, tridente místico ou tântrico de Padmashambava que indica o poder da prática Vajrayana. Também levavam visivelmente seu Gomthag de Naljorpa ou cinto meditativo de yogui tântrico. Geralmente iam para ajudar as pessoas com seus poderes curadores e rituais fúnebres que consistem em desmembrar o cadáver para entregá-lo aos abutres encarregados de levá-los para o céu. Nestes rituais, os ngagpas chödpas usavam em ocasiões crânios e fêmures com os quais elaboravam suas kapalas (recipientes de oferenda) e suas trombetas de ossos, fundamentais para seus rituais (ngak-ru). Estas praticas, podem parecer mórbidas ou desagradáveis para a visão ocidental, mas são um exemplo vivo da aproximação da morte, para possuí-la e vive-la profundamente com conhecimento. De fato, os Chödpas rondavam os cemitérios e outros lugares para propiciar a entrega de sua essência física a partir da prática de Chöd. Esta pratica elaborada consiste em toda uma serie de pré-requisitos e desenvolvimentos a traves dos quais, a atividade principal consiste na visualização da divindade. Na frente dela, o meditante se visualiza a si mesmo e o seu crânio concretamente como um caldeirão de seus próprios elementos orgânicos esquartejados. Assim, oferece um banquete em várias formas e em diferentes horas do dia e da noite aos maras e seres malignos, depois de convocar-los reiteradamente a través dos toques de sua trombeta feita com fêmur humano (ngak-ru). O objetivo é reduzir o mérito da atividade, suas dividas kármicas e as dos demais com a finalidade de eliminar obstáculos e propiciar a saúde e bem estar para todos os seres secientes, assim como destruir em forma de banquete a própria identidade dualística. Um Chödpa, não pode recusar jamais o pedido para realizar a prática seja aonde for que a pediram.
Destacaram na antiguidade grandes universidade ngagpas como o Repkong Ngakpa Dratsang e a Chang Gö-kar em Amdo, que foi presidida pelo grante Gompo Tsédan Rinpoche.
Hoje em dia, as comunidades ngagpas no exílio tem tentado se reorganizar e recuperar suas práticas tradicionais seguindo o exemplo de grandes mestres ngagpas como usa santidade Sakya Trizin.
A vida espiritual de um praticante ngagpa por sua idiossincrasia social e familiar tem estado tradicionalmente voltada ao compromisso e vínculo com seu entorno más próximo. Preservando a doutrina, transmitindo-a no contexto familiar e cuidando de muitos valores ancestrais culturais e populares, como as artes, as ciências, o folclore, a literatura, etc...

sábado, 26 de setembro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

tulku movie(6)

link-----


o misterioso portugal profético

uma opinião de um português publicada em Espanha.

El Portugal actual no sabe por dónde tirar. No sabe cómo despertar. Pero este problema, que parecía ser específicamente portugués, se ha visto que, al final, es de todo el mundo occidental. Quizás a causa de la fragilidad de su economía, Portugal sintió primero los síntomas de una crisis que es de todos. Efectivamente, la Península Ibérica constituye un lugar profético. Profética fue nuestra relación con el mundo árabe, a partir del 711: un anuncio de la tensión que marca, aún en la actualidad, las relaciones entre las naciones occidentales y el islam. Profética fue también nuestra expansión colonial: un bosquejo de la actual globalización. Profética fue en fin la guerra civil de España. Quizás esta capacidad de profecía ocurra porque llegan aquí primero las pateras de la historia. En el callejón sin salida que es el presente de Occidente, Portugal se siente, por decirlo de alguna manera, en su ambiente. El futuro que no tenemos hoy los occidentales es el futuro que Portugal siempre ha tenido. Y puede que la capacidad de inventar y de inventarse de los lusitanos sea una de las llaves del porvenir. texto de gabriel magalhães

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

um post emprestado.australia


Publicado por Marco Santos [23/Setembro/2009]. Categoria: Instantes

Relacionado (ou não): Panorâmica Celestial [14/Janeiro/2008] 
Marcadores: 
Sidney
Uma tempestade de areia sobre Sidney, na Austrália, transformou a cidade numa metrópole marciana: as cores avermelhadas do céu lembram os próprios céus de Marte. A tempestade de pó chegou a ser tão intensa que, em alguns locais, a visibilidade ficou reduzida a 10 metros. Todos os voos para Sidney foram cancelados. Segue-se, na próxima página, um impressionante conjunto de fotografias captadas hoje.

frase do dia

alguém nos vier propor que a imaginação exibida em público passe a pagar imposto.

surf aqui e lá

Sal na Terra remete para a ideia de reminiscências bíblicas de que o sal dá tempero à vida, mas, também, para o facto do sal ser um vestígio material do surf. O sal é um elemento constituinte e fundamental do lugar do surf: o mar. Depois, é parte táctil da memória que fica do surf. Quando se sai da água, o sal no corpo é o que faz perdurar a experiência, mantendo-a acesa no regresso. Estes textos procuram, por isso, utilizar o sal como elemento de ligação do surf com o resto da vida, lançando um olhar para as coisas quotidianas que parte da experiência do surf. Ou seja, a um tempo, exploram o "tempero" que o surf acrescenta às vidas e olham para as coisas que não são necessariamente do surf, como se dele se tratassem. à terra.
Ele viveu em Portugal e cresceu por aqui. Publicou um livro book de Wisdom Publications, Saltwater Buddha (o Buda da água salgada)_ ele é um jornalista- surfer -budista vejam o YouTube video ou o seu blog here.

domingo, 20 de setembro de 2009

Cultivating a Compassionate Heart

Tendo em conta como o ser humano gosta de fantasiar e bisbilhotar a vida dos outros, sobretudo em grupo, budista ou não, aqui vai uma boa dica, agora e sempre_ e claro "o silêncio" é ouro.

"As is often the case when the sangha has leisure to dwell in unscheduled space, it uses the opportunity to gossip and tell more or less enlightened tales of the guru." _ 

Seven Tips for Giving Up Gossip


1. Recognize that gossip doesn’t undo the situation you’re talking
about. It only puts in motion another situation based on negative feelings.
2. Know that comparing yourself to others is useless. Everyone has his or
her own talents. In this way, give up jealousy and the wish to put others down.
3. Be aware of and transform your own thoughts, words, and deeds rather than
commenting on those of others.
4. Train your mind to see others’ positive
qualities and discuss them. This will make you much happier than gossiping ever
could.
5. Forgive, knowing that people do harmful things because they are
unhappy. If you don’t make someone into an enemy, you won’t want to gossip about
him.
6. Have a sense of humor about what you think, say, and do, and be able
to laugh at all of the silly things we sentient beings carry out in our attempt
to be happy. If you see the humor in our human predicament, you’ll be more
patient.
7. Practice saying something kind to someone every day. Do this
especially with people you don’t like. It gets easier with practice and bears
surprisingly good results.

Bhikshuni Thubten Chodron is a
student of H.H. the Dalai Lama and founder of Sravasti Abbey in Washington
State. Her most recent book is Cultivating a Compassionate Heart.

Amaa, 104 years young.

como o blog vai desaparecer aqui ponho um post de que gosto:



Please allow me to introduce you to the one known simply as
Amaa, 104 years young. I mentioned before that I’d heard of her, through one of
her students who attended a few of my classes. But it was only yesterday that I
was finally able to sit at her feet, in the back room of a small shop run by her
eldest adopted son, and marvel at one who has been a faithful devotee of the
Buddha for nigh on 96 years in this life, all the way through the dark decades
of Communist rule.

Amaa is a daughter of the northeastern Khentii
province, birthplace of Chingghis Khan and a great stronghold of the
Buddhadharma for centuries. The Mongolian Monastery Documentation Project counts no fewer than 101 Buddhist institutions that
flourished in Khentii
(sorry, Mongolian only) prior to the Stalinist
purges. From what I can gather, it also seems a particularly strong place of
women’s spirituality, with many deeply respected female meditation masters and
practice communities.

Amaa as a child awakened devotion to
Green Tara through her lama father. She practiced with Tara’s mantra and that of
Shakyamuni Buddha first, while learning and memorizing other texts. Soon,
however, she was introduced to Padmasambhava and the traditions of Danzan
Ravjaa. She adopted as her central practice Danzan Ravjaa’s chöd (cutting
through ego attachment), known more commonly in Mongolia as luijing (body
offering). She developed the practice and then took it into a two-year cave
retreat from age 24-26. Even during the Communist years, Amaa maintained
regular, secret nighttime practice, and would periodically venture forth to the
chödma’s favorite meditation spots, remote cemeteries (in the practice, one
deliberately seeks out, even summons, confrontation with one’s deepest fears and
conquers them with the Buddha’s oldest tools: wisdom and
compassion).

Many now seek Amaa’s special blessing, and she has
gained renown as the only person in the eastern provinces fully qualified to
guide those who have recently died through the intermediate stage between lives.
She does this based on the text of Padmasambhava she has memorized known as The Great Liberation Upon Hearing in the Intermediate States or, as it is popularly
known in the West, The Tibetan Book of the Dead.

I feel reluctant to
say too much more just now (I just read a Mongolian saying in my grammar book:
“He who talks a lot, fails a lot.”). I had a long lunch today with Amaa’s
disciple, heard more stories, and got an insistent itch to travel to Khentii and
see what’s what there for myself. It looks like this may be possible, as Amaa
and many others will soon hold an annual summer gathering at the site of Gashaar
Monastery, near the cave where she spent those two years. They say it’s remote,
and gorgeous, and powerful. After three months cooped up in the city, I needn’t
hear any more than that.
June 02, 2008 at 10:27 AM



I also want to clarify something from the last post. It turns out Amaa did
not do a solitary retreat in a cave for two years. She said she was actually the
youngest of 16 tantric practitioners who went to the remote countryside for
extensive teaching and practice with a powerful Tibetan lama by the name of
Zundui. They managed to stay together for a little more than two years before
the Communist zealots got wind of their enclave and forced them all to flee.
Some were caught, others escaped and melted into the general
population.

Amaa seems full of stories of the unusual cat-and-mouse with the cops these lamas played. One of her teachers, Artiin Mergen Pandita, was with a friend when the troopers came. He quickly made two circles of sand on the ground and told his friend to stand in one while he stood in the other. He told his friend, “No matter what, don’t move.” As the armed men approached, however, the friend couldn’t contain his fear and crawled out of the circle. As soon as he did so, he became visible and was captured. The lama remained invisible inside his circle and escaped.

Zundui also escaped several times in odd ways. Once, he had gone to visit his mother with two horses. The authorities, who were trying to round up all the high lamas, got
wind of this and galloped over to her home. On approaching, Zundui and his
horses could not be seen, but they were confronted by two bears and ran away.
Another time, Zundui was on his horse and detained by another on horseback.
Zundui asked the other, “I wonder how heavy you are?” He then pinched the man’s
clothes with two fingers and lifted him off his horse. The other man, petrified
by the lama’s power, let him go. Another time, he was being chased in the
mountains on horseback when a sudden fog rolled in, and even though his pursuers
saw steaming piles of horse manure to indicate he had been there seconds
earlier, they could never find him.in blog


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

circulo feliz

partilhar e respeitar ajudam a construir os pequenos momentos de felicidade na vida_


foto de Willy Ronis (Pluie place Vendôme, Paris, 1947)_ e Didier Sévanne (os flamingos rosas).

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

pesquisa google

tentem_____ pesquisa google e enter:

Dictionary and Synonyms: --- define euphemism 

Weather: ----- weather lisbon 

Current time of any place: ----- time lisbon 

casual chic_moda_ it´s up to you 09

Hoje o NYT têm um artigo sobre moda e como os hábitos de consumo estão a mudar: "Here is the reality: More and more people shop at H & M and other purveyors of cheap chic. Consumers do not see longevity in the clothes they buy." _as mulheres preferem o chic e barato como nas lojas H & M __o site é muito bem feito, podemos criar o nosso estilo, imprimir e ir comprar. A isso chama-se inteligência a comprar (inteligent shopping), o shop smart_ ou seja, ter uma perspectiva a longo prazo e não comprar por impulso e sem nexo. Reciclar é o futuro_ combinar peças de verão com inverno-- evitar a expressão "ele\a veste....".

9\11

Um amigo meu cortava o cabelo num barbeiro árabe que parecia surpreso, eu via o telejornal da RTP sem acreditar no que via em directo.Hoje o meu amigo só me fala em teorias da conspiração. Eu continuo a pensar na morte que vi em directo nas vidas alteradas, no sofrimento, e no pó tanto pó_somos todos pó.
Em New York, um religioso budista japonês, inspirado numa cerimónia que se faz no Japão em memória das vitimas de Hiroshima, ao põr do sol, coloca kayaks com lanternas no rio Hudson_
o memorial

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Cuidando de nossos pensamentos

"Há um ditado ch'an (zen) que diz: "Não há nada que não possamos realizar quando somos capazes de nos concentrar, sem oscilações." Quando o pensamento é sereno, o universo torna-se luminoso. O pensamento é como um lago: quando a superfície é plácida e calma, tudo se refle com nitidez. Mas, quando o pensamento fica turbulento, tornamo-nos incapazes de enxergar nitidamente nossa verdadeira natureza. Por isso, devemos sempre manter pensamentos corretos para "cultivar qualquer bondade que porventura ainda não possuímos e desenvolver as já existentes e prevenir o desenvolvimento de qualquer mal e cessar os já existentes em nós."
Se formos capazes de tomar conta de nossos pensamentos, ainda que não alcancemos a budeidade, ao menos estaremos mais próximos de nos tornar santos e sábios!"

Trecho do livro Receita para o coração, Venerável Mestre Hsing Yün, Escrituras Editora, São Paulo, 2007.



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Templo Zu Lai
www.templozulai.org.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Kailash Manasarovar Children of Humla

Olá a todos

Esta foto é dos meus amigos Pernilla e Ian Smith eles são Suecos mas estão
neste altura a residir em Khatmandu. Tem um projecto muito interessante de
apoio á região Nepalesa de Humla (é no fim do Nepal e a zona mais próxima do
Monte Kailash) que é a mais pobre do pais. Estão a dar apoio a um projecto criado por alguns monges budistas da escola Nyingma.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ir e voltar

"experiências de quase morte" ____há viver e morrer e ir e voltar___lembrei-me deste livro ao ler o blog "vida das coisas"_ traduzi um livro sobre o assunto em inglês_ gostei de ler em português relatos típicos e pessoas que todos conhecemos.ex: no blog da editora


"Dezenas de portugueses penetraram no “outro lado da vida” e narraram aos autores deste livro as suas impressionantes experiências de quase-morte.
 
Vivências transformadoras que nos suscitam a reflexão sobre o verdadeiro sentido da vida e a grande pergunta: que “portas” abrirá a morte à nossa consciência? Uma coisa é certa: em termos científicos, já não se pode afirmar que a mente e a consciência dependem do cérebro e do corpo físico para permanecerem vivas e em pleno funcionamento.
É necessário que a morte deixe de ser um tema tabu. Esta obra fala da morte com a mesma naturalidade da vida: como um continuum que não causa qualquer aflição ou pavor. Margarida Rebelo Pinto, Adalberto Alves, Fernando Dacosta, Isabel Wolmar e Maya, são algumas das personalidades portuguesas que passaram por uma experiência de quase-morte (EQM). Em entrevista aos autores deste livro, contam aquilo que viram, o que sentiram, e até, por vezes, o desejo de ficar do lado de lá.
Relatos Verídicos - Experiências de Quase-Morte recolhe mais de duas dezenas de testemunhos de quem passou por este tipo de experiências e analisa, com rigor científico, a possibilidade de que a mente e a consciência existam independentemente do corpo físico, do cérebro. Esta análise científica foi coordenada pelo professor Manuel Domingos, presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia, e teve o contributo do cardiologista holandês Pim van Lommel (cujo estudo sobre EQMs foi publicado na prestigiada revista de Medicina Lancet), para explicarem os pontos de vista e os limites da ciência, e darem a sua perspectiva, enquanto cientistas, sobre o fenómeno. De que forma a física quântica, os conceitos de Luz, de energia e de não-localidade podem ajudar a explicar as EQMs? O que vêem as pessoas que seja capaz de mudar para sempre a sua vida? Onde começa e onde termina o papel do cérebro? Estas e outras questões são respondidas em discurso indirecto e em entrevistas, numa linguagem simples, clara e acessível ao grande público.
A fechar o livro, um artigo do investigador Paulo Alexandre Loução vai às raízes históricas destas experiências e explora a sabedoria Antiga em relação ao tema da morte e da sua natural aceitação. Uma obra inédita que conjuga o lado humano, a ciência e a tradição de uma forma inovadora. Uma nova perspectiva de enfoque sobre o fenómeno natural a que chamamos morte.
 
“O nosso cérebro, é, na realidade, uma máquina fabulosa que consegue efectuar qualquer coisa como alguns muitos milhões de operações por segundo (…). Mas não tenhamos ilusões, (…) a essência do nosso ser não é apenas algo produzido por umas moléculas, por uns átomos.”
Manuel Domingos
(Presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia)
“O cérebro recebe a consciência, mas não a produz.”
Pim van Lommel (Cardiologista holandês, cientista de referência no estudo das EQMs que participa neste livro)
 

“Comecei a ver a minha vida como um filme a andar ao contrário. Comecei a lembrar-me de mil e uma coisas, mas num andamento extraordinariamente rápido, como se estivesse num túnel. Era um túnel aquático, mas era como se fosse um túnel luminoso. E estava num estado de extrema paz, como uma pessoa que está a adormecer. (…) A morte e a vida são como um cordel com duas pontas, uma está numa ponta e outra noutra ponta, mas o cordel é o mesmo.”
Adalberto Alves
 


“A certa altura, eu estava acima do meu corpo. (…) Comecei a ficar fascinado. Estava acima de mim próprio! Comecei a ver umas cores lindíssimas que eu não conhecia, com uma música muito suave e distinguia muito bem o som de sinos (…) Isso deu-me outra visão, tornou-me melhor pessoa e devo-o muito a essa experiência [de quase-morte]. Também me tirou essa história do medo da morte.”
Fernando Dacosta
 

“De repente, deixei de ver as pessoas, deixei de ver tudo e vejo um corredor, uma espécie de um túnel (…) que, ao princípio, era meio escuro, mas que lá dentro tinha uma luz muito, muito bonita. Vejo nessa luz a minha avó e o meu padrinho (…) Não tem nada a ver com sonhos. Sei que estive mesmo lá. Não me deixaram lá ficar e eu tenho muita pena. Muita pena. Não estava ainda no meu destino. Cada um tem a sua missão a cumprir.”
Isabel Wolmar
 

“Quando dei por mim, não estava a dormir. Estava a pairar por cima do meu próprio corpo. Estava a olhar para baixo e a ver o meu corpo lá em baixo, contorcido de dor e de sofrimento. (…) Há muitas coisas que não se vêem, que não se conseguem medir nem agarrar, mas sem as quais nós não sobreviveríamos. Eu acho que é uma questão de combinar a sensibilidade e o bom senso.”
Margarida Rebelo Pinto"


"sono, sonho e morte"

“Há um fenómeno chamado “regresso da morte” ou delok em tibetano. Lembrem-se do que vos contei sobre a experiência da mãe que pediu à filha para não tocar no seu corpo e que ficou imóvel durante uma semana, depois acordou e descreveu os lugares que tinha visitado enquanto estava imóvel. Isto pode ser visto como um fenómeno de regresso da morte. .... É uma questão que deixo aberta”.