terça-feira, 15 de maio de 2012

o encantador de elefantes|the elephant whisperer

1. um exemplo de interligação ou interdependência: estes elefantes gratos ao ser humano que os protegia, renderam-lhe homenagem após a morte aos 61 anos, em março deste ano. um homem cuja vida foi salvar animais em ambientes hostis: ver artigo no telegraf

Os elefantes são conhecidos pela sua memória, longa vida, e de gostarem de morrer no local onde nasceram ou onde outros da mesma companhia morreram, o cemitério de elefantes sempre foi um mito vivo em África.

Quem não gosta de retornar a casa para morrer em paz? Quem não gosta de ter alguém que seja a sua memória quando volta e meia se esquece de tudo?

“If there ever were a time, when we can truly sense the wondrous ‘interconnectedness of all beings,’ it is when we reflect on the elephants of Thula Thula. A man’s heart’s stops, and hundreds of elephants’ hearts are grieving. This man’s oh-so-abundantly loving heart offered healing to these elephants, and now, they came to pay loving homage to their friend.”

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rtogs brjod dpag bsam 'khri shing snyan tshig gi rgyan lhug par bkrol ba mthong ba don ldan
2. nas vidas anteriores do Buda (numa das nossas vidas anteriores) a primeira folha da Liana Mágica que satisfaz todos os desejos é a história do rei Grande Claridade. A mente é representado por um elefante branco selvagem, domesticado antes de poder servir o rei, pelo seu servo excelente passe-partout pois é mais fácil inverter o curso das grandes cascatas que se formam quando se dá a fusão das neves do que domesticar esta nossa mente-elefante. 
No fim, o rei e protector do país, rodeado de homens e mulheres sábias e inteligentes, pois os seus méritos eram tão brilhantes que todos os pequenos reis lhe prestavam juramento de fidelidade e sentiam alegria em obedecer às suas ordens, apenas desejava que todos seguissem o caminho da bondade no coração (just have a good heart).

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