terça-feira, 24 de julho de 2012

se misturamos o sal e o açucar, é comestível?

um dos primeiros americanos pouco ortodoxo (anos30-40) que conheceu a cultura tibetana: "To use a familiar Buddhist metaphor, Bernard planted the karmic seeds for Tibetan dharma to grow and flourish on American soil."
Na verdade, ainda hoje nos USA continua a haver budistas "pouco ortodoxos", fundamentalistas, e budistas ateus que contestam a reencarnação como S. Bachelor, que possivelmente é o oposto de A. Botton que escreveu:: "Religião para Ateus", 




Voltemos ao titulo deste post: se misturamos o sal e o açúcar, é comestível?
Se misturamos religião e ateísmo, seremos mais felizes?
Será que podemos eliminar o ingrediente secreto que é a fé?



uns dirão que a resposta está  no nosso ADN. Em qual deles?  somos uma mistura de genes como se questiona  Richard Eskow no seu artigo DNA Sutra ? Imaginem que não há paises, cantou J. lennon, e genéticamnte não há. Os genes não conhecem fronteiras:

Science confirms that countries are a fiction. There is no “national” DNA. Bloodlines cross borders as freely as migrating birds. Germany’s gene patterns, like all nations’, overlap with those of its neighbors. In fact, Germany’s central location left it with a more mixed bloodline than those of more isolated countries like Ireland, whose residents are genetically more “Irish” than Germany’s are “German.”

A nation’s genetic patterns are like chords on a piano. Science traces our nationality by telling us which country’s “harmonies” our genome most closely resembles. Europe’s “notes”—its bloodlines—all come from somewhere else. They’re linked to people everywhere, including the “races” some Europeans want to exclude.
Por acaso o autor ao investigar o seu passado, confronta-se com a questão da re-encarnação.

We learned that my nonbelieving grandfather was the son of a Hasidic rabbinical judge, a dayan. Isaac Bashevis Singer and Elie Wiesel wrote about the mystic Hasidic rabbis, who sometimes resemble Buddhist masters. One abandoned his identity so completely that he had no name but “The Jew.” Another rabbi felt sorry for a coachman standing in the snow outside a reception in his honor, so he held the man’s horses for hours and shivered as guests as came and went.

Some rabbis even spoke of reincarnation. “Long ago in Egypt,” said one, “every one of us was at the prophets’ feet to receive their teachings.” Heredity as rebirth, as karma? “The past,” said the rabbi, “is heavy with meaning.

o autor do artigo termina com uma nota positiva : “The future enters into us to transform us,” the German-language writer Rilke wrote, “long before it happens.” Let’s hope so. If humanity is the language of God, genetics is its vocabulary. We’re the story that it tells. Men tell their stories through sons and nephews, women through daughters and nieces. But the story is one."

retomando a questão da reencarnação\judaísmo_ hoje o  Judaísmo hassídico (do hebraico חסידים bondosos ) --- "um movimento dentro do Judaísmo que existiu praticamente em todas as eras da longa história judaica." e têm um representante célebre o Rabbi Gershom.

O seu web site dá-nos várias pistase se por acaso não leu o livro renascidos das cinzas - união da psicologia Jungiana e fisica quantica - sempre pode mandar-lhe um mail com aquela pergunta que sempre quiz fazer a um judeu, qual era mesmo a pergunta?

mas antes ele avisa o leitor: consulte o site:The Judaism 101 website: Please go here first before emailing me with that burning question "you always wanted to ask a Jew."


e por fim, mas não menos importante o Rabbi Gershom afirma: é dito que existem pelo menos 36 santos judeus escondidos no planeta, e tal como os santos budistas eles trabalham em silêncio para que o nosso planeta continue em harmonia.

digo eu_pertencemos todos a "Arya Kula -  nobre família do Buda"_ a nobre família dos seres humanos