lacoste

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terça-feira, 31 de julho de 2012

reflexão do dia_ o chá


1.  "Dharma is the tea and culture is the cup. For someone who wants to drink tea, tea is more important than the cup. The cup is also necessary but it is not the most essential. Hence, you can say that I am not attached to the cup. If necessary, I am ready to change the cup, and for that reason you can say that I have a modern mind." Dzongsar Khyentse Rinpoche, 2003
 
2. Jigmé Khyentsé Rinpché: Em tibetano, karma diz-se . termo que designa o movimento, a acção. Corresponde ao verbo, o qual introduz a noção de movimento no seio da frase. O termo karma tem muitas vezes no ocidente, uma conotação estática, um pouco passiva, análoga  ao termo “destino”. Deram-lhe mesmo um lugar ao lado dos “país” na psicologia ocidental. Diz-se: “É o meu karma” como se diz: “Os culpados são o meu pai ou a minha mãe...” 

Esta visão parece-me um pouco infantil. Creio que o Buda não queria dizer: “Vão ter que pagar 500 vidas ou 500 euros de multa por este acto negativo.”, mas sim: “Neste momento que tal situação amadureceu, como é que a podem utilizar da melhor maneira?” 

Tomemos um exemplo muito simples: na mesa à minha frente alguém pôs uma chávena. Ela incomoda-me. Como é que vou reagir? Por hábito, ficamos inertes face a uma situação conflitual. Sabemos que tal objecto, tal situação nos irrita, mas durante horas – mesmo anos – ficamos imóveis a perguntar-nos  (neste exemplo): “Quem pôs esta chávena ali?” Por fim, já não sabemos que a chávena foi a origem do problema, que entretanto ficou mais complexo. Não serve de nada perguntar “ porquê” é que a chávena está ali. Uma abertura mental correcta em relação ao karma seria: “Esta chávena está aqui, que posso eu fazer?” Se ela nos incomoda, somos nós que devemos decidir se a queremos guardar ou utilizar.

Segundo a visão budista, uma situação ou um acontecimento que surge na vida, seja ele bom ou mau, ou até desesperado, nunca é o fim da história."


sábado, 28 de julho de 2012

madeira | plantar uma árvore

LIII Rally Vinho Madeira / 53rd Madeira Wine Rally 
27 a 29 de Julho / 27th to 29th July 2012

Foto / Photo - Miguel Nobrega

ao plantar uma árvore:

Localize os ventos dominantes
Os mais intensos têm um nome local e são bem conhecidos dos habitantes mais antigos. Informe-se perto da vizinhança se chegou à pouco tempo á localidade. Em Portugal, são os ventos do Norte que formam o grosso dos ventos. As tempestades provêm geralmente desta direcção e é preciso ter em conta esta informação quando plantar uma árvore: coloque uma estaca sólida, situada a sul e enterre de esguelha, na direcção do vento dominante. Quando o vento soprar, a estaca suportará perfeitamente a jovem árvore. As árvores plantadas com um tronco bastante longo (pelo menos 1,50 m, por vezes mais) são particularmente apreciadas. É a razão pela qual se chamam de “talos altos” mas também “árvores de vento”!

Amarre as jovens árvores com uma estaca situada no sentido oposto ao vento dominante, para que “retenha” a árvore.

Suporte para árvores
ligada a uma sólida estaca, uma jovem árvore, que cresceria torta, acaba por se endireitar. A nossa mente com audácia e compaixão endireita-se e torna-se leal.


Os ventos ocasionais
São difíceis de prever. Um episódio meteorológico específico pode provocar ventos que provêm de direcções que não são habituais. Também é preciso prever, para os grandes vegetais mal enraizados, um cabo que permita fazer face à estas situações inesperadas. Observará que as grandes árvores são amarradas com três estacas: uma sempre situada no sentido do vento dominante, como explicado anteriormente. O objectivo das duas outras estacas é de reter a árvore no caso do vento soprar precisamente numa direcção inesperada.

As turbulências
Existe também ventos criados pela configuração dos lugares, e que chamamos frequentemente “corrente de ar”. Trata-se das turbulências criadas pela proximidade das construções, das sebes, de muros altos, etc. A sua influência sobre os vegetais pode ser tão forte que um vento dominante, sobretudo se estiver situado ao lado de construções altas. Estas turbulências são particularmente nefastas para o crescimento das plantas. O risco não é que os vegetais sejam desenraizados, as correntes de ar são em geral bastante constantes. Mas estes ventos muito localizados podem obstruir o crescimento dos vegetais com folhas finas, como os bordos com folhas recortadas em finas correias, que grelham e crescem mal. As correntes de ar podem também fazer cair os rebentos florais das plantas frágeis, como é o caso de certas trepadeiras. Por último, podem muito simplesmente alterar o porte habitual da planta, que cresce de uma determinada maneira “de esguelha”.
Um tronco raramente se inclina numa única vez, em vez disso vai-se inclinando de uma maneira progressiva, de acordo  com a acção dos ventos dominantes

Um vento que esculpe
As plantas são deformadas por um vento contínuo, mesmo ligeiro. O sopro do ar favorece os rebentos situados ao abrigo do vento. Pelo contrário, as partes expostas têm tendência a crescer menos, a formar ramos mais atarracados. Resultado: a árvore cresce mais de um lado  do que do outro e parece ser empurrada pelo vento. O efeito é espectacular a beira mar, onde os vegetais são esculpidos numa espécie de vaga. Mas no jardim, o efeito de um vento contínuo vai dar uma inclinação a uma árvore (as macieiras por exemplo), não de uma só vez mas ano após ano. O vento é portanto uma questão que não se deve descuidar no jardim!"link

quinta-feira, 26 de julho de 2012

a via do meio

após um período de austeridade-jejum de 49 dias, o Buda aceitou a tigela de leite que uma jovem lhe oferece decidindo não mais sujeitar o seu corpo a tal ascetismo_ O Buda agradeceu à jovem ter-lhe salvo a vida e declarou ser a via do meio a mais harmoniosa.
tal recordamos e a nossa memória é um dom que nos ajuda a libertar o coração-herdeiro das nossas próprias acções e com novas forças continuamos o caminho.

himalaya art

terça-feira, 24 de julho de 2012

se misturamos o sal e o açucar, é comestível?

um dos primeiros americanos pouco ortodoxo (anos30-40) que conheceu a cultura tibetana: "To use a familiar Buddhist metaphor, Bernard planted the karmic seeds for Tibetan dharma to grow and flourish on American soil."
Na verdade, ainda hoje nos USA continua a haver budistas "pouco ortodoxos", fundamentalistas, e budistas ateus que contestam a reencarnação como S. Bachelor, que possivelmente é o oposto de A. Botton que escreveu:: "Religião para Ateus", 




Voltemos ao titulo deste post: se misturamos o sal e o açúcar, é comestível?
Se misturamos religião e ateísmo, seremos mais felizes?
Será que podemos eliminar o ingrediente secreto que é a fé?



uns dirão que a resposta está  no nosso ADN. Em qual deles?  somos uma mistura de genes como se questiona  Richard Eskow no seu artigo DNA Sutra ? Imaginem que não há paises, cantou J. lennon, e genéticamnte não há. Os genes não conhecem fronteiras:

Science confirms that countries are a fiction. There is no “national” DNA. Bloodlines cross borders as freely as migrating birds. Germany’s gene patterns, like all nations’, overlap with those of its neighbors. In fact, Germany’s central location left it with a more mixed bloodline than those of more isolated countries like Ireland, whose residents are genetically more “Irish” than Germany’s are “German.”

A nation’s genetic patterns are like chords on a piano. Science traces our nationality by telling us which country’s “harmonies” our genome most closely resembles. Europe’s “notes”—its bloodlines—all come from somewhere else. They’re linked to people everywhere, including the “races” some Europeans want to exclude.
Por acaso o autor ao investigar o seu passado, confronta-se com a questão da re-encarnação.

We learned that my nonbelieving grandfather was the son of a Hasidic rabbinical judge, a dayan. Isaac Bashevis Singer and Elie Wiesel wrote about the mystic Hasidic rabbis, who sometimes resemble Buddhist masters. One abandoned his identity so completely that he had no name but “The Jew.” Another rabbi felt sorry for a coachman standing in the snow outside a reception in his honor, so he held the man’s horses for hours and shivered as guests as came and went.

Some rabbis even spoke of reincarnation. “Long ago in Egypt,” said one, “every one of us was at the prophets’ feet to receive their teachings.” Heredity as rebirth, as karma? “The past,” said the rabbi, “is heavy with meaning.

o autor do artigo termina com uma nota positiva : “The future enters into us to transform us,” the German-language writer Rilke wrote, “long before it happens.” Let’s hope so. If humanity is the language of God, genetics is its vocabulary. We’re the story that it tells. Men tell their stories through sons and nephews, women through daughters and nieces. But the story is one."

retomando a questão da reencarnação\judaísmo_ hoje o  Judaísmo hassídico (do hebraico חסידים bondosos ) --- "um movimento dentro do Judaísmo que existiu praticamente em todas as eras da longa história judaica." e têm um representante célebre o Rabbi Gershom.

O seu web site dá-nos várias pistase se por acaso não leu o livro renascidos das cinzas - união da psicologia Jungiana e fisica quantica - sempre pode mandar-lhe um mail com aquela pergunta que sempre quiz fazer a um judeu, qual era mesmo a pergunta?

mas antes ele avisa o leitor: consulte o site:The Judaism 101 website: Please go here first before emailing me with that burning question "you always wanted to ask a Jew."


e por fim, mas não menos importante o Rabbi Gershom afirma: é dito que existem pelo menos 36 santos judeus escondidos no planeta, e tal como os santos budistas eles trabalham em silêncio para que o nosso planeta continue em harmonia.

digo eu_pertencemos todos a "Arya Kula -  nobre família do Buda"_ a nobre família dos seres humanos

Wisdom Mind and the Birth of Samsara

Water lilies, Green Reflection, Left Part
1916-1923; Orangerie, Paris

The Wisdom Mind of Thinley Norbu: A Selection of Teachings

Wisdom Mind and the Birth of Samsara

I bow to my own Wisdom Mind
which is my best wisdom teacher,
the source of all visible and invisible qualities.
Sentient beings are always in time and place.
If sentient beings are in time,
my wisdom teacher dances magically in time.
If sentient beings are in place,
my wisdom teacher dances magically in place.
If really examined, you never remain anywhere.
You are only display.
To whatever never remains, to you,
my best wisdom teacher, I bow.

All generally visible measureless phenomena elements are the display of self-secret divisionless unobstructed Wisdom Mind. The nature of mirrorlike Wisdom Mind is that everything arises with infinite obstructed and unobstructed potential.
Whenever we do not recognize the pure nature of the manifestation of wisdom display, we cling to unobstructed mind’s uncatchable self-arising reflection, obscuring its inseparable emptiness and luminosity, and separating the divisionless phenomena elements into subject and object. As soon as there is division, there is impurity and obstruction. With this division, “I” becomes the subject and what this “I” perceives becomes the object, whether one or many, lifeless or lively, inanimate or animate.
With this division, there is constant moving back and forth between subject and object, which is the beginning of direction and time, between root circumstances and contributing circumstances, between rejecting and accepting unpleasant and pleasant phenomena, between bad and good intentions, and between doubting and hoping. We call this divided mind dualistic mind, which is the cause of bad and good karma.
Whenever we recognize the pure nature of the manifestation of self-secret invisible wisdom display, we are aware of the pure secret essence of the elements. With this recognition there is no subject and no object, no beginning and no end, no direction and no time, no root circumstances and no contributing circumstances, so there is no karma. With this recognition, absolute truth and relative truth become inseparable, nondualistic, clear awareness space. In this space, phenomena arise freely and this display of Wisdom Mind is not nothingness. The enlightened mind dances unobstructedly with phenomena yet has the potential to obstruct phenomena at will like choosing to eat or not to eat.
Enlightened mind reflects all the five wisdoms in equanimity. But through ignorance, over countless lifetimes we have created conceptions and karmic habits which obscure our Wisdom Mind’s lively, unobstructed, mirrorlike quality. Because of our obscured ordinary mind, our ego makes categories out of equanimity. With ego and categories come substance, with the birth of substance comes its death, and with death comes suffering. Our inert and stale karmic body and all other substances are the gross element result of our inability in previous lives to recognize the invisible secret essence of all substance. We are lost and suffering because of external staleness and internal ignorance. But even though we cannot recognize our invisible secret essence immediately, it is not necessary to think that it is far away. Our secret essence is always within the gross and subtle elements.
From Magic Dance: The Display of the Self-Nature of the Five Wisdom Dakinis
Excerpted from the Summer 2012 issue of Buddhadharma: The Practitioner's Quarterly, available on newsstands and by subscription.

sábado, 21 de julho de 2012

quem foi ele?

Pierre Falardeau Montréal 1946 – Montréal 2009
hoje esta foto no Facebook de um amigo questionou-me.

"a liberdade não é uma marca de yogourt"

depois li o artigo:
"C’est toute l’histoire du Québec en raccourci. Toute la réalité du Québec en résumé : claire, nette pour une fois, comme grossie à la loupe. Ce soir, les maîtres fêtent le bon vieux temps. Ils fêtent l’âge d’or et le paradis perdu. Ils crient haut et fort, sans gêne, leur droit au profit, leur droit à l’exploitation, leur droit à la sueur des autres. Ils boivent à leurs succès. Ils chantent que tout va bien, que rien ne doit changer, que c’est pour toujours… toujours aux mêmes, toujours les mêmes.
Ils sont pareils partout… à New York, à Paris, à Mexico. Je les ai vus à Moscou vomir leur champagne et leur caviar sur leurs habits Pierre Cardin. Je les ai vus à Bangkok fourrer des enfants, filles ou garçons, pour une poignée de petit change. Je les ai vus à Montréal dans leur bureau avec leurs sales yeux de boss, leur sale voix de boss, leur sale face de boss, hautains, méprisants, arrogants. Des crottés avec leur chemise blanche pis leur Aqua Velva. Minables avec leur Mercedes pis leur raquette de tennis ridicule. Comme des rats morts. Gras et épais avec leurs farces plates pis leurs partys de cabane à sucre. Pleins de marde jusqu’au bord à force de bêtise et de prétention. Crosseurs, menteurs, voleurs. Et ça se reproduit de père en fils. Une honte pour l’humanité!
Au Ghana, les pauvres mangent du chien. Ici, c’est les chiens qui mangent du pauvre. Et ils prennent leur air surpris quand on en met un dans une valise de char."aqui em fr
 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

street art



 Bruxelas
 https://www.facebook.com/urbanaproject

pantagruel de verde avental

Em Agosto de 1947 : para os culpados da destruição da metade da Mata do Solitário (Arrábida) Se for necessário, restaure-se a pena de morte. SOCORRO!" (p. 90).
A primeira viagem que Maria Manuela Caetano fez foi a Itália, no longínquo ano de 1929, tinha então apenas sete anos. A mãe não se coibia de pedir conselhos, receitas, de conversar com cozinheiros para aprender os seus truques. Nascia o bicho de conhecer o Mundo e, claro, a paixão pela cozinha.







Em abril de 2011, escrevi um texto sobre um legado da família que muito contribui para o meu amor pela cozinha.Falei sobre o amor do meu pai pela cozinha e sobre o livro que ele escreveu: Machão de Avental. 
    diz uma psicóloga que trocou a cidade pelo campo, e tem com o marido um restaurante onde o cliente decide quanto paga.


sim, o verde continua a ser a cor da esperança, a cor da protecção, do oxigénio, da Amazónia, da acção bondosa.

Regressamos à cozinha e tentamos reacender o fogo da vida.... tentamos em silêncio, pé ante pé para não acordar as crianças que sonham nos seus verdes anos.

terça-feira, 17 de julho de 2012

cabines telefónicas em NYC

ontem o super homem mudava de ID e consultava as pág. amarelas

hoje em 2012_as páginas são web
The Wi-Fi signal, which works with all the usual laptops, smartphones and tablet devices, will extend 100 feet to 200 feet from each pay phone. The city said there would be no limits on usage or bandwidth and there will be no charge to connect to the signal.
For those in a nostalgic mood, the pay phones themselves will remain active for old-fashioned phone calls.

um afro-americano

 1929 – 1968
“Aprendemos a voar no ar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a arte simples de viver em harmonia como irmãos."



Sabemos que todas as pessoas procuram a felicidade, mas porque será que alguns que não sofrem, lutam para que outros também sejam felizes?


segunda-feira, 16 de julho de 2012

vitrais | síndrome do regresso

Real Gabinete Português de Leitura – A instituição foi fundada em 1837 por um grupo de quarenta e três imigrantes portugueses, refugiados políticos, para promover a cultura entre a comunidade portuguesa na então capital do Império. Foi a primeira associação desta comunidade na cidade.

1. os vitrais deixam entrar a luz do sol de forma discreta e bela. Porque será que o sol entra na pele e nos faz esquecer?

2. O síndrome do regresso: " É o nome de um conjunto de sentimentos, como medo ou dificuldade para assimilar as diferenças entre as culturas, que as pessoas que viveram no exterior por pelo menos um ano tendem a sentir quando voltam para casa.segundo um estudioso brasileiro , alguém leva em média seis meses para se adaptar a uma cultura nova, e dois anos para se readaptar ao próprio país.  Em S. Paulo há um Núcleo de Informação e Apoio a Trabalhadores Retornados do Exterior (isec.org.br) que oferecem atendimento gratuito.

No FB comentários: Eu passei só 3 meses em Portugal há 5 anos atrás, e quando voltei fiquei + crítica e passei a olhar as pessoas e cidade fazendo comparações. Por exemplo: vejo q o brasileiro, em boa quantidade, é mal educado no trânsito, na colocação do lixo, nos bares gritam muito como se ali fosse só dele, usa o celular de forma grotesca ... afff enfim, nossa educação é uma droga - Mas aos poucos tenho fé q melhoraremos, n adianta um pais ter um PIB lá em cima enqto a educação é tratada como "despesa", sem saneamento básico as doenças proliferam e continuaremos c\doenças de pais pobre.

 agora vou levantar uam questão, e como será que é vista a volta ao seu estado ou cidade de origem... passei cinco anos em Porto Alegre, a volta à Fortaleza, não está sendo fácil.. 

Não é questão de esquecer, como alguém falou acima. A questão é que quando vc se habitua com bons hábitos e boa educação de alguns países do exterior, fica complicado de readaptar à realidade do Brasil. 

Daí que essa conversa sobre sair da zona de conforto, pode ser papo furado. O mesmo acontece se mudamos para cidades ou regiões muito diferentes. Muitos portugueses que voltaram de África, ainda hoje dizem que não se adaptaram a Portugal. Os tibetanos quando se exilaram na Índia foi muito difícil inclusive a nível físico, muitos morreram pois o corpo não estava adaptado ao calor .

Outros tibetanos emigraram para os Estado Unidos e há já uma geração que diz "eu sou tibetano-americano", tal como outros dizem "eu sou italo-americano".  Se houvessem os Estados Unidos da Europa podia dizer " eu sou portuguesa europeia", se...


quinta-feira, 12 de julho de 2012

boson | tinta especial

The Fantastic Machine That Found the Higgs Boson - In Focus - The Atlantic.


Talvez o Boson, a partícula de Deus, nos abra novas janelas de oportunidade, como por exemplo uma TV na parede controlada por iPad.
http://www.wired.com/gadgetlab/2012/05/nds-tv-of-the-future/
 
 Na cosmologia budista, o universo é infinito, não tem começo, nem fim. "Em cada átomo dos reinos do universo, existem vastos oceanos de universos." diz uma escritura budista. Muitos budistas entre eles o Dalai Lama  pensam que a física precisa de desenvolver uma epistemologia que ajude a a ultrapassar a linha ou gap que separa a experiência do dia a dia e a física quântica.

ler por ex. este livro onde encontramos uma visão budista do universo
o Dalai-Lama apresenta uma análise brilhante do motivo pelo qual é necessário seguir todas as vias de investigação - tanto científicas como espirituais - para alcançar uma imagem completa da verdade.


"[Dalai Lama pretende transmitir aos seus leitores] que a ciência não pode ser oposição à religião, à fé e à investigação empírica. É uma análise pessoal que Dalai Lama coloca como tributo aos seus mestres , com a certeza que a ciência e a espiritualidade confluem para um mesmo objectivo."JCS, Diário de Notícias

e um livro mais antigo "O infinito na palma da mão : budismo, ciência e salvação / Mathieu Ricard, Trinh Xuan Thuan" ed notícias, 2001. Os autores falam de mente aberta sobre fé e razão tentando encontrar pontos de união. Talvez no seu blog, M.Ricard um dia destes nos fale do boson.

E por fim e não menos significativo do admirável mundo em que vivemos esta nota retirado de um blog brasileiro que nos conta como um professor tenta que os alunos leiam "livros em papel" antes que desapareçam : Uma editora argentina, desenvolveu algo novo, “O livro que não pode esperar”. Eles usam uma tinta especial que dura só dois meses. Passado isso, as frases desaparecem e as páginas do livro ficam em branco."  aqui

Assim pudessem desaparecer muitas cartas que recebemos,  não é?!

um casal em NYC

Sunset looking down 34th Street. One of two days when the sunset is exactly aligned with the grid of streets in Manhattan. Photo © Neil deGrasse Tyson, 2001.


um casal em NYC pediu a um mestre tibetano para os casar. Ele celebrou a união notando que ela era mais idosa que ele.

alguns anos depois na Califórnia disseram ao mestre tibetano que o casal o queria ver. Ele perguntou se era para se divorciarem. Nada disso responderam, era para renovarem os seus votos de casamento.

ainda há finais felizes.




sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cascata de Fisgas de Ermelo


guiadacidade.pt

A Cascata de Fisgas do Ermelo é uma cascata portuguesa localizada junto à freguesia de Ermelo, concelho de Mondim de Basto, distrito de Vila Real.
Esta cascata é uma das maiores quedas de água de Portugal e uma das maiores da Europa, não se precipitando numa vertical absoluta, fá-lo através de uma grande barreira de quartzitos formando um profundo socalco. As suas águas separam as zonas graníticas das zonas xistosas das terras envolventes.
O desnível desta cascata, apresenta assim 200 metros de extensão cavados ao longo dos milénios da sua existência pelas as águas calmas, mas perseverantes do rio Olo que nasce no Parque Natural do Alvão.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Tintin

foto

Root Institute for Wisdom Culture

link








nova tradução em Portugal desde 2010 : "Segundo um press da ASA, o herói criado pelo belga Hergé, pseudónimo de Georges Rémi (1907 – 1983), “passa a ser Tintin, deixando de ser ‘Tintim’”. As futuras edições terão “um novo formato e novas traduções”. “Para meados de Setembro está a ser preparado um evento para o qual se espera contar com a presença e participação dos fãs de Tintin”, adianta a mesma nota. Tintin em português com chancela das Edições ASA - Blog Tintinofilo - Tintim em Portugal