terça-feira, 27 de maio de 2014

ramos




a árvore da vida no meu ventre têm raízes,
o seu tronco corta as rodas profanas,
os ramos se movem no tempo do coração,
folhas vibrantes ao vento do sopro re-encontrado
flores de pétalas gravadas em sinais divinos
frutos docemente dispostos
em pratos de ouro e prata, levados pelas
valquírias loucas que os colocam nos altares de luz
dos Reis do mundo.