terça-feira, 9 de março de 2010

tecido_papel (2)

"A instâncias do rei, que lhe pergunta quem vê na estrada, Alice responde “Ninguém”. E o rei comenta: “Como eu gostava de ter boa vista, para conseguir ver ninguém a esta distância”.....A mais famosa história do uso ardiloso da ambiguidade de “ninguém” aparece na Odisseia. No Canto IX, Ulisses, prisioneiro do Ciclope Polifemo, declara chamar-se “Ninguém” (365). Quando cega o monstro com um tronco de oliveira incandescente, este grita por ajuda dizendo “Ninguém está a matar-me (405).” Os outros Ciclopes, pensando que ninguém lhe estava a fazer mal, não lhe acodem e o astucioso Ulisses consegue fugir da gruta e regressar ao seu navio." no blog

digo eu:
1 yang +1 yin = 1_ transmissão do tecido unido com um simples botão.