quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

história única_ papel (2)

diz-me ele: a minha história é única-- só minha -- eu sorrio com o olhar_ como sempre quando ele quer que eu diga hoje sim.


....."quando rejeitamos a história única, conquistamos o paraíso" C.A escritora africana




www.ted.com
TED Talks "As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural - e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico."


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Buddhist healing

 three principles of  Buddhist healing:

    The Substance: The medicine that you are giving The Mantra: The power of prayer. This is the affirmation. The Wisdom (yeshe): This is the knowing of our true essence.
He told me this as part of a story how his teacher in Tibet healed all the yaks and protected them from an epidemic. 
When we touch our wisdom, our essence, 
the power of healing and change takes a quantum leap. 

dr. isaac eliaz ----here

domingo, 14 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

tecido_papel (1)



No natal de 2009 a Amazon vendeu mais livros digitais do que de papel. O que representa uma etapa decisiva na história da humanidade, pois significa que o digital se tornou comum a uma maioria. O digital liga-nos e divide-nos. A forma que tomar decidirá o futuro da partilha da informação.
Cada vez que uma sociedade humana mudou a forma como produzia, armazenava e difundia a informação, grandes mudanças aconteceram. A invenção da escrita, a tipografia de Gutenberg, mas o que seria a escrita sem o seu suporte material? Sem o tecido e o papel matérias primeiras da humanidade? 
O tecido une. Tingido declara a suas emoções, distingue. O tecido em contacto com a pele, sabe dos nossos movimentos íntimos. Os tecidos de oração ligam-nos ao divino. 
O papel está tambem presente nas nossas vidas: cobre alimentos, recolhe os nossos pensamentos embrionários ou autoridade imprimida, apoia os relatos identitários, um grupo familiar, uma sociedade ou uma nação. Ao papel regressamos para nos garantirmos do que foi dito.
O tecido e o papel são os motores do progresso industrial codificando gerações. O jean é disso exemplo assim como o lento desapareciemnto do papel e a sua substituição pelo mail e redes sociais.
O tecido e o papel tornam o mundo compreenssivel: os dois nos ensinam a pensar as dores, as separações, os envolvimentos, as protecções, a memória_ são espelhos sensiveis do tempo que passa, das nossas emoções, e dos nossos pensamentos. Eles são por excelência preciosos, oferecem-nos metáforas para pensar o mundo e o humano.

Criamos docs das nossas vidas com os updates de FB, twitter e google buzz. O digital é para nós uma mémoria individual e colectiva, e daqui a uma geração, essas memórias  individuais serão os sótãos em que as nossas crianças irão procurar os sinais de vida dos seus antepassados. 
O mesmo acontece com as imagens em que os imaginários são re-contruidos, dando nascimento a "outros-eu" que percorrem as redes sociais_ um ex é o lipdub  usado pelos estudantes universitários.


Tentar parar o tempo é absurdo, mas no fundo sabemos que por muito que o papel\digital nos dê é o tecido_ o toque da vida que perpetua a vida em link masculino\ feminino_ digo eu. 



palavras minhas a partir de um texto do psicólogo françês Yann Leroux_2009 com a devida autorização do autor_imagem ADN google e a alice do expresso.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

serpentes_imagem do dia

este post foi inspirado numa dica 

Antena 2 O que têm em comum J.S.Bach, o artista e gravador Escher e o matemático Göbel? 

aqui capitulo do livro de GÖDEL, ESCHER, BACH - LAÇOS ETERNOS --Douglas R. Hofstadter



sobre a tradução do livro diz: 
Podia escrever um livro curto — um panfleto? — só com as charadas divertidas, tontas e retorcidas que vieram a lume com a tradução de GEB, mas aqui vou mencionar apenas uma: como converter a expressão aparentemente simples «Sr. Tartaruga» em francês.
Na Primavera de 1983, quando Jacqueline Henry e Bob French, os tradutores da excelente edição francesa, começaram a trabalhar nos diálogos, chocaram logo de frente com o conflito entre o género feminino do nome francês tortue e a masculinidade da minha personagem Tartaruga. Devo, tristemente, mencionar que no maravilhoso, mas pouco conhecido, diálogo de Lewis Carrol a que fui buscar estas personagens deliciosas (o diálogo Invenção a duas vozes no GEB), se lido com cuidado, à Tartaruga não é atribuído qualquer género. Mas, quando o li pela primeira vez, a questão nem sequer me ocorreu. Esta era claramente uma tartaruga-ele. Caso contrário, teria sabido não apenas que ele era feminino como porquê. Afinal de contas, um autor só introduz uma personagem feminina por alguma razão especial, não é?  Enquanto uma personagem masculina num contexto «neutro» (por exemplo, filosofia) não necessita de qualquer raison d’être, uma feminina sim. E, assim, sem nenhuma pista sobre o sexo da Tartaruga, assumi sem pensar que se tratava de um macho. E desta maneira o sexismo invade silenciosamente os cérebros susceptíveis bem-intencionados.

tradução da BÍBLIA

link olhemos este versículo APOCALIPSE na versão pastoral de Lisboa1993, editora Paulus:  APOCALIPSE 22:1: "O anjo most...