sábado, 25 de março de 2017

tradução da BÍBLIA

link

olhemos este versículo APOCALIPSE na versão pastoral de Lisboa1993, editora Paulus:

 APOCALIPSE 22:1: "O anjo mostrou-me o Rio da Água da Vida, brilhante como cristal;"


Para os católicos que seguem a via religiosa e para quem a Bíblia é um manual para a vida, parece-nos mais vantajoso seguir uma tradução pastoral, que inclui o ano litúrgico e as leituras Bíblicas das Eucaristias Dominicais.

A transmissão oral e a linhagem explicativa dos ensinamentos bíblicos existem na tradição em que praticamos e por razões óbvias não pode ser ressuscitada das relíquias gregas. Para os que praticam uma via religiosa, uma versão pastoral é de maior importância que uma versão moderna, ainda que não seja tão erudita e acurada.

A conexão humana será sempre mais importante e esta reside na língua maternal, na língua em que praticamos. A linhagem dos seus praticantes é tão crucial como a sua fonte.

sexta-feira, 24 de março de 2017

livro infantil: Ziji - the puppy by Mingyur Rinpoche

Tergar International; First edition (November 9, 2009) Ziji is a noisy bouncy puppy who lives with the Anderson family - mom, dad, Jenny and baby Jack. He loves to bark and play and - most of all-chase pigeons in the park. Then one day, Ziji sees a new boy from Jenny's school, Nico, sitting in the park. What is Nico doing? Why does he look so calm and happy? Ziji can't wait to find out.link
o livro têm um guia de utilização para pais e professores sobre a meditação e como a ensinar.

2017 no Nepal


ainda a propósito de cães:
De acordo com os  ensinamentos budistas, os animais também acumulam karma. E mais cedo ou mais tarde tem de experimentar as consequências das suas acções, mesmo que estas tenham sido feitos por instinto animal e ignorância.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Bento XVI: “Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas” – Observador

“Bento XVI: Conversas Finais”, com Peter Seewald (Março 2017,Dom Quixote)


Não ficou chocado ao ver tanta inveja, ciúme, carreirismo e intrigas no Vaticano?
Bom, não é novidade. Devo dizer expressamente que, embora tudo isso exista, o Vaticano no seu todo não é só isso. Há imensas pessoas realmente boas, que se entregam por completo, de manhã à noite, ao seu trabalho. Conheço tantas pessoas boas que sou levado a dizer que, tudo bem, é preciso aceitar que estas coisas também existem. Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas.
Temos de admitir que esse lado existe, com toda a tristeza que isso implica, mas não podemos deixar de ter presente o outro lado.

Comove-me ver quantas pessoas encontro, aqui, que do fundo do seu coração querem realmente fazer algo por Deus, pela Igreja e pelos outros, e estão presentes. Quantas pessoas verdadeiramente bondosas e íntegras encontrei aqui! Um aspecto equilibra o outro e digo: o mundo é mesmo assim! Sabemo-lo pelo Senhor! Os peixes maus também estão na rede."





Bento XVI: “Numa instituição com muitos milhares de pessoas, é impossível só haver pessoas boas” – Observador

limpar na primavera


O incontornável livro da japonesa Marie Kondo a quem o jornal Observador dedicou um artigo que vou citar:
"Tal como os remotos ascetas, os estóicos, ou simplesmente os minimalistas, Marie vem dizer-no algo muito simples: uma das causas da nossa frustração (e da nossa casa sempre desarrumada) não é aquilo que nos falta. É aquilo que temos a mais.  Seja corajoso e deite fora tudo o que não o faz feliz.O método passa por olhar e tocar cada objeto que possui (mas cada é mesmo cada, seja um par de ténis caro, um botão perdido ou uma caneta promocional) e perguntar-se se ele o faz feliz. Não importa o que é, o preço que custou, quem lhe ofereceu, que memória traz. Esse objecto fá-lo feliz hoje? Se pensa que não ou se tem dúvidas, coloque-o no saco do lixo. (Em Portugal e segundo a nossa realidade dar a uma instituição de caridade é uma boa opção, mas só coisas em bom estado,Nota da bloguer)
Há portanto que “assumir escolhas e tomar decisões”, diz Marie, e isso é difícil para a maior parte das pessoas. o método Marie Kondo avisa: organiza-se usando o que se tem.

  • Arrumar uma assoalhada de cada vez. Não. A arrumação é para ser feita de uma penada. Num só dia ou, no máximo, num fim de semana.
  • Arrume sozinho. Isto é um processo interior, os amigos não ajudam, só distraem e ainda aceitam ficar com algum do seu lixo.
  • Arrume em silêncio. A ideia é que perceba o que é que cada objecto significa para si. Nada de música.
  • Se vive com a família não o faça quando os outros estiverem em casa.
  • Junte todos os objetos por categoria (roupas de cima, roupas de baixo, casacos, meias, malas, acessórios, sapatos, roupa de casa, livros, CDs… Deixe para o fim fotografias e papéis de valor sentimental).
  • Espalhe todos os objetos de cada categoria no chão e veja-os um por um.
  • Não tema guardar coisas absurdas se perceber que elas o fazem feliz.
  • Não use como desculpa “um dia vou precisar”. Mesmo em países com um passado recente de pobreza como o nosso, não vai precisar daquele casaco que nunca usou, de livros da escola secundária, de roupas dos seus filhos, de fotografias de paisagens que nem se lembra onde são.



Arrumando o que sobraLembre-se que as arrumações só podem começar depois de ter deitado fora tudo o que não o faz feliz. E já agora conte quantos sacos juntou e partilhe com os amigos. espalhe a palavra: viver com menos é preciso.

  • Maximize o seu roupeiro pensando nele como mais uma assoalhada.
  • Arrume a roupa em caixas de plástico transparente para ver sempre tudo o que tem.
  • Pendure em cabides só a roupa que precisa, como casacos, sobretudos, fatos, vestidos ou camisolas muito finas e leves.
  • Nos livros e CDs (a não ser que o seu trabalho seja à volta destas áreas), reduza-os ao Olimpo.
  • Deite fora todos os papéis exceto os contratos de hipotecas bancárias, as garantias dos eletrodomésticos e as cartas que ainda não leu.
  • Dê a cada objecto um local fixo. Assim nenhum deles se perde e todos são utilizados

Sabiamente, Kondo diz: não vale a pena termos pena dos objetos que deitamos fora. Se o objetivo deles na nossa vida era ensinar-nos que não precisamos deles, então já cumpriram a sua função e podem agora ir em paz… para o lixo.

facebook da autora: https://www.facebook.com/konmarimethod



Editor: Pergaminho: Cada coisa no seu sítio!»… quantas vezes não ouvimos as nossas mães ou avós a dizer isso? A verdade é que, no tempo delas, era mais fácil fazê-lo; elas não viviam rodeadas dos gadgets e dos mil e um pequenos objetos que «atafulham» as nossas casas, nem tinham saldos quatro vezes por ano para encher os armários de roupa que nunca se chega a vestir… Temos de o admitir: hoje em dia, a maior parte de nós tem a casa cheia de «tralha». E o problema é que essa tralha que nos rodeia tem uma influência muito subtil mas profundamente negativa na nossa qualidade de vida. Habitar um espaço desordenado faz-nos ser mais desorganizados na maneira de pensar e de nos comportarmos. A fórmula é simples: espaços desarrumados e feios resultam de estados de espírito infelizes, e causam ainda mais infelicidade; espaços bonitos e arrumados resultam numa vida bonita e arrumada. Mas como o conseguir? Afinal, limpar a «tralha» das nossas vidas dá tanto trabalho que a maior parte de nós nem saberia por onde começar…link
Nota final da bloguer: eu penso que também devemos guardar objectos por respeito, aqueles que nos foram dados com muito amor e que não queremos esquecer.

por outro lado dar é praticar a generosidade e caso não tenhamos o hábito de dar o melhor é começar por "menos" ou seja,  dar o que pouco até nos habituarmos e sermos capazes de oferecer mais.

terça-feira, 21 de março de 2017

No Dia Internacional das Florestas e da poesia

por exemplo programar uma visita ao Jardim Botânico Tropical (Belém) onde hoje será lançado o livro:
em muitos locais se plantaram árvores:

segunda-feira, 20 de março de 2017

compre um livro Bertrand na primavera


A Bertrand é a maior rede portuguesa de livrarias, com 55 balcões distribuídos por todo o país, continente e ilhas, com uma superfície comercial atual que ultrapassa os 11.000 metros quadrados, segundo fonte da empresa, e uma livraria ‘online’ que disponibiliza mais de oito milhões de referências entre livros em português, inglês, francês e espanhol.
A primeira livraria Bertrand foi fundada em 1732, por Pedro Faure, na rua Direita do Loreto, em Lisboa, que coincidiria com a área da atual rua do Loreto, e mantém-se desde a segunda metade do século XVIII nos n.ºs 73-75 da rua Garrett, no Chiado, também na capital, para onde se transferiu após o terramoto de 1755.
O Guinness World Records reconhece a Livraria Bertrand, no Chiado, como a mais antiga do mundo em funcionamento.
link: https://www.bertrand.pt/

ao acaso:
Porto Editora: uma ideia polémica.
Bertrand 2015: Seguindo as 14 estações clássicas, esta é uma Via-Sacra simples e original. Para cada uma das estações os autores prepararam duas reflexões: uma para crentes e outra para não crentes. José Luís Nunes Martins e Paulo Pereira da Silva apresentam-nos assim um olhar diferenciado sobre o caminho da cruz feito por Cristo. Com esta obra pretende-se lançar um desafio para que cada leitor dialogue consigo mesmo, num percurso interior onde se busque e se encontre. Um caminho profundo, pessoal e íntimo em busca do sentido do Amor.
Todas as estações são ilustradas pelas cativantes fotografias de Francisco Gomes.
 

sábado, 18 de março de 2017

O Hábito da Felicidade de Tsering Paldron

Um livro não nos traz felicidade, mas podemos encontrar na sua leitura uma mensagem que faça sentido na nossa vida e nos leve numa direcção positiva. O importante é encontrar o que para nós é a felicidade. A autora é honesta, fez o seu caminho no budismo e está habituada a dar pequenos cursos em Portugal, assim a realidade portuguesa não lhe é estranha.

Editor: Pergaminho
diz a autora Tsering (Lisboa 1954-) sobre o livro no seu blog:
Acredito que a felicidade é um hábito. Um hábito que se pode adquirir, 
cultivar e partilhar mas que, como qualquer outro, precisa de condições 
para se desenvolver, necessita de dedicação e de empenho. 
Este livro é sobre isso.
É frequente confundirmos felicidade com prazer ou simples bem-estar – 
mas estes são sentimentos, não só totalmente dependentes 
de circunstâncias externas, como passageiros e momentâneos. 
Assim, por falta de reflexão, muitas pessoas pensam 
que a felicidade consiste em multiplicar os momentos de prazer 
e eliminar tudo o que incomoda. Mas, infelizmente, 
esta busca unilateral da felicidade só conduz à ansiedade, 
ao desespero e à depressão.
Acredito que a verdadeira felicidade é uma energia inteligente 
feita de alegria, entusiasmo pela vida e grandeza de coração. 
Algo capaz de abarcar e dar sentido a todos os momentos, 
os melhores e os piores, os mais grandiosos e os mais simples.
Porque parti na vida achando que não tinha capacidade 
para ser feliz e reconhecendo que me torturava sem razão 
e fiz, passo a passo, uma caminhada em direção a uma vida 
com sentido e uma alegre serenidade, sei que pode fazer o mesmo.
Partilho então consigo o que me foi ensinado e o que eu descobri, 
ao longo destes quarenta anos de aprendizagem. Possa este livro ser-lhe útil
No último capítulo do Hábito da Felicidade explico 
várias práticas de meditação que são fundamentais 
para a aplicação dos conselhos do livro. 
Estas meditações podem ser usadas como complemento 
ao livro ou independentemente do livro e foram gravadas 
em estúdio com a minha voz.
No respectivo capítulo encontrará um QR code para poder fazer 
o download das meditações." 





sexta-feira, 17 de março de 2017

dia mundial do sono


As novas investigações sobre o sono consideram-no como uma forma de alimentação, como a comida, que restaura e refresca o corpo, assim uma boa almofada e um bom colchão são um bom investimento para ter uma boa qualidade de vida.

um bom site par almofada e colchão:http://www.zafu-futon.com/index.php?route=common/home




quinta-feira, 16 de março de 2017

Conversas em Altos Voos Encontros e entrevista com o Papa Francisco de Aura Miguel

Editor: Paulus
Sinopse:
Aura Miguel, licenciada em Direito pela Universidade Católica e com uma pós-graduação em Ciências da Informação, é jornalista desde 1982. É especialista de assuntos religiosos e tem efectuado a cobertura jornalística ao lado dos Papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco ao longo de quase 100 viagens apostólicas.
É a única vaticanista portuguesa que habitualmente integra a comitiva de jornalistas que viaja a bordo do avião papal.
A primeira parte deste livro é a entrevista de uma hora que o Papa Francisco concedeu à Rádio Renascença, a 8 de Setembro de 2015, na Casa Santa Marta no Vaticano.

 Inclui detalhes inéditos sobre como é viajar com o Papa Francisco e como é o seu estilo descontraído, dentro do avião e não só; há várias peripécias documentadas em muitas fotos, aqui reproduzidas, bem como minuciosos relatos dos bastidores.
O motivo principal deste livro relaciona-se com a próxima visita do primeiro Papa latino-americano a Fátima dia 13 de maio. Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.

excerto: "Santidade, para o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, nós esperamos por si em Portugal. Três Papas já nos visitaram (João Paulo II por três vezes). O Senhor, que ama muito a Virgem, o que espera da sua visita em 2017?
Bom, vamos lá esclarecer as coisas. Eu tenho vontade de ir a Portugal para o centenário. Em 2017 também se cumprem 300 anos do encontro da Imagem da Virgem de Aparecida.
…. uma data estereofónica, em dois lados! (risos)
... por isso, também estou com vontade de lá ir e já prometi lá ir. Quanto a Portugal, disse que tenho vontade de ir e gostaria de ir. É mais fácil ir a Portugal, porque podemos ir e voltar num só dia, um dia inteiro, ou, quanto muito, ir um dia e meio ou dois dias. Ir ter com a Virgem. A Virgem é mãe, é muito mãe, e a sua presença acompanha o povo de Deus. Por isso, gostaria de ir a Portugal, que é privilegiado.
E o que espera de nós, portugueses? Como podemos preparar-nos para o receber e também para seguir os pedidos de Nossa Senhora?
O que a Virgem pede sempre é que rezemos, que cuidemos da família e dos mandamentos. Não pede coisas estranhas. Pede que rezemos pelos que andam desorientados, pelos que se dizem pecadores – todos o somos, eu sou o primeiro. Mas a Virgem pede e há que se preparar através desses pedidos da Virgem, através dessas mensagens tão maternais, tão maternais... e manifestando-se às crianças. É curioso, Ela procura sempre almas muito simples, não é? Muito simples"

Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.
 Como católico, português e Presidente da República", Marcelo Rebelo de Sousa agradece à jornalista da Renascença Aura Miguel pelo seu novo livro sobre o Papa Francisco.
"Ela teve, como a minha geração também teve, um Papa que a marcou muito, que foi João Paulo II, e será até mais próxima do Papa Bento XVI. Mas a Aura, com este livro, mostra uma coisa muito importante para nós cristãos. Para nós o nosso Papa é o Papa de cada momento", disse Marcelo Rebelo de Sousa na apresentação de “Conversas em Altos Voos. Encontros e Entrevista com o Papa Francisco”, que decorreu esta quarta-feira, em Lisboa.
O Presidente da República, que escreveu o prefácio do livro, considera que a jornalista vaticanista conseguiu “entender e aproximar-se” do Papa Francisco, “o que prova um grande acto de humildade”.
“Conversas em Altos Voos. Encontros e Entrevista com o Papa Francisco” chega às livrarias a dois meses da visita do Bispo de Roma a Fátima, por ocasião do centenário das aparições.

nota breve da autora do blog:
foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Principal



A Imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de 1717. Portanto, em 2017 o encontro da Imagem completará 300 anos. 
Há relatos não confirmados de que no dia 20 de abril de 1822, em viagem pelo Vale do Paraíba, o então Príncipe Regente do Brasil, Dom Pedro I e sua comitiva, visitaram a capela e conheceram a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O número de fiéis não parava de aumentar e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (a atual Basílica Velha),sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.

Em 6 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e ofertou à santa, em pagamento de uma promessa (feita em sua primeira visita, em 8 de dezembro de 1868), uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.

Em comemoração à data, o Santuário Nacional de Aparecida no estado de S. Paulo, promove o Jubileu “300 anos de bênçãos”, com uma programação devocional e obras de fé que vão nos preparar para o grandioso tricentenário.
Imagens peregrinas estão sendo enviadas a diversas arqui(dioceses) e Missionários Redentoristas levarão a cada capital do país uma imagem fac símile da Padroeira. Durante a peregrinação, serão colhidas porções de terra das capitais brasileiras para compor uma coroa especial para Nossa Senhora Aparecida.
Será inaugurado o Campanário do Santuário Nacional com sinos fabricados na Holanda e a grandiosa Cúpula da Basílica que também será inaugurada no Ano Jubilar.

O dia 12 de outubro de 2017 marcará a conclusão do Ano Jubilar em comemoração aos 300 anos e a 13 de Outubro de 2017 será a conclusão do centenário das aparições de Fátima.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Diz-lhe que Não, Helena Magalhães - Livro

o amor romântico paixão tipo frasco de mel partido no meio do quarto faz mal às mulheres, digo eu, ao ler este livro e ver o filme de Claude Lelouch no link: CHACUN SA VIE (2017) Jean Dujardin, Kendji Girac, Johnny Hallyday


Editor: A Esfera dos Livros
Sinopse
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer.

E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele.

Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.

Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.blog da autora
Diz-lhe que Não, Helena Magalhães - Livro - WOOK

segunda-feira, 13 de março de 2017

o oriente ocidental

 

1. Na casa de um amigo é evidente o seu interesse pelo budismo. Há magníficos livros sobre o Himalaia, o Tibete. Há alguns anos que estuda a filosofia, a ética e as técnicas de meditação dos mestres tibetanos. Ao seguir os seus ensinamentos a sua visão do mundo - a maneira de pensar, de entender, de sentir, de experimentar - alterou-se. Ele percebe muitas coisas de que não se apercebia antes.
Ele não pensa só em si, e também não pensa só nos outros, percebe que há uma ligação entre a felicidade interior que procura  e a dos que o rodeiam. 
Faz o possível por não perder o seu laço com a natureza apesar dos computadores e de todas as outras máquinas que tem de utilizar. Interessa-se pelas plantas, pelo seu jardim. As copas altas das árvores recortam-se permanentemente no céu azul e é isso que avistámos da sua sala, lugar onde há sempre luz.

Procura a sua paz de espírito, mas agora reconhece que ela "tem raízes no afecto e na compaixão". E que é necessário praticar  todos os dias para se ser mestre nesta arte de viver feliz.

Como eu e tantos outros, ele procura o equilíbrio entre duas culturas tão diferentes. Ele procura um ocidente oriental.

Desejo-lhe boa sorte na sua (nossa) viagem.




2. um livro em que a autora também procura o oriente em Portugal, mas sem referências ao budismo:

"O relato de uma viagem exótica e inesquecível. Um guia para conhecer o melhor do Oriente no nosso país. Após uma viagem inesquecível pela Ásia, decidi partilhar convosco esses longos dias que tanto me marcaram. Mas fiz mais do que isso. Sabendo que nem toda a gente pode viajar para tão longe, além de vos relatar a minha aventura, com todos os seus momentos maravilhosos, mas também alguns menos bons, quis também mostrar-vos que é possível viver muitas das experiências de que desfrutei do outro lado do mundo sem sair de Portugal - ou, pelo menos, vivê-las de uma forma bastante aproximada. Tentei, assim, que esta minha partilha fosse ainda mais ampla, mais profunda e mais útil para os meus leitores.
escreveu a autora no seu blog:
Chegou o dia que muitos de vocês me pediram! Escrever sobre a minha viagem a Bali, ajudar-vos, dar-vos dicas e partilhar toda a minha experiência inesquecível pela Ásia.
Mas este livro é mais do que isto, é a prova de que não precisamos de atravessar o mundo para desfrutar das mesmas experiências… Procurei o que mais amo da Indonésia em Portugal, e não é que encontrei sítios incríveis de Norte a Sul? Do yoga à meditação, da gastronomia às massagens e todos os aspectos relacionados ao nosso bem-estar, a cultura oriental está tão presente em Portugal e tão perto de nós, que aqueles que não podem ou não querem atravessar o mundo, podem ter essa experiência mesmo ao lado de casa.
Falo-vos de viajar sozinhas (seja dentro ou fora de Portugal), sair da rotina, ter espaço e tempo para assentar as ideias e gerir as emoções, sem stress nem correrias. Pode ser uma experiência altamente transformadora, pelo menos para mim foi. link

e uma receita do livro link
"Há dias em que todas nós precisamos de um mimo… Especialmente se estivermos naquela altura do mês. Por isso hoje decidi partilhar com vocês uma das receitas que está no meu livro “O Meu Oriente”, as panquecas à moda de Bali.
Altas, fofas e esponjosas, são um dos meus guilty pleasures favoritos… Porque não podemos ser fundamentalistas na alimentação, e às vezes um bom pedaço de pecado também sabe bem.
  • 1 kg farinha de trigo
  • 250 g açúcar
  • 250 g manteiga à temperatura ambiente
  • 6 ovos
  • 1200 ml leite
  • 1 c. chá bicarbonato de sódio
  • 1 c. chá sal
Derreter a manteiga numa frigideira anti-aderente com o lume no mínimo.
Juntar o açúcar com os ovos e, quando a misura estiver homogénea, adicionar o leite.
Acrescentar a farinha e o bicarbonato de sódio. Envolver tudo com cuidado até obter uma pasta cremosa.
Juntar a manteiga derretida e mexer bem.
Aquecer uma frigideira antiaderente em lume médio e, quando estiver bem quente, verter a mistura em porções com a ajuda de uma concha.
Cozinhar durante 3 minutos de cada lado e servir com fruta cortada aos pedaços.
Nota: À moda de Bali… Não vale espalhar a mistura na frigideira para fazer panquecas fininhas. Isto não são crepes e qualquer coisa que não tenha pelo menos três centímetros de altura, é considerada um insulto às panquecas de Bali. As daqui querem-se originalmente fofas e esponjosas."

https://www.facebook.com/JessicaAthaydeOficial/videos/1235331929849236/

tradução da BÍBLIA

link olhemos este versículo APOCALIPSE na versão pastoral de Lisboa1993, editora Paulus:  APOCALIPSE 22:1: "O anjo most...