domingo, 28 de agosto de 2011

a ilusão

da transparência entre pais e filhos pode provocar mais danos reais e colaterais do que simples fantasias.  O psicólogo David Anderegg num recente artigo no NYT,   "Moving On With Our Lives" declara que decidir o que contar ou não do pasado aos filhos é uma decisão pessoal que reflete a forma como lidamos com o que vivemos: "The point is not the telling, or when. The point is, we have to manage our own losses so we can say to ourselves, yes, I lived that, and it is now gone, and I am sad, but I can go on without it. If we can do that, our kids will be fine, no matter what we tell them or when. If we can’t do that, they will feel a big hole in Mommy or Daddy, whatever the information, that they will always feel they need to fill."

Por outro lado, no campo profissional ouvir as diferentes sensibilidades para escolher um sucessor é sempre frutuoso por exemplo, o Instituto "Mind and life" começou a sua transição de liderança para a nova geração, Adam Engle um dos fundadores com  Francisco Varela (já falecido)  tenciona retirar-se e pede para que façam sugestões numa opção de transparência. O novo dirigente encontrará não problemas mas sim um instituto de boa saúde capaz de continuar o trabalho iniciado há 25 anos atrás.

Claro que se algum dos leitores deste post tiver uma sugestão poderá fazê-lo com confiança:  "After perusing the career prospectus, contact bfisher@rll.com to express your interest or to suggest colleagues qualified for the position. All inquiries and expressions of interest are in strict confidence, of course."