domingo, 26 de março de 2017

dia do livro português

Paulo Borges Lisboa, (5 de Outubro de 1959-) é professor de Filosofia na Universidade de Lisboa, onde trabalha nas áreas de Filosofia da Religião, Pensamento Oriental e Filosofia em Portugal. Sócio-fundador e ex-membro da Direcção do Instituto de Filosofia ­Luso-Brasileira. Ex-presidente (2005-2013) e membro da Direcção da Associação Agostinho da Silva. Sócio-fundador e ex-presidente (2002-2014) da Direcção da União Budista Portuguesa. Sócio-fundador e presi­dente do Círculo do Entre-Ser, associação filosófica e ética.
 facebook: https://www.facebook.com/pauloaeborges
 um autor a descobrir, eis um pequeno texto:

"comum Origem e Fim - uma irredutível unimultiplicidade humana, cultural e religiosa, sendo o reconhecimento dessa unidade e convergência na diversidade que pode permitir e suscitar essa harmonia e diálogo inter e trans-subjectivo, inter e trans-cultural e inter e trans-religioso que Agostinho da Silva [“Claro que sou cristão; e outras coisas, por exemplo budista, o que é, para tantos, ser ateísta; ou, outro exemplo, pagão. O que, tudo junto, dá português, na sua plena forma brasileira” - Agostinho da Silva, Pensamento à Solta, in Textos e Ensaios Filosóficos II, p. 175.] considera uma das tarefas maiores da humanidade contemporânea e a vocação superior dos povos de língua e cultura portuguesa.
Quanto ao Dalai Lama, constatando o facto lamentável de que a
religião seja historicamente causadora de tantos conflitos, atribui-lhe duas causas
principais: a própria “diversidade religiosa”, doutrinal, cultural e de práticas, e os
“factores contextuais políticos, económicos e outros, principalmente a nível
institucional”, que se lhe associam. Vê a solução destes na “secularização” e sobretudo
na separação entre as hierarquias religiosas e as instituições estatais, enquanto a dos
primeiros passa pela promoção da “harmonia inter-religiosa”, aspecto importante da
ética de “responsabilidade universal” que advoga. [Cf. Dalai Lama, Ética para o Novo Milénio, tradução de Conceição Gomes e Emília Marques Rosa, Lisboa, Editorial Presença, 2000, p.160. Sobre a “responsabilidade universal”, cf. o capítulo 11, pp.121-128.] link no site
Paulo Borges acaba de publicar um novo livro:

link da editora: http://www.ancora-editora.pt/index.php