lacoste

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

U2

lembrem-se disto quando as fãs do U2 chegarem: as palavras "atraso" , "cancelado", "confirmado", "limpeza", "sem problema", "sim" e "não" têm significados diferentes consoante o local, o tempo e quem o diz.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

E = mc2

E = mc2   E= energia

M= matéria

C= constante_ factor multiplicativo que não muda.

Einstein sugeriu que a energia e a matéria podiam mudar entre si.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Haveria então algum tipo de felicidade, que não trouxesse o sofrimento “de brinde”?

gostei de ler este testemunho de um  praticante budista brasileiro.


"Coisas da vida:
-  Sabe aquele emprego que você tanto almejava? Agora é dele e do seu chefe  que você tanto quer se livrar?
- Aquela linda e carinhosa namorada, com a qual você passou anos radiantes e felizes, agora é o ser que você gostaria de ver longe o mais rápido possível?
- Aquele carro que fez teus olhos brilharem na concessionária, que você tanto sonhava ter e finalmente conseguiu, é hoje a fonte da sua dor de cabeça, porque você não está conseguindo vendê-lo por um bom preço?
- O apartamento mobiliado, que lhe rendeu tantos longos sorrisos quando você o conquistou, agora parece um fardo, pois você tem que se mudar para outra cidade e precisa se desfazer dos pertences de alguma forma.
- A foto de um ser amado causava-lhe calafrios de felicidade e agora você não consegue nem olhar para a foto. Aliás, você já pensou várias vezes em rasgá-la?
O que há de comum em cada uma dessas historinhas tão corriqueiras em nossas vidas? O simples fato de que aquilo que um dia nos fez feliz, com certeza nos trará algum tipo de sofrimento. É quase matemático: o sofrimento virá na mesma medida e intensidade da felicidade, ensinam os mestres. A vida nos enche de tantos exemplos disso, e, mesmo assim, a maioria de nós nem desconfia desse fato. Como pode uma simples foto ser adorável e depois de um tempo detestável? Nada mudou na foto, certo? Mas o que mudou, então? Mudaram nossas disposições internas! Se nossas disposições internas mudam, aquilo que consideramos fonte de nossa felicidade hoje, amanhã pode já não ter mais esse poder!
Haveria então algum tipo de felicidade, que não trouxesse o sofrimento “de brinde”?"

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

bom aniversário Agatha Christie

1. Dia 15 de Setembro é um dia especial para os admiradores da literatura criminal. Agatha Christie (1890-1976) --- 120 anos_ até podia, sim senhor viver tanto, tantas eram as maçãs que comia.

2. Se o belga Poirot é celebre, um dos meus livros preferidos dela é "tempo de espionagem" _ titulo original "N or M?"

3. curioso é verificar que também os americanos mudam os titulos originais ingleses, uma discussão no site:
ex: "Why Didn't They Ask Evans?" the American title "The Boomerang Clue."

4. continua actual e lê-se sempre. entrevista diário secreto

link da foto:Agatha Christie "Na Síria". por Carlos Vaz Marques

café do dia

domingo, 12 de setembro de 2010

lisboando


foto por Rafael Santos
para "CARRIS"


não comento os Segways

capuchos sintra

“Throw it away”, música de Abbey Lincoln, que morreu a 15 de agosto. --
“Deixe que se vá/ Dê o seu amor, viva a sua vida/ Cada e todo dia/ E mantenha a mão bem aberta/ Deixe a luz do sol entrar/ Porque você não pode perder uma coisa/ Se ela pertence a você”.

foto via FB (autorizada) de celeste abrunhosa 

livro: portugal hoje

citação: "Um português pergunta a outro. 'Aonde vai neste fim-de-semana?' O outro responde: 'Fico por aqui." E o que significa 'por aqui' (ou 'por aí')? Significa - e é a vez de José Gil responder - 'um pequeno território de deambulação (física e mental), ao mesmo tempo invisivelmente enclausurado e internamente livre'. Livre é este livro. Pela lucidez do olhar e pela tão rara capacidade entre nós de filosofar sobre a espuma dos dias." Rodrigues da Silva, JL

A psicanálise das (nossas) culpas

Por Arnaldo Gonçalves
 
“Os lugares, tempos, dispositivos mediáticos e pessoas formam um pequeno sistema estático que trabalha afanosamente para a sua manutenção.” José Gil, Portugal, Hoje. O medo de existir


"O processo Casa Pia pôs-nos perante o holocausto dos nossos princípios morais.
Se a ética corresponde a um conjunto de princípios ou normas morais, como defendia Espinosa, a nossa sociedade enfrenta o afundamento desses princípios.
Com o fim da ditadura nada subsistiu como cimento de coesão colectiva e esteio de valores morais. A moral republicana é algo de inconsistente. Istalou-se uma lógica de relativismo moral que tudo justifica e normaliza e que é apenas uma escapatória que nos leva ao nevoeiro da irresponsabilidade moral como Nação.
Continuamos incapazes de defrontar os nossos falhanços e as nossas culpas.
 Como escreveu José Gil «o medo que reinava no antigo regime passou a um outro registo, sem desertar dos corpos».
Este medo transparece hoje no nosso horror ao conflito e às crises. 
 Horrorizam-nos os conflitos e as crises. Quando elas explodem fazemos tudo para que o impacto seja abafado em nós próprios, que não tenha expressão, o que nos impede de levantar interrogações. A crise é algo que foge da norma e ela põe-nos a questão de nós próprios."

e como nos filmes THE END com banda sonora tradicional à escolha.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

reiki numa escola do norte

um exemplo, não muito divulgado.

Anastácia Escola Reiki Essencial Importante:
O Reiki que está a funcionar na Escola E.B. 2,3 do Marco de Canaveses, não teve a aprovação da DREN. A DREN deixou a aprovação, ou não, a cargo do Director do Agrupamento. A professora Teresa Silva na qualidade de Directora Adjunta, elaborou um documento que apresentou em Conselho Pedagógico. Este inicialmente muito céptico e após muito questionar, aceitou a proposta apenas a titulo experimental. Durante o mês de Agosto após uma reunião com o Director, foi dado a autorização para a continuação desta terapia na Escola. O Director como é uma pessoa receptiva à inovação e a novas experiências, concordou e aceitou dar continuidade ao projecto. Este sim é o principal responsável pelo seu funcionamento nesta Escola. Aqui fica rectificada a informação anterior que foi divulgada.


Saudações Reikianas
Sérgio Silveira
www.apre.pt

Deixamos aqui uma entrevista pessoal realizada no dia 05 de Setembro de 2010 com a Delfina Reis, associada APRE-00045-PT uma das responsáveis pela introdução do Reiki Essencial na Escola EB-2.3 de Marco de Canaveses.


APRE - Ter Reiki nas escolas… Que futuro se espera?
Delfina Reis - Ter uma escola com crianças e adolescentes mais equilibrados. O Reiki traz benefícios nos estudos: fortalece a memória, diminui o stress, aumenta a capacidade de raciocínio e da memória, reduz a agressividade, aumenta a auto-estima. Favorece uma boa relação com a família, professores, funcionários e colegas.

APRE - Fale-me neste novo projecto para a Escola?
Delfina Reis - Este projecto é vocacionado essencialmente para os alunos com dificuldades de aprendizagem e disciplinares. O processo inicia-se som a sinalização do Director de Turma, o acompanhamento psicológico (SPO) e o terapeuta reikiano, que neste momento é assegurado essencialmente por mim e por duas colegas a exercer funções na escola com formação própria. É, portanto, um trabalho em conjunto que têm por objectivo combater o insucesso escolar e contribuir para uma melhor formação dos nossos jovens-adolescentes.

APRE - Fale-me um pouco de si e como chegou ao Reiki?
Delfina Reis - Sou professora de Educação Física, do 2º ciclo, na Escola EB 2,3 de Marco de Canaveses há 34 anos. Fui sempre uma pessoa com uma vida muito sofrida… Por consequência, sofri de doença depressiva que me deixou dependente de medicação para o meu equilíbrio. Depois de três anos de acompanhamento com um psicólogo, apareceu o Reiki na minha vida. O meu psicólogo foi das primeiras pessoas a dar-me força para frequentar os tratamentos de Reiki. Fui por curiosidade... e ainda bem, hoje sou Mestre e com a minha vida completamente virada para melhor, já não sou dependente de medicação e muito mais feliz e realizada.

APRE - Que futuro ambiciona com este projecto?
Delfina Reis -Ter uma escola com mais qualidade e equilibrada e que este projecto se alargue a outras escolas, isto é, que as outras escolas tenham a mesma iniciativa.

APRE - Que apoios teve para este projecto? E quem são as entidades envolvidas?
Delfina Reis - Este projecto teve desde início a aprovação do Director da Escola, do próprio Conselho Pedagógico e, recentemente, da DREN. Conta também com o apoio da APRE - Associação Portuguesa de Reiki Essencial.

APRE - A quem se destina a aplicação do Reiki nas Escola?
Delfina Reis - Essencialmente a Alunos, professores e funcionários.

APRE - Como têm sido a recepção dos alunos, pais e professores ao Reiki?
Delfina Reis - A melhor... Todos, os alunos, professores e funcionários manifestaram satisfação perante os resultados obtidos.

APRE - O que é que o Reiki mudou na sua vida desde que foi iniciada?
Delfina Reis - Tudo... A minha vida passou a ser mais equilibrada, passei a perceber as coisas de uma outra forma, a ter outras leituras, a sentir que posso partilhar o meu bem-estar com os outros e desta forma poder contribuir para um mundo melhor.

APRE - Foi nomeada recentemente responsável pelo Marco de Canaveses pela APRE como os conheceu?
Delfina Reis - Na Anastácia, Escola de Reiki na Maia, onde o Dr. Sérgio Silveira e Dra. Conceição foram meus Mestres.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

um simples mantra tibetano

com Jigmé Khyentse Rinpoché e Tulku Pema Wangyal Rinpoché



Lamp Offering Prayer
by the Predecessor of
Kyabje Trulshik Rinpoché


Thaye drowe münsel drönme te
These lamps dispelling the obscurations of infinite sentient beings
Döyön ngasok dungchur chöpai trin
As all that delights the five senses and clouds of myriad other offerings
Düsum seche gyelwa'i tsokla bül
Are presented to the assembly of Buddhas and their sons of the three times
Daksok tukje chendang mindrel shok
May we never be separated from the compassionate ones.

Om Mani Padme Hung Hri

Esta é uma prece que foi escrita pelo predecessor de Kyabje Trulshik Rinpoché. Cada vez que oferecemos uma vela, ou uma lamparina, ou até mesmo quando acendemos uma lâmpada, podemos recitar esta prece e desejar que todos os seres possam libertar-se de toda a forma de obscurecimentos.
 Se ao acendermos uma luz, e quisermos dizer esta prece, mas se acharmos que é muito longa para ser repetida, ou por a não sabermos de cor, podemos apenas recitar o mantra Om Mani Padme Hum Hri.
 Acender a luz e desejarmos oferecê-la a todos os Budas e Bodhisatvas, para que a infinitude dos seres sensíveis, possam ver removidos todos os seus obscurecimentos. E naturalmente que a oferenda dessa luz pode contribuir para a libertação dos outros, mas contribui fortemente para que nós próprios geremos o bom coração.
 E do mesmo modo quando fazemos acendemos uma lamparina, ou uma vela, por exemplo no nosso aniversário, nesse momento essa vela pode ser oferecida para o benefício da infinitude dos seres, para que possa dissipar os obscurecimentos de todos os seres, incluindo a pessoa que faz anos. O treino do Bodhisatva é tal que pretendemos utilizar todas as situações para a via.
Quando estamos felizes, queremos que todos os seres sejam felizes. Quando temos dificuldades, desejamos que estas dificuldades possam purificar e ajudar a ultrapassar todas as dificuldades dos outros seres. Isso dá-nos coragem, dá-nos confiança. Ajuda-nos a tornar-nos destemidos, sem medo. E por exemplo, quando abrimos uma porta consideramos que estamos a abrir a porta da liberdade. E quando fechamos a porta consideramos que estamos a fechar a porta dos mundos inferiores e dos sofrimentos de todos os seres. Por isso, tentamos integrar tudo o que fazemos integrar na via de modo a que possa contribuir para beneficiar todos os seres.
 Quando bebemos um copo de água, desejamos que todos os seres tenham acesso a água limpa, em especial que estamos a saborear um néctar, um elixir que dissipa e limpa todos os nossos conflitos interiores.
 Quando ingerimos comida, geramos gratidão a todos os seres que estão ligados à preparação dessa comida, e desejamos que todos tenham a boa fortuna de apreciar e suster a vida. E desta maneira contribuímos trazer todas as situações para a via.
 Cada vez que vamos acender uma lamparina, apesar de esta prece ter apenas quatro linhas, por vezes não ter o texto e então basta gerarmos um bom coração e lembrar o mantra Om Mani Padme Hung Hri.
 Sobre o mantra é abundante a literatura que o explica e são muito vastas as práticas que lhe estão ligadas. Mas em essência:

Om – simboliza a purificação do nosso corpo, palavra e espírito. De modo a podermos realizar a natureza última do nosso corpo palavra e espírito.

Mani significa jóia e Padme significa lótus. Jóia refere-se à coisa que é mais preciosa, que é a compaixão, e o lótus, o lótus imaculado que representa a sabedoria.

Para que o nosso corpo, palavra e mente possam ser livres, temos que nos desembaraçar dos obscurecimentos e dos conflitos, e para isso precisamos de desenvolver compaixão e sabedoria. E se o fizermos, o que acontecerá?

Hung, o resultado é que seremos completamente livre de todos os conflitos. A sílaba final Hri, é a sílaba que simboliza a grande compaixão.

A recitação de Om Mani Padme Hung Hri, de modo natural, confere uma grande protecção para todos os tipos de sofrimentos e causas de sofrimento. As seis sílabas ajudam a realizar a natureza da compaixão e sabedoria.

Escutar o mantra, é a libertação que se costuma dizer pela escuta. Vê-lo, é a libertação pela visão. É por isso que vemos no Tibete estas sílabas gravadas em pedra, e impressas em tecidos. As pessoas escrevem estas seis sílabas sobre um pedaço de papel, como protecção.
E pronunciar o mantra para os animais, se os animais poderem ouvir, ou se for dito para pessoas moribundas, isso vai protegê-las dos mundos inferiores e de alucinações aterradoras.Se tivermos um problema, em vez de ficarmos e desencorajados e deprimidos, podemos recitar um pouco estas seis sílabas do mantra e isso será de grande ajuda.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

mantra branco


este é um mantra muito comum no tibete. Ontem ouvi comentadores TV utilizarem esta palavra que já é corrente nos USA. 
Como o indica a sua etimologia, "protege o espírito" das manifestações da ignorância, e digo eu que lhes dá refúgio no meu mundo.

som literal: OM MANI PEMA HUM

domingo, 5 de setembro de 2010

raios e coriscos



1. Muitos psicólogos e psicanalistas tinham e têm como regra #nº1 sejamos felizes vivendo no nosso canto. Por isso não costumamos responder ao que para nós é evidente,deixamos passar a tempestade e contemplamos os dias. Hoje a transparência leva-nos a novos limites, a novas descobertas. Muitos têm blogs, FB, twitter, etc. : uma conta de rede social para a profissão que exercem e outra pessoal o que me parece de bom senso em profissões que tocam o ser humano e informação sensível.

2. A transparência leva-nos a sair da fantasia do “pais das maravilhas” e a falar. Hoje falo de 2 tipos de pessoas:

a) aquelas aquém convidamos para almoçar e nos respondem que só vão se levarem todo o alfabeto que conhecem.

b) as que convidamos dizendo que podem levar algumas “letras”, mas que vão sozinhas, pois é longe das luzes da ribalta que são felizes.

c) e há ... os pacotes....um igualitarismo inimigo da diversidade. Entre o leve 3, pague 2, é talvez preferível o leve 1 que lhe apetece.

d) no fundo, nomes, confirmações, declarações publicas de inocência, e outros ks políticos, não são esclarecedores ou sinal de visão de um atalho. não há atalhos. 


f) variando: consultei hoje o I ching que diz: Trovão "primeiro, risos; depois, espanto". Na vida comum, você poderá receber inúmeros choques, sustos. Parecerá que tudo está caindo e sendo destruído. Imagine-se no meio de um bombardeio aéreo. Então, nesse momento, o mais importante é manter-se na sua posição. Somente espere passar o momento. Não faça absolutamente nada, esperando que o raio não lhe caia em cima."

por acaso conheço quem sobreviveu a um raio - um ser de uma bondade excepcional.

sábado, 4 de setembro de 2010

imagem do dia

it´s ok diz ele, um bom coração é quanto basta na vida é nossa.
digo eu: na vida é preciso um bom livro que lemos sabendo que o vivemos nesta ou noutra vida_ nossa.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

o ensino do português

uma nota no facebook lembrou-me um post de outro blog com o qual concordo: Penso que se mudarmos algumas palavras por outras, temos um retrato do Portugal dos "pequeninos"que nunca desejamos. Acredito que não é tarde para mudar de rumo só que fácil não vai ser.

 "Temos de admitir que nós, professores, nos desleixamos, com alguma ingenuidade, quando reagimos apenas pontualmente às mudanças que se anunciaram ao longo da década de 80 e se prolongaram, com maior insistência, nos anos posteriores, não perseverando nessa reacção crítica. No fundo não acreditávamos ser possível que o Absurdo se pudesse introduzir e impor, sob a capa de democracia e de progresso, em programas, manuais, encontros, debates e acções de formação, negando-nos a liberdade  e a capacidade de intervir e alcunhando-nos publicamente de «resistentes à mudança», como se mudança fosse em si um valor positivo, e não se pudesse mudar para pior, o que de facto veio a verificar-se." no blog.