lacoste

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

os judeus expulsos de Portugal no século XV podem voltar a ser portugueses



 "Tornar-se português vai passar a ser também uma forma de reparação da História..."Por que é que Portugal nos quer conceder a nacionalidade agora, cinco séculos depois de nos ter confiscado os nossos bens e de nos ter forçado à conversão?" Terão, contudo, de fazer prova da "tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar e descendência". Entre os judeus existem duas grandes comunidades que se distinguem pela sua origem e ritos de cultos: os ashkenazis, que têm raízes na Europa Central; e os sefarditas, que descendem dos judeus (espanhóis e portugueses) que chegaram à Península Ibérica muito antes de existir Portugal e que foram daqui expulsos a partir do final do século XV.
OS JUDEUS EM TRÁS OS MONTES: Descendem de judeus expulsos de Portugal no século XV. O Parlamento abriu-lhes a porta

A descoberta de quem foram os nossos antepassados torna-se actual. Houve uma série em Portugal RTP1: que procurava responder à pergunta - sabes realmente quem és? - Através da descoberta da árvore genealógica e de histórias reais sobre os antepassados do convidado de cada programa.

Há  investigadores psicanalíticos (Jung ) que dizem que todas as crianças nascem com um eu nuclear, que pode incluir características que não pertencem aos pais. Não são telas brancas com uma herança genética na qual os pais vão escrever as primeiras estruturas dos seus espíritos. Já tem o espírito que lhes pertence. Aparte as impressões fetais, há o que vem de muitas gerações anteriores. Procura-se na genealogia do sujeito, as impressões do karma de gerações anteriores. Considera-se que uma criança herda as correntes de consciência de ambos os pais: um inteiramente físico e o outro mental”.

No budismo diz-se que a criança conjuga o karma pessoal com o dos seus antepassados.A conjugação desse verbo é delicada, pessoal e intransmissível, em todos os tempos.

Como iniciar a sua genealogia? A Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem e evolução, descrevendo as gerações em cadeia (em sentido ascendente ou descendente) e traçando, sempre que possível, as biografias dos seus membros.
Se pretende conhecer as suas raízes familiares e estudar a sua ascendência, tenha em conta as seguintes indicações:
Qualquer trabalho de pesquisa genealógica deverá iniciar-se tendo por base os assentos de baptismo, de casamento e de óbito, registados nos livros paroquiais (livros de baptismos, de casamentos e de óbitos). Por vezes, os livros paroquiais são mistos, isto é, concentram no mesmo livro registos de baptismos e de casamentos ou de óbitos. Esta situação é sobretudo frequente nos livros mais antigos. Estes registos estavam a cargo dos párocos, motivo porque cada livro só inclui assentos de uma paróquia ou freguesia.
Sobretudo através dos assentos de baptismo e de casamento obtêm-se informações essenciais para o estudo de qualquer família, como sejam: duas ou até três gerações com os nomes das pessoas, datas, naturalidades, moradas, profissões, relações de parentesco com os padrinhos e testemunhas, etc.
O registo dos baptismos e dos casamentos “em livro próprio” só passou a ser obrigatório a partir de 1563 (por força de uma norma da 24ª sessão do Concílio de Trento), muito embora numerosas paróquias já o praticassem anteriormente. A obrigatoriedade do registo dos óbitos data de 1614.


terça-feira, 28 de maio de 2013

um lápis

com borracha tranquiliza-nos, ensina-nos a ética de apagarmos os nossos próprios erros, corrigi-los e depois se tudo está bem passar a outro filme, não é?

segunda-feira, 27 de maio de 2013

M6

os 6 mundos budistas

o sofrimento dos seres (1)Nos infernos são torturados por um calor e um frio extremos; (2)no mundo dos espíritos ávidos são afligidos pela fome e sede; (3) os animais sofrem ao serem reduzidos à escravidão; (4)os humanos sofrem com o nascimento, a doença, a velhice e a morte; (5)os semideuses passam a vida em conflitos; (6)e os deuses sofrem ao abandonarem os seus lugares paradisíacos.[DKR]