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quinta-feira, 30 de março de 2017

O Douro é o lugar de um feliz encontro.


olhar o douro e pensar que ali está tanto passado que nos foi oferecido por tantos seres humanos.
Editor: Relógio D'Água antónio barreto (1942,-)
  inclui cerca de 230 fotografias, a maior parte inéditas e do próprio autor, mas também muitas outras de grandes fotógrafos que passaram pelo Douro desde meados do século XIX.
O Douro é o lugar de um feliz encontro. Nada faria prever que aquela região, outrora inóspita, fosse local propício para tão venturosa reunião. Da própria terra vieram lavradores e os trabalhadores da vinha e do lagar. De ali perto, dos vales do rio, os arrais e os marinheiros. Do lado de lá da fronteira, a norte, os galegos, inesgotáveis construtores de muros e socalcos. Do Porto, adegueiros, administradores e comerciantes. Da Inglaterra e da Escócia, sobretudo,mas também da Holanda e de outros países, comerciantes, exportadores, colégios de Oxbridge, clubes de Londres e pubs de Edimburgo. Ao fazer um vinho excelente, toda esta gente fez também uma região, uma paisagem e uma cultura


o douro  do passado "é um trabalho enorme, colossal". "O que você vê hoje no Douro foi tudo feito pelos homens, os socalcos, os terraços, os taludes, aplanar a vinha, plantar o olival, foi tudo muito trabalhoso, foi preciso fazer o caminho de ferro, as estradas, os caminhos. Tudo no Douro é mais difícil. Não há terra, é preciso fabricá-la, andar à pancada com o xisto. Tudo estava contra e deste encontro resultou este fabuloso vinho e aí é que está a felicidade." Dos lavradores, dos comerciantes do Porto, dos galegos que construíam os muros, dos ingleses, dos escoceses.

e um cruzeiro no Douro de hoje: a douro azul
e para quem gosta de termas link

sexta-feira, 24 de março de 2017

livro infantil: Ziji - the puppy by Mingyur Rinpoche

Tergar International; First edition (November 9, 2009) Ziji is a noisy bouncy puppy who lives with the Anderson family - mom, dad, Jenny and baby Jack. He loves to bark and play and - most of all-chase pigeons in the park. Then one day, Ziji sees a new boy from Jenny's school, Nico, sitting in the park. What is Nico doing? Why does he look so calm and happy? Ziji can't wait to find out.link
o livro têm um guia de utilização para pais e professores sobre a meditação e como a ensinar.

2017 no Nepal


ainda a propósito de cães:
De acordo com os  ensinamentos budistas, os animais também acumulam karma. E mais cedo ou mais tarde tem de experimentar as consequências das suas acções, mesmo que estas tenham sido feitos por instinto animal e ignorância.

quarta-feira, 22 de março de 2017

limpar na primavera


O incontornável livro da japonesa Marie Kondo a quem o jornal Observador dedicou um artigo que vou citar:
"Tal como os remotos ascetas, os estóicos, ou simplesmente os minimalistas, Marie vem dizer-no algo muito simples: uma das causas da nossa frustração (e da nossa casa sempre desarrumada) não é aquilo que nos falta. É aquilo que temos a mais.  Seja corajoso e deite fora tudo o que não o faz feliz.O método passa por olhar e tocar cada objeto que possui (mas cada é mesmo cada, seja um par de ténis caro, um botão perdido ou uma caneta promocional) e perguntar-se se ele o faz feliz. Não importa o que é, o preço que custou, quem lhe ofereceu, que memória traz. Esse objecto fá-lo feliz hoje? Se pensa que não ou se tem dúvidas, coloque-o no saco do lixo. (Em Portugal e segundo a nossa realidade dar a uma instituição de caridade é uma boa opção, mas só coisas em bom estado,Nota da bloguer)
Há portanto que “assumir escolhas e tomar decisões”, diz Marie, e isso é difícil para a maior parte das pessoas. o método Marie Kondo avisa: organiza-se usando o que se tem.

  • Arrumar uma assoalhada de cada vez. Não. A arrumação é para ser feita de uma penada. Num só dia ou, no máximo, num fim de semana.
  • Arrume sozinho. Isto é um processo interior, os amigos não ajudam, só distraem e ainda aceitam ficar com algum do seu lixo.
  • Arrume em silêncio. A ideia é que perceba o que é que cada objecto significa para si. Nada de música.
  • Se vive com a família não o faça quando os outros estiverem em casa.
  • Junte todos os objetos por categoria (roupas de cima, roupas de baixo, casacos, meias, malas, acessórios, sapatos, roupa de casa, livros, CDs… Deixe para o fim fotografias e papéis de valor sentimental).
  • Espalhe todos os objetos de cada categoria no chão e veja-os um por um.
  • Não tema guardar coisas absurdas se perceber que elas o fazem feliz.
  • Não use como desculpa “um dia vou precisar”. Mesmo em países com um passado recente de pobreza como o nosso, não vai precisar daquele casaco que nunca usou, de livros da escola secundária, de roupas dos seus filhos, de fotografias de paisagens que nem se lembra onde são.



Arrumando o que sobraLembre-se que as arrumações só podem começar depois de ter deitado fora tudo o que não o faz feliz. E já agora conte quantos sacos juntou e partilhe com os amigos. espalhe a palavra: viver com menos é preciso.

  • Maximize o seu roupeiro pensando nele como mais uma assoalhada.
  • Arrume a roupa em caixas de plástico transparente para ver sempre tudo o que tem.
  • Pendure em cabides só a roupa que precisa, como casacos, sobretudos, fatos, vestidos ou camisolas muito finas e leves.
  • Nos livros e CDs (a não ser que o seu trabalho seja à volta destas áreas), reduza-os ao Olimpo.
  • Deite fora todos os papéis exceto os contratos de hipotecas bancárias, as garantias dos eletrodomésticos e as cartas que ainda não leu.
  • Dê a cada objecto um local fixo. Assim nenhum deles se perde e todos são utilizados

Sabiamente, Kondo diz: não vale a pena termos pena dos objetos que deitamos fora. Se o objetivo deles na nossa vida era ensinar-nos que não precisamos deles, então já cumpriram a sua função e podem agora ir em paz… para o lixo.

facebook da autora: https://www.facebook.com/konmarimethod



Editor: Pergaminho: Cada coisa no seu sítio!»… quantas vezes não ouvimos as nossas mães ou avós a dizer isso? A verdade é que, no tempo delas, era mais fácil fazê-lo; elas não viviam rodeadas dos gadgets e dos mil e um pequenos objetos que «atafulham» as nossas casas, nem tinham saldos quatro vezes por ano para encher os armários de roupa que nunca se chega a vestir… Temos de o admitir: hoje em dia, a maior parte de nós tem a casa cheia de «tralha». E o problema é que essa tralha que nos rodeia tem uma influência muito subtil mas profundamente negativa na nossa qualidade de vida. Habitar um espaço desordenado faz-nos ser mais desorganizados na maneira de pensar e de nos comportarmos. A fórmula é simples: espaços desarrumados e feios resultam de estados de espírito infelizes, e causam ainda mais infelicidade; espaços bonitos e arrumados resultam numa vida bonita e arrumada. Mas como o conseguir? Afinal, limpar a «tralha» das nossas vidas dá tanto trabalho que a maior parte de nós nem saberia por onde começar…link
Nota final da bloguer: eu penso que também devemos guardar objectos por respeito, aqueles que nos foram dados com muito amor e que não queremos esquecer.

por outro lado dar é praticar a generosidade e caso não tenhamos o hábito de dar o melhor é começar por "menos" ou seja,  dar o que pouco até nos habituarmos e sermos capazes de oferecer mais.

sexta-feira, 17 de março de 2017

dia mundial do sono


As novas investigações sobre o sono consideram-no como uma forma de alimentação, como a comida, que restaura e refresca o corpo, assim uma boa almofada e um bom colchão são um bom investimento para ter uma boa qualidade de vida.

um bom site par almofada e colchão:http://www.zafu-futon.com/index.php?route=common/home




quarta-feira, 15 de março de 2017

Diz-lhe que Não, Helena Magalhães - Livro

o amor romântico paixão tipo frasco de mel partido no meio do quarto faz mal às mulheres, digo eu, ao ler este livro e ver o filme de Claude Lelouch no link: CHACUN SA VIE (2017) Jean Dujardin, Kendji Girac, Johnny Hallyday


Editor: A Esfera dos Livros
Sinopse
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer.

E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele.

Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.

Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.blog da autora
Diz-lhe que Não, Helena Magalhães - Livro - WOOK

sexta-feira, 10 de março de 2017

viagens com o charley de J. Steineck


sinopse: Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, por estradas de terra batida e vias rápidas, com paragens em grandes cidades e em esplendorosas paisagens naturais, atravessando quarenta Estados norte-americanos. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, tomou o pulso a um território de contrastes e desafios prementes e produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico.

Viagens com o Charley foi lançado em meados de 1962, meses antes da atribuição a Steinbeck do Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Permanece hoje como uma das suas obras mais surpreendentes, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme actualidade. link

comentário: um livro ainda hoje muito actual, quando se começa não se pára.
na wikipédia link 

quarta-feira, 8 de março de 2017

dia da mulher, uma citação

Not being beautiful was the true blessing. Not being beautiful forced me to develop my inner resources. The pretty girl has a handicap to overcome. Golda Meir
Read more at: https://www.brainyquote.com/quotes/quotes/g/goldameir398566.html

 
To be successful, a woman has to be much better at her job than a man. Golda Meir
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Not being beautiful was the true blessing. Not being beautiful forced me to develop my inner resources. The pretty girl has a handicap to overcome. Golda Meir
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Not being beautiful was the true blessing. Not being beautiful forced me to develop my inner resources. The pretty girl has a handicap to overcome. Golda Meir
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Author Profession: Leader
Nationality: Israel
Born: Kiev, May 3, 1898
Died: Israel, December 8, 1978
 
Not being beautiful was the true blessing. Not being beautiful forced me to develop my inner resources. The pretty girl has a handicap to overcome. Golda Meir
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To be successful, a woman has to be much better at her job than a man. Golda Meir
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 uma mulher a quem se pode aplicar a máxima de Gandhi:
 
 
Author Profession: Leader
Nationality: Indian
Died: Índia, January 30, 1948
To be successful, a woman has to be much better at her job than a man. Golda Meir
Read more at: https://www.brainyquote.com/quotes/quotes/g/goldameir101408.html
Not being beautiful was the true blessing. Not being beautiful forced me to develop my inner resources. The pretty girl has a handicap to overcome. Golda Meir
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Eça de Queiroz, Cartas de Paris





“Ah, esta abominável influencia da distância sobre o nosso imperfeito coração.
A Hungria inundada, fome, e guerras… mas o pé desmanchado de luísa carneiro esmagava os nossos corações…

Pudera! Todos nós conhecíamos a luisínha – e ela morava adiante, no começo da Bela Vista, naquela casa onde a grande mimosa se debruçava do muro dando à rua sombra e perfume.”

Eça de Queiroz, Cartas de Paris, Lisboa, Março de 2000, p.340

terça-feira, 7 de março de 2017

Arquivos da RTP


hoje faz 60 anos a RTP e consultando o arquivo vejo uma entrevista a Walt Disney que compara Portugal à Califórnia por causa do calor, aquando da sua visita  por cá em 1962-09-09.

Entrevista a Walt Disney – RTP Arquivos