lacoste

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sábado, 25 de julho de 2015

a linhagem materna

Chogyam Trungpa explicou muitas vezes a  importância das mulheres, da linhagem maternal numa sociedade. A mulher é como a água que unifica a farinha e a levedura para fazer pão. A linhagem materna liga os elementos pela sua simples presença.  A sua mulher Diana Mukpo (1953-) publicou a sua biografia em 2002, onde por exemplo conta que em 1966 passou 2 meses do verão com  a família em Sintra-colares, ao lado de um convento de freiras (as Irmãs Clarissas, do Mosteiro do Santíssimo Sacramento, que vivem em clausura.)

em inglês e françês:



"Ce livre est l'histoire de ma vie, ainsi qu'un portrait intime de mon mari, Chögyam Trungpa Rinpoché.Il quitta le Tibet en 1959 suite à l'invasion de son pays par la Chine communiste. Après avoir passé quelques années en Inde, il arriva en Angleterre. C'est là que je fis sa connaissance.

Il avait vingt-huit ans, j'en avais quinze. Quand nous nous mariâmes, j'en avais seize, et cela choqua beaucoup mes parents mais aussi les collègues tibétains de Rinpoché. Nous nous aimions profondément et avions un lien très spécial. Notre mariage n'en était pas moins fort peu conventionnel au regard des us et coutumes en vigueur et il ne fut pas exempt de blessures et de difficultés. Avec le recul, je ne regrette rien.

 Le temps qu'il passa en Occident - de 1963, année de son arrivée en Angle­terre, à 1987, l'année de sa mort en Amérique du Nord - fut une période importante pour la transplantation du bouddhisme en Occident. Je souhaite que mon point de vue, en tant que son épouse, puisse offrir une perspective unique sur cette période. Durant ces années, ma vie était beaucoup centrée sur lui et sur ce qui lui arrivait. En racontant mon histoire, je cherche essentiellement à préserver sa mémoire ainsi que le souvenir de tous ces événements."




hoje na tradição Shambhala a linhagem é continuada por:

Sakyong Mipham Rinpoche que nasceu em 1962 em Bodhagaya, na Índia. Ainda jovem, Sakyong estudou com os grandes Mestres Sua Santidade Dilgo Khyentse Rinpoche e com SS Penor Rinpoche.
Em maio de 1995, tendo sido completados 25 anos de existência da organização, foi formalmente empossado como o Sakyong líder de ambas as vertentes de Shambhala, a espiritual e a secular. Na entronização do Sakyong também foi oficializado seu reconhecimento como Mipham Rinpoche. Essa cerimónia foi um importante marco na história de Shambhala International, ao reconhecer o papel do Sakyong Mipham Rinpoche em dar continuidade àquilo que seu pai tinha pretendido fazer ao desembarcar no território norte-americano, 25 anos antes.


Em 2005 Sakyong Mipham Rinpoche e a Princesa Tseyang Palmo do Tibet se casaram em cerimónia realizada em 2 continentes.  Khandro Tseyang foi posteriormente entronizada como Sakyong Wangmo. O título Sakyong Wangmo significa "Senhora Protetora da Terra" e é a manifestação da energia feminina - gentileza e paz - que todos nós temos. Tem 3 filhas.


domingo, 19 de julho de 2015

frase do dia

"Quando se quer bem a uma pessoa, a presença dela conforta. Só  a presença...não é necessário mais nada!"

lido num postal antigo.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

faz 25 anos da 1º ed. de um livro sempre actual


http://www.wook.pt/authors/detail/id/36735

A primeira ed.foi em 1975.
No fim do livro o autor tenta relacionar o que aprendeu com os conhecimentos da época: a Bíblia, os filósofos gregos como Platão, o livro tibetano dos mortos, ....já no fim fala-nos de emanuel swedenborg (1668-1772) um nobre sueco contemporâneo de Bach, Benjamin Franklin, Kant, Wesley, e Newton, com bastante influência em certos círculos americanos. Tendo swedenborg vivido uma experiente de quase morte descreve-a:

"Quando chega à outra vida, o homem têm consigo a memória de todas as coisas e é sucessivamente levado à sua recordação. Tudo quanto disse e fez torna-se evidente perante os anjos, numa luz clara como o dia, e nada foi escondido no mundo que não fique claro depois da morte, como que reflectido num espelho, quando o espírito é examinado perante a luz do Céu."

Um pouco de humor para acabar tirado de  um post no facebook do autor






quinta-feira, 16 de julho de 2015

lendo

livraria lello, porto
"Levava debaixo do braço um livro volumoso. Era um gesto que lhe dava prazer, uma atitude ao mesmo tempo distanciada e respeitoso para com o espírito. ... cruzou-se com o general Stumm e comentou "folgo muito em saber que o senhor também é frequentador da biblioteca. De vez em quando, faz bem fazer uma visita ao espírito na sua própria casa, mas isso é hoje cada vez mais raro entre homens de uma certa posição.
O general Stumm respondeu que estava muito familiarizado com aquela biblioteca."

Robert Musil, o homem sem qualidades, ed.2008

2. "Poucos antes do meu nascimento, outros tinham absorvido todas as dores, para nos pouparem sofrimentos e não permitirem senão pequenos desgostos." 

em  dora brude livro de Patrick Modiano (1945- prémio Nobel da literatura em 2014) ed.asa, pág.84

3. Os maias de eça de queiroz são uma aguarela de  lisboa do séc.19. Onde podemos viajar a um passado ainda recente: ver por exemplo este artigo : 10 lugares para reviver os maias :
1. CASA RAMALHETE
Rua São Francisco de Paula (atual Rua Presidente Arriaga), Janelas Verdes
 
“(...) o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma tímida fila de janelinhas abrigadas à beira do telhado, tinha o aspecto tristonho de residência eclesiástica que competia a uma edificação do reinado da senhora D. Maria I: com uma sineta e com uma cruz no topo, assemelhar-se-ia a um colégio de Jesuítas” - Os Maias
 
O livro abre com uma descrição detalhada da Casa Ramalhete – local criado pela ficção e que nunca existiu. Eça se inspirou nos palácios da Rua São Francisco de Paula, hoje Presidente Arriaga, próximos ao Museu Nacional de Arte Antiga.
 
                                                                                                             Priscila Roque
A Casa Ramalhete não existe, mas é possível imaginá-la como seria nessa rua
 
2. ATERRO
Av. 24 de Julho
 
Perto da Casa Ramalhete encontrava-se o Aterro. De acordo com Monica Figueiredo, “toda aquela região para baixo, atualmente chamada de Av. 24 de Julho, que vai dar em Belém, era chamada de Aterro – a parte aterrada do Rio [Tejo]. Os personagens iam até lá para passear, refletir ou viver aquilo que a sociedade da época não os permitia”.
 
                                                                                                             Priscila Roque
No lugar do Aterro, hoje existe a A Av. 24 de Julho - uma importante artéria da capital
 
3. ESTAÇÃO SANTA APOLÓNIA
Av. Infante D. Henrique
 
Para Monica, é aqui que acontece uma das cenas mais bonitas do livro: “É a última vez que o leitor tem contato com Maria Eduarda. Depois que ela descobre o incesto, é convidada a sair de Portugal. Essa, então, é a hora da despedida, em que ela aparece toda vestida de negro, com um véu no rosto. É pictoricamente muito bem feita”, diz.
 
                                                                                                               Nuno Morão
Maria Eduarda despede-se do leitor na Estação Santa Apolónia
 
4. HOTEL CENTRAL
Praça Duque da Terceira, Cais do Sodré
 
Apesar desse luxuoso hotel ter encerrado suas atividades em 1919, a fachada permanece original. “De costas para o cais, do lado direito, é um prédio com uma série de lojas. Ele é muito importante no livro. Primeiro acontece um grande jantar que acaba em pancadaria. Depois, esse é o lugar que Carlos Eduardo vê Maria Eduarda, descendo, pela primeira vez. Ela está toda de branco, vem segurando uma cadelinha acinzentada e o sol da Ribeira bate nela – uma imagem linda”, relembra a professora.
 
                                                                                                             Priscila Roque
Até 1919, funcionava nesse edifício o luxuoso Hotel Central
 
5. TEATRO SÃO CARLOS
Largo de São Carlos
 
O Teatro São Carlos abriu suas portas ainda em 1793. Na época de Os Maias, era uma das salas mais prestigiadas. “No teatro, muitos dos encontros e da crítica social que o Eça faz à cultura do seu tempo e à forma como as coisas eram passadas – de uma maneira repetitiva, esvaziada, sem reflexão, com cópias do que se passava nos teatros franceses – são recuperados o tempo todo”, atesta Monica.
 
                                                                                                            Priscila Roque
O Teatro São Carlos ainda é um dos principais de Lisboa
 
6. CHIADO
Largo do Loreto (atual Praça Luís de Camões), Largo do Chiado e Rua do Chiado (atual Rua Garrett)
 
O coração de Lisboa já pulsava no Chiado naquela época. “O Largo do Loreto é recorrente no livro, principalmente por conta da estátua de Camões, dos cafés e de toda a circulação de ideias. Há uma frase de João da Ega que diz: ‘Lisboa é Portugal! Fora de Lisboa não há nada! O país está todo entre a Arcada e São Bento’. Ela resume a importância dessa cidade dentro da obra de Eça. Há também inúmeras cenas na Rua do Chiado, hoje Garrett. Era lá que ficava o café Marrare [entre os números 54 e 64] e a Casa Havanesa, local que vendia enfeites para a burguesia enriquecida”, explica a professora.
 
                                                                                                            Priscila Roque
A Rua Garrett e a Praça de Camões são cenários de Os Maias
 
7. CASA DA MARIA EDUARDA
Rua de S. Francisco (atual Rua Ivens), 31, 1º andar
 
Antes chamada de Rua de S. Francisco, hoje Ivens, era aqui que Maria Eduarda vivia. “É no número 31 que estava a suposta casa dela – onde começa também o encontro de amor com Carlos da Maia. Mesmo que o local não exista, vale a pena passar por lá e imaginar”, afirma Monica.
 
                                                                                                         Priscila Roque
A casa só existiu na ficção, mas como não imaginar Maria Eduarda nesse endereço?
 
8. CAFÉ TAVARES
Rua de São Roque (atual Rua da Misericórdia), 37
 
“Nesse café acontecem alguns almoços do livro. Porém, aqui também era ponto de encontro de quando Eça voltava a Portugal e reencontrava seus amigos. Algumas pessoas, por inveja, começaram a suspeitar dessas reuniões. Diziam que eles eram ‘vencidos da vida’. Eça ironizou a situação e o grupo ficou conhecido por esse nome”, indica Monica. Ainda hoje é possível reservar a mesa frequentada por Eça de Queirós e os “Vencidos da Vida” no Restaurante Tavares.
 
                                                                                                             Priscila Roque
O Café Tavares - hoje restaurante - foi frequentado por Eça de Queirós
 
9. PRAÇA DO ROSSIO
Praça D. Pedro IV
 
Cenário de touradas, feiras e outros eventos, um dos principais pontos da capital também já foi residência da família de Eça, no 4º andar do número 26. Algumas lembranças se transportaram para dentro do romance. “Muitos personagens se encontram no Rossio. Sempre tem alguma coisa acontecendo por lá! É nesse mesmo local que Carlos Eduardo tem um consultório, quando começa sua vida como médico em Lisboa. É um lugar de ficção e de memória biográfica”, ressalta a professora.
 
                                                                                                             Priscila Roque
Uma placa homenageia o escritor no número 26, onde residiu com sua família
 
10. PASSEIO PÚBLICO
Atual Av. da Liberdade e Praça dos Restauradores
 
“Quando a Av. da Liberdade foi construída, em 1886, Eça estava fora de Portugal. Aquele lugar, que hoje é também a Praça dos Restauradores, na época, era um enorme jardim no modelo francês, chamado de Passeio Público”, conta Monica.
 
Depois da viagem de Carlos da Maia, que durou 10 anos, ele retorna a Lisboa, já com essa avenida inaugurada. “É um choque pelos olhos do personagem. Ele vê que a paisagem mudou, mas a pequenez das pessoas continua a mesma. A ideia de uma cidade com uma avenida larga, pronta para o futuro, para a circulação, mobilidade e comércio, é, na verdade, uma fotografia de fachada”, explica.
 
                                                                                                             Priscila Roque
Avenida da Liberdade e a Praça dos Restauradores foram construídas onde originalmente era o Passeio Público
 
acrescento:
 
11. Subindo a Rua do Alecrim, bem conhecida das personagens queirosianas, encontramos, à esquerda, a estátua de Eça de Queirós e da sua musa.
 

terça-feira, 14 de julho de 2015

a única via

2ºed.janeiro2015
a china maoísta comunista invadiu o Tibete, e foi uma tragédia, que hoje felizmente se atenua. Quando os chineses chegaram a lhasa começaram por exigir a cabeça dos dois primeiros ministros, o religioso e o laico. Sabemos como terminou tal aventura, para evitar um mal maior, todo um povo emigrou.

Escreveu Trinley Norbu na sua auto biografia (pai de Dzongsar Rinpoche): "os comunistas  veneram uma igualdade superficial, mas nada sabem o poder do resultado que surge dos diferentes karmas individuais." (a brief fantasy history of a himalayan, p. 82 )




"In exile from the land of snows", john avedon, 1984, 2015, uma edição com fotografias da época, mapas e cronologia dos acontecimentos.

algumas opiniões sobre este livro que teve este ano uma nova edição:

" a noble and eloquent book...indispensable reading." - the washington post
"what alexander solzhenitsyn did for the union sovietic, avedon does for tibet" Los angeles times

"Utterly engaging. there are passages dealing with india that will have you smelling dust. this book deserves wide readership, the autor our applause." - san diego tribune

e ainda hoje se morre nas prisões chinesas: http://www.lionsroar.com/tenzin-delek-rinpoche-dies-in-chinese-prison/# "Tenzin Delek Rinpoche, one of the most prominent Tibetan political prisoners and a respected Buddhist teacher, died on July 12 in a Chinese prison in Chengdu according to the Central Tibetan Administration. The cause of his death is unknown."

domingo, 12 de julho de 2015

Capicua - "Casa no Campo" (com Mistah Isaac) - Lyric Video

quero cultivar mais do que mero conhecimento,Quero uma horta do outro lado da porta e 
quero a sorte de estar pronta quando a morte me colher,
Quero uma porta do outro lado da morte,

"Quero uma casa no campo como elis regina,
Plantar os discos,
Os livros e quem sabe uma menina,
Por mim até podem ser mais,
Um amor como os meus pais,
Os dias como os demais,
Sem serem todos iguais.

Casa no campo com a porta sempre aberta para deixar entrar amigos,
Partir à descoberta,
Ter a minha cama grande com a colcha predileta e um cão desobediente dorme em cima da coberta.
Quero uma casa completa com um pedaço de terra,
E com o espaço quero o tempo para adormecer na relva,
Longe da selva de cimento,
Eu acrescento que quero cultivar mais do que mero conhecimento,
Quero uma horta do outro lado da porta e quero a sorte de estar pronta quando a morte me colher,
Quero uma porta do outro lado da morte,
Ter porte de mulher forte quando a vida me escolher.
Quero uma casa no campo que cheire a flores e frutos,
A gomas e sugus,
A doces e sumos,
Cozinhar para quem quer comer,
Comer como sei viver,
Com apetite já disse que não quero emagrecer.
Comer de colher sopa,
Fazer pão,
Estender a roupa,
Eu faço pouco das bocas que me dizem para crescer,
Eu quero rasgar janelas nas paredes cujas pedras eu carregar com as mãos que uso para escrever.
Casa no campo com lareira e fogo brando,
Que ilumine todo o ano,
O sorriso de quem amo,
Quero uma casa no campo que pode ser na cidade,
Mas tem de ser de verdade,
Mesmo não tendo morada… https://www.youtube.com/watch?v=GtryADkv14A

segunda-feira, 6 de julho de 2015

o leque está aberto a180º

e porque não praticar a arte do leque (sopro)? 


Fundado em valores espirituais de “Tradição Universal”, o Tenchi Tessen apresenta-se como uma nova abordagem corporal. Os termos japoneses constituintes do nome desta arte significam:
• Ten: Céu
• Chi: Terra
• Tessen: Leque (símbolo do Sopro)
Esta “Arte do Movimento” permite simultaneamente aumentar a flexibilidade corporal e, de uma forma harmoniosa, desenvolver e pôr em circulação as energias internas.
Os aspectos que levam a considerar esta disciplina como uma “Arte da Vida” são principalmente o conhecimento de si-próprio e a comunicação com os outros e com o mundo que nos rodeia.
O Tenchi Tessen convida o praticante a habitar um ‘espaço justo’, descobrindo, assim, o seu esquema corporal. Pela prática desta arte, o aluno aprende a sentir o mundo que o rodeia e, em simultâneo, está consciente da presença dos outros praticantes, tornando-se UM com tudo o que o rodeia.
Embora o TenChi Tessen seja uma arte de viver, guarda certas características inerentes às artes do Budo, que levam o praticante a desenvolver a espontaneidade e a liberdade de expressão e, consequentemente, flexibilidade e abertura de espírito, apoiado no princípio de katsujinnoken ou «dar a vida com o sabre». Aqui, o sabre é substituído pelo leque.
Nesta arte do movimento, o objectivo não é o combate, mas o praticante aprende a desenvolver certas características inerentes ao combate, tais como: o espírito de vigilância (jap. Zanshin) e o empenho que qualquer disciplina exige, de modo a alcançar-se a intensidade e o nível de prática requeridos. Tudo isto é conseguido por meio de uma repetição persistente, dedicada, à semelhança do músico que repete sem cessar uma obra. E, quando o praticante  aprende a executar o movimento sem pensar,  atinge um dos primeiros objectivos.
À semelhança do artista que, após um longo trabalho, confia na sua intuição na busca incessante da beleza, da harmonia e fluidez dos seus movimentos, o praticante do TenChi Tessen procura progredir constantemente, antes de se entregar à inspiração e à improvisação. Relembremos os mestres do movimento que nos dizem: a verdadeira essência da beleza é a alegria de a descobrir em tudo.
O Tenchi Tessen pode, também, tornar-se numa via espiritual. Trata-se da livre escolha de cada um. Essa via permite a evolução do homem, a evolução que conduz à Unidade, unidade do corpo e do espírito, o que é próprio a toda a Via espiritual. link
 aonde: http://www.museudooriente.pt/
Terça | 13.00 às 14.00
Sexta | 19.00 às 20.30

Interrompe durante o mês de Agosto

Preço: €48,00/participante/duas aulas semanais/mês
Preço avulso: €11,00
Para maiores de 16 anos

Sala sujeita a confirmação

O tenchi tessen é uma arte do movimento. A sua finalidade é permitir ao ser humano reencontrar a harmonia consigo e com o Mundo, entre o céu (ten) e a terra (chi). Criado por Georges Stobbaerts, o tenchi tessen pode comparar-se a uma dança hierática, uma arte para a unidade do corpo, que se situa no instante presente, onde o leque substitui o sabre e a confrontação dá lugar à conciliação.

Em colaboração com a Escola TenChi – Associação TenChi Internacional

Lisboa     lugar de prática: Museu do Oriente   
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)  1350-352 Lisboa
Terça 13h-14h   Sexta 19h-20h30     Professor:  Miguel Raposo       tel: 91 07 66 507

domingo, 5 de julho de 2015

Calor : 5 gestos naturais para dormir melhor

 #1  tome um banho frio, incluindo  a cabeça.
#2  bebam muita água ou sumos de fruta naturais
#3  ponham na almofada um bloco gelo.
#4  comam muita fruta ex. melão, melancia...
#5  façam exercício de manha cedo.

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