quarta-feira, 30 de novembro de 2011

entre eclipses

Estamos num período de entre eclipses: o 1º foi a 25\11 e o 2º será um eclipse total da lua dia 10\11. Segundo o astrólogo M. Erlewine os efeitos desta conjugação rara e plena de sentido far-se-ão sentir durante semanas ou meses até deslindarmos completamente a mensagem que nos era destinada. Os eclipses"selam o passado" ou como diz a Bíblia : "O passado está de passagem, não para ficar". 

Este próximo eclipse representa a compaixão e devemos tentar pôr o acento no que nos une e no que partilhamos com os outros seres humanos e ele termina dizendo:




"In other words, instead of an accent on how we differ, during this time the accent is on how we are united, how much we share. Compassion has to do with responding to what is and total compassion is total response to life – caring and serving and loving. Compassion is complete or total reflection. The vision of this particular coming Full Moon eclipse is one of being able to respond or appreciate deeply the unity or connectedness of life. It is about compassion. Hope this is useful."

texto original 1_aqui 

2_aqui  onde o autor explica mais detalhadamente a visão tibetana: uma sociedade de ciclos lunares. __"Something happens. Something is communicated or revealed. New directions and information do enter our lives and we respond to it instinctively. 

We have not only “Aha!” experiences once in a great while but all kinds of other experiences that blow us hither and thither in life, and many of them are fueled by impulses and signs that ultimately arise in our mindstream. 

Eclipse visions are just impulses that are more important or life-changing than on average. Perhaps they contain information coming from our Moon, from our Sun, from the center of the galaxy, etc.

The fact that Tibetan Buddhists at the highest levels consider eclipse times very special means something to me. 

In fact the Tibetans set aside New and Full Moon days (and especially eclipse days) as days of observation, as in: observe your mindstream on that day. Until relatively recently in Tibet they did not have Saturday and Sundays off as we do, but rather their holidays or “weekends” were events like the New and Full Moon, which were set aside, as mentioned, for observation. Think about that sometime and just how far we have strayed from that approach. 

I hope that this information is useful to at least a few of you."

sábado, 26 de novembro de 2011

Nós por uma causa

Um dos bens mais preciosos do ser humano é o tempo: para ser voluntário, para viver com qualidade, sem confundir quantidade com algo de bom, tempo para actividades profanas ou sagradas.

Mas quantos ainda terão em breve tempo para ler blogues e afins?

Assim façamos boas escolhas e nos momentos difíceis lembremos que talvez em algum lugar nosso esteja a chave que nos vai ajudar.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

raia

Thalassa - Raie à Java © Priscilla Telmon - Artic Productions


Thalassa Lémuriens à Madagascar© Rachid Korichi - FTV

terça-feira, 22 de novembro de 2011

momos tibetanos

A mais celebre receita tibetana são os momos, que no Tibete se fazem com carne mas que podemos encontrar noutros países, como a Índia e o Nepal que albergam grandes comunidades Tibetanas, feitos com diferentes recheios vegetarianos e também com queijo. 
 
 
Para os que desejam experimentar e surpreender em casa, aqui vai a receita dos celebres Momos, adaptada por mim.

Receita dos Momos tibetanos

Ingredientes:
Seitan: 500g
Farinha:
500g
Aipo: um ramo
Folhas de coentro: um ramo
Cebolas: 3 médias
Alho: 3
Gengibre: 1 colher de chá
Sal: segundo o gosto
 
bicarbonato de sódio: 1 colher de chá
 
Corte o seitan, a cebola, o alho, o gengibre, o aipo, o coentro. Corte muito fino de modo a obter um recheio. Misture o bicarbonato de sódio com a farinha (ajuda a digestão). Faça uma massa e depois pequenas bolas, que achatadas são mais finas nos bordos. Ponha uma colher do recheio no centro e dobre. Ponha a cozer a vapor durante 15 minutos. Coma quente com um molho picante ou outro ao seu gosto.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

um colégio radical na índia

que forma "especialistas" em enegia solar, dentistas, enfermeiros, parteiras_todos os que possam contribuir para a qualidade de vida das aldeias muito pobres em que vivem. O processo de aprendizagem é aprender-fazendo e não um ensino teórico. Se as cidades têm engenheiros diplomados, as aldeias têm técnicos práticos. Uma grande maioria são mulheres, incluindo avós o que dignifica o estatuto da mulher.
 

"If one can improve the quality of life in one’s community by providing a vital service, why would anyone want to live an unspeakably miserable existence in the urban slums?
The Barefoot College encourages a hands-on learning-by-doing process of gaining practical knowledge and skills rather than written tests and paper based qualifications. It promotes and strengthens the kind of education one absorbs from family, community, and personal experience. It applies the knowledge and skills that the poor already possess for their own development thus making them independent and letting them live with self respect and dignity. Very ordinary people written off by society are doing extraordinary things that defy description. Therefore, Barefoot College is a radical departure from the traditional concept of a “college”."


http://www.barefootcollege.org/barefoot_professional_professionals.asp 

domingo, 6 de novembro de 2011

Há uma linha

que separa New York de Lisboa. 

Há uma maré que nos une. 

Claro que podíamos viver sem ela, mas não seria a mesma coisa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

muitas pontes milenares

e poucas estradas é uma frase que descreve o Butão.
1. Um dia o exercito inglês preparou-se para invadir o Butão. No noite anterior o campo militar ardeu sem provocar danos humanos e eles retiraram-se.
2. Em Lisboa um carro da protecção civil entra na fachada de uma empresa de segurança. Quem protege quem?
3. Há tantas estradas em Portugal, e poucos com coragem para viver no fio da navalha.
4. As acções estão nas nossas mãos, os resultados (frutos) não, mas ambos estão interligados.




Bento XVI: “Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas” – Observador

“Bento XVI: Conversas Finais”, com Peter Seewald (Março 2017,Dom Quixote) Não ficou chocado ao ver tanta inveja, ciúme, carreirismo e...