Savant cherche refuge | Éditions Odile Jacob: Paris, 1937. Laszlo Tisza, jeune savant hongrois, se réfugie à Paris et y
rencontre un autre réfugié, Fritz London qui, lui, fuyait l’Allemagne.
Ensemble, ils découvrent que la toute nouvelle physique quantique
explique l’étrange comportement d’un liquide très froid, l’hélium «
superfluide ». Pourtant, la situation est peu propice à la réflexion :
bien qu’accueillis par des physiciens célèbres comme Jean Perrin et les
Joliot-Curie, ils doivent affronter l’antisémitisme qui les avait
contraints à fuir le nazisme. En 1939, la guerre les fait s’exiler à
nouveau, cette fois aux États-Unis où ils retrouvent d’autres savants
réfugiés.
Avec Tisza et London comme guides, Sébastien Balibar
nous fait découvrir l’histoire haletante de la fuite des savants juifs
devant le nazisme.
Il nous fait rencontrer les Hongrois qui aidèrent
Einstein à prévenir Roosevelt d’un danger imminent : l’Allemagne nazie
envisageait l’arme nucléaire. Et l’on comprend comment de nombreux
savants réfugiés, voulant aider leur pays d’accueil, ont réussi ce que
l’Allemagne nazie n’a pas pu faire parce qu’elle avait fait fuir ses
savants : construire la bombe atomique qui bouleversa l’équilibre
mondial.
Sébastien Balibar Nascimento: 14 de outubro de 1947, Tours, França
est physicien, directeur de recherches
à l’École normale supérieure (Paris) et membre de l’Académie des
sciences.
Il fait partie aussi du comité du Programme d’aide en urgence aux scientifiques étrangers.
france culture:
Certaines révolutions sont lentes et ne font pas couler de sang. Au
cours des années 1925-1935, la physique a connu une telle révolution
avec la naissance de la mécanique quantique. Des concepts radicalement
neufs furent inventés, qui conduisirent les physiciens à penser
autrement la matière. Une décennie d'effervescence créatrice, d'audace,
de tourments et surtout d'intense labeur a suffi à un petit nombre
d’entre eux pour fonder l'une des plus belles constructions
intellectuelles de tous les temps. Dispersés aux quatre coins de
l’Europe, à Cambridge, Copenhague, Paris, Göttingen, Leipzig, Munich,
Zürich ou Rome, ils se connaissaient bien, s’écrivaient souvent et
formaient un petit réseau terriblement efficace.
Mais le drame, c’est qu’au moment où l’Europe scientifique produisait
là le meilleur d’elle-même, l’Europe politique, elle, engendrait le
pire : Mussolini, Hitler, Staline, l’antisémitisme, inutile de faire un
dessin. De nombreux physiciens européens durent quitter leur pays. La
plupart, à commencer par Einstein, se réfugièrent aux Etats-Unis, ce qui
déplaça le centre de gravité de la physique d’une rive à l’autre de
l’Atlantique.
Mais comment parvient-on à continuer à réfléchir, à se concentrer, à faire de la recherche, quand on est en exil ?
temos o ex. de fabien ouaki, livro traduzido em português /a vida é nossa, ed. âncora)
Dalai Lama:"O dinheiro – ou a riqueza – serve para atingir o fim da felicidade mundana. Logicamente, procuramos o que pode ser positivo para os seres vivos. Para isso, devemos considerar não só o fim ultimo como o fim provisório. O bem estar e o dinheiro fazem parte do fim provisório. Aliás, os nossos textos, mencionam o amadurecimento de oito qualidades – incluindo a riqueza, a saúdee a fama – que definem uma existência humana “livre e fortunada”.
Nos tempos que correm não podemos viver sem dinheiro. Não estou a falar de progredir, estou a dizer que na vida quotidiana, é simplesmente impossível de sobreviver sem dinheiro. Logo não se trata de por em causa a importância do dinheiro. No entanto parece-me errado considerar o dinheiro como um deus. Crer que o dinheiro é tudo e que basta tê-lo para que as nossas necessidades sejam satisfeitas e os nossos problemas resolvidos, é uma atitude errada."
Em A Alma dos Lugares, o psicólogo e investigador na área da neurociência Colin Ellard explica como as nossas casas, os nossos locais de trabalho, as cidades que habitamos e, claro, a natureza nos vêm influenciando ao longo da história, e dá conta de como o cérebro e o corpo respondem de forma diferente aos espaços reais e virtuais. Neste livro fascinante, publicado em vários países, este especialista na dinâmica entre a psicologia, a arquitetura e a geografia - a que chama psicogeografia - analisa também a influência que as tecnologias têm no meio envolvente, questionando o leitor sobre o tipo de mundo que estamos a criar.
entrevista na wook
COLIN ELLARD: «O LUGAR ONDE ESTAMOS EXERCE UM PROFUNDO
IMPACTO NAQUILO QUE SOMOS» PARTILHAR:Colin Ellard estuda o efeito psicológico do design urbano e do stresse
próprio das grandes cidades no ser humano. É um autor de referência nesta área
e acaba de publicar em Portugal o livro 'A Alma dos Lugares', no qual visita as
profundezas da nossa mente para nos explicar porque é que nos sentimos abismados
no Grand Canyon ou na Basílica de São Pedro ou, por exemplo, porque é que
preferimos a natureza a salas lotadas.
«A Alma dos Lugares» (Places of the Heart) é o seu primeiro
livro editado em Portugal. Explique-nos o que é a Psicogeografia.
A Psicogeografia é o
estudo da relação entre os “cenários” que compõem as nossas vidas – interiores,
edifícios, ruas – e a forma como nos sentimos. Estejamos conscientes disso ou
não no próprio momento, o local onde estamos exerce um impacto profundo naquilo
que somos. Colin Ellard Collin Ellard é professor de psicologia, especializado
em neurociência cognitiva
Há quanto tempo estuda sobre o tema e por que motivo lhe
desperta tanto interesse?
De uma forma ou outra, tenho estudado psicogeografia há
cerca de 30 anos, contudo, grande parte dos meus primeiros estudos baseavam-se
em questões muito simples como, por exemplo, como todos os animais, incluindo
os seres humanos, ocupam e usam o espaço. Foi apenas nos últimos 10 anos que me
decidi focar na influência que locais construídos por seres humanos podem ter
em termos comportamentais. Isso é algo que me interessa bastante, porque
passamos grande parte do nosso tempo em locais desenhados e construídos por
outras pessoas, sem que muitas vezes ter noção do “poder” desse espaço. Assim
que abrimos os olhos para o impacto do design nas nossas vidas e nas nossas
mentes, é extremamente difícil voltar a sentir o que se sentia anteriormente
quanto ao mundo.
«O NOSSO HUMOR PODE MUDAR COM OS MAIS PEQUENOS DETALHES
SUPERFICIAIS»
São os lugares que nos mudam ou somos nós que mudamos os
lugares?
Ambos! Alguns animais são capazes de construir coisas: os
pássaros e as térmitas fazem ninhos, outros escavam buracos, mas os seres
humanos levaram as coisas ao extremo. Nós construímos coisas para tenham
funções, significado, beleza, como forma de dissidência, de exercer poder sobre
outrem e por inúmeras outras razões. Contudo, as construções também nos “fazem
a nós”. Em termos de design podem afetar onde vamos e o nosso humor pode até
mudar devido aos mais pequenos detalhes superficiais.
Como é que se explica a nossa preferência por determinados
espaços em detrimento de outros, por exemplo, a natureza?
Em parte, as nossas preferências têm por base influências
ancestrais e herdadas que se relacionam com a necessidade de sobrevivência.
Muitas pessoas, por exemplo, preferem viver em locais onde possam apreciar uma
boa paisagem, enquanto outras preferem estar mais isoladas. Se essa lógica for
aplicada em termos de onde as pessoas se preferem sentar num restaurante ou
praça, muitos ocupam as extremidades. Estas escolhas devem-se muito
provavelmente a impulsos antigos ligados à escolha de habitats seguros. Os
ambientes modernos não são tão ameaçadores como outrora, mas essas influências
ainda moldam o nosso comportamento.
Neste livro, há um capítulo dedicado ao «Futuro da Casa»,
onde nos diz que, em breve poderemos ter casas com design sensível, isto é, uma
arquitetura capaz de reagir e interagir com os seus utilizadores.
Isto não é assustador?
Sim, e em mais do que uma forma. Tentei transmitir essa
ambivalência no meu livro. Não é difícil imaginar razões pelas quais alguma
interatividade nos nossos lares pode ser algo bom. Existem pessoas que
gostariam de ter “termóstatos” que monitorizassem o nosso comportamento e
ajustassem o ambiente de forma adequada. Por outro lado, a ideia de que a nossa
casa “nos ama” e tenta tomar conta de nós pode ser algo “asfixiante” e invasivo.
Para que fique claro, não estou necessariamente a promover a ideia de que este
tipo de arquitetura deva ser a ambição de todos, mas é algo que vejo a
acontecer eventualmente e devemos pensar seriamente nisso. Um pequeno exemplo
disto, apesar de não ser sobre arquitetura, foi o aparecimento de dispositivos
inteligentes dentro de casa das pessoas (como a Alexa). Aí, já temos de pensar
em termos de privacidade, controlo e vigilância.
Deixar que a tecnologia invada o nosso espaço íntimo e
condicione a nossa vida a ponto de não termos sequer que pensar é o futuro que
queremos? Que riscos é que este cenário comporta?
É certamente possível. Um exemplo que me vem sempre à mente
é o caso de uma familiar minha, já falecida, que vivia numa quinta num local
remoto do Canadá. Ele aquecia a sua casa com ajuda de um grande forno de
madeira que tinha na cozinha. Isso significava que teria de haver sempre um
stock de lenha por perto, que o forno fosse atiçado quando ia dormir e que
adaptasse os seus hábitos à previsão meteorológica. Todas estas tarefas, por
mais chatas que possam parecer, ligavam-na ao mundo. Ela tinha de estar em
contacto com o seu filho (ou comigo quando a visitava) de forma a que houvesse
sempre lenha e com o mundo para saber que tempo faria nos dias seguintes. A
geração tecnológica atual e o que o futuro trará, pode enfrentar o mesmo tipo
de problemas. Ser protegido do que é real pode ser confortável por vezes, mas
creio que também haverão perdas.
«Temos a capacidade de nos começarmos a apaixonar por um
edifício ou por um lugar tal como começamos a apaixonar-nos por uma pessoa»,
admite no seu livro. Fiquei impressionada com esta afirmação.
Amor! Gostaria de ter algo sensato para dizer sobre uma
palavra tão difícil! Acho mesmo que em alguns aspetos podemos ter um grande
afeto por um local. Eu próprio tenho locais favoritos e sinto a sua falta
quando me encontro longe deles. Tenho a certeza que quando me encontro lá,
estou a produzir os mesmos tipos de alterações neuroquímicas que acontecem
quando estou ao lado da mulher que amo. Existem, claro, algumas diferenças.
Algumas pessoas afirmam que têm todo o tipo de sentimentos por edifícios,
chegando mesmo a ter cerimónias de casamento com estruturas físicas. Eu não
diria que isto é algo “normal” e sinceramente não sei mesmo o que pensar disso
para lá de que a diferença é uma das coisas que nos torna tão belos. Somos
todos diferentes.
Que momentos na sua vida lhe dão conforto?
Eu medito, por isso, penso nos meus pequenos momentos de
mindfulness que podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer hora do dia.
Claro que também me ocorrem alguns locais. Adoro estar na natureza e tenho
alguns lugares secretos por onde gosto de caminhar.
Se tivesse um superpoder, qual seria?
A pergunta mais difícil ficou para o fim! Acho que gostaria
de poder definir a duração da minha própria vida. Tenho quase a certeza que ser
imortal seria chato depois dos primeiros milénios, por isso gostaria de ter a
oportunidade de viver até quando quisesse. Há tanto para experimentar que nem
sei como pode caber tudo dentro do tempo que nos é concedido. Talvez 500 anos
fossem suficientes.
O Papa Francisco “tem devolvido a verdadeira essência apostólica da
Palavra e da mensagem bíblica”, diz Pedro Abrunhosa, nesta entrevista
exclusiva ao 7MARGENS a propósito do seu novo disco. Posto à venda em
Dezembro, Espiritual mantém-se no primeiro lugar da lista dos
mais vendidos em Portugal. No dia da entrevista, quinta-feira, 3 de
Janeiro 2018, em Lisboa, estava ainda presente a referência da véspera, feita
pelo Papa, aos cristãos que vão à missa e depois fazem o contrário do
que dizem.
Leitor da Bíblia, que cita por exemplo em É o Diabo, uma das
canções do novo disco, Abrunhosa diz que ela é um “um livro
maravilhoso” e que é o livro literária, poética e religiosamente mais
importante para si. Um livro que diz como há, dois mil anos, com Cristo,
pela primeira vez na história foi colocada “a questão do povo, da
pessoa, do outro, do pobre”.
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P.A._"Preciso do meu espaço, do meu tempo e do meu silêncio. Não vou a festas,
não frequento estreias, não me mostro. Portanto, a minha música condiz
com o que eu sou. As pessoas não têm de gostar de mim, não precisam de
gostar de mim, não é isso. Não sou eu que estou à venda, o que está à
venda é a minha música. Se quiserem fazer o favor de ouvir a minha
música e gostar dela, maravilhoso. De mim não têm de gostar, eu sou
outra coisa, sou apenas o transmissor, sou o mensageiro. A música é que é
o objecto que está à venda."
35 euros.
Portugal em estado líquido
de Nuno Faria, Jorge Camilo, Mónica Franco e o mediático Ljubomir Stanisic que nasceu na antiga Jugoslávia em 1978, e chegou a Portugal em 1997. Abriu o primeiro restaurante em 2004
SINOPSE
Uma centena de cocktails, e mais uns tantos, para saborear lentamente, página a página. Cultura, tradição e contemporaneidade em estado líquido. Receitas clássicas com novas ideias e criações originais que trazem histórias, pessoas e lugares ao nosso encontro. Dos Açores à Madeira, da Costa Vicentina ao Douro, da Serra da Estrela a Lisboa, percorremos quilómetros e quilómetros em busca dos ingredientes mais genuínos de Portugal - uma erva, um fruto, uma aguardente, um licor - para partilharmos consigo, tanto a fazer como a beber, os melhores cocktails com alma portuguesa.
«LÁ FORA»: AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA
Prefácio de António Mega Ferreira
Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre
passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer
sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental:
aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa
contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado,
lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de
Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das
Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo
Castelo Branco.
Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de
Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro
Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela
neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema,
música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que
descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu.
excerto: «Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson.
Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela
primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes
cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania
sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez
em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que
Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários
momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a
Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma
possibilidade.
Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia
ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam
aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de
novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e
espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade
estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor
portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e
aquecimento central.» —Pedro Mexia(1972-)
in taking photographs...you will come to remember only the photograph, and forget the
actual event. disse o poeta Gary Snyder (São Francisco, Califórnia, 8 de maio de 1930) um budista zen que participou no filme sobre a vida de Suzuki
Daisetsu Teitaro Suzuki (1870~1966) was one of the 20th century’s most
important writers and thinkers. During his long and extraordinarily
fruitful life Suzuki became the first voice of Japanese Buddhism,
especially Zen, to the Western World. He traveled and lectured around
the world and has had a major impact on religious, artistic and
philosophical thinking that continues to this day.
D.T. Suzuki’s landmark books, “An Introduction to Zen Buddhism” (1934)
and “Zen and Japanese Culture” (1959) changed the world of arts and
letters profoundly. More than 30 of his books remain in print. A ZEN LIFE is the first documentary film to present the extraordinary
life of D.T. Suzuki.
This vivid portrait of the man and his times
includes rare footage of Suzuki himself and reminiscences by many whose
lives and thinking he influenced.
Interviewed in A ZEN LIFE are poet Gary Snyder, religious philosopher
Huston Smith, author Donald Richie, psychiatrist Albert Stunkard. and
Suzuki’s long-time assistant Mihoko Okamura and many others.
Numerous important figures of the 20th Century acknowledged Suzuki’s
impact on their work and thought including Carl Jung, Erich Fromm,
Martin Heidegger, Merce Cunningham, Allen Ginsberg, Jack Kerouac, John
Cage, and Alan Watts.
Intervenant
l'une et l'autre sur la scène intellectuelle et médiatique française et
sur des thèmes assez semblables, il était inévitable que nous ayons
envie de nous rencontrer et que nous y parvenions un jour.
L’une
est rabbin, l’autre est islamologue. L'une est femme et l'autre homme,
et ce n'est pas une mince différence ! Juive ou musulman, nous le sommes
chacun de manière singulière… Il y a mille et une façons d’être juif ou
musulman !
Mais au-delà de nos différences, nous avons
tous deux compris que la Bible et le Coran n’étaient pas étrangers l’un
à l’autre. Et tous deux nous revendiquons la liberté de la recherche et
de la parole religieuses : une liberté responsable, qui prend en charge
les questions et affronte les conflits. Or, de nos jours, partout des
fondamentalismes et des mouvements identitaires se prévalent de
traditions anciennes qu'ils croient pouvoir faire remonter aux origines
de leur foi.
Nous en sommes convaincus : être «
héritier » ne consiste pas à mettre ce qui a été reçu dans un coffre
fermé à clé, mais à le faire fructifier. Cela ne consiste pas à
reproduire à l'identique ce qui a été reçu, mais à le renouveler.
Nous espérons que notre parole libre et résolument fraternelle fera surgir beaucoup d'autres paroles libres et fraternelles !
D. H. et R. B.
Delphine Horvilleur est rabbin. Elle a publié En tenue d’Ève et Comment les rabbins font des enfants (Grasset, 2013 et 2015).
Rachid
Benzine est islamologue. Il a publié Les Nouveaux Penseurs de l’islam
(Albin Michel, 2004), Le Coran expliqué aux jeunes (Seuil, 2013) et
Nour, pourquoi n’ai-je rien vu venir ? (Seuil, 2016, adapté au théâtre
sous le titre Lettres à Nour).
3 Janvier 2019_Le prix littéraire 2018 de la Conférence catholique des baptisés de France (CCBF)
est attribué à l’islamologue Rachid Benzine et à la rabbin Delphine
Horvilleur, récompensant leur travail à quatre mains sur l’ouvrage «Des
mille et une façons d’être juif ou musulman» (éd. Seuil). La remise du
prix se tiendra en mars prochain.
Conçu
comme un dialogue entre les deux auteurs, animé par le sociologue et
directeur de la revue Esprit, Jean-Louis Schlegel, ce livre constate la
parenté entre la Bible et le Coran, qui reprennent des valeurs communes
de liberté, de la recherche et de la parole religieuses, indique la CCBF.
Le livre croise également la lecture des deux supports religieux sur
les questions de vérité, ou encore les rapports hommes-femmes. Les deux
auteurs partagent ici une relecture de ces traditions religieuses.
Ce
prix est le quatrième à être décerné par la CCBF. D’autres ont
précédemment été attribués à Marion Muller Collard pour son livre
«L’Intranquillité», à Mgr Jean-Paul Vesco pour «Tout amour est
indissoluble. Plaidoyer pour les divorcés remariés» et à Adrien Candiard
pour «Veilleur où en est la nuit». La remise du prix aura lieu en mars.
Publicações: Sem a esperança o cristianismo é «quase uma proposta inútil» - Padre Nuno Santos - Agência ECCLESIA: Lisboa, 14 jan 2019 (Ecclesia) – O padre Nuno Santos considera que qualquer um daqueles que se cruzaram com Jesus “não tinha lugar” nas comunidades atuais, mas “Ele acolheu-os a todos”, e sem a vivência da esperança o “cristianismo é quase uma proposta inútil”.
Para o sacerdote, da Diocese de Coimbra, que fez uma tese de doutoramento sobre o tema «A esperança que Jesus dá», “não basta falar de esperança” para que esta seja um dado adquirido, mas “é preciso vivê-la e celebrá-la”.
O “maior ganho” da esperança “não está na economia e na conquista de um lugar”, como refere o Papa Francisco, tal como outros papas, ao lembrar que “muitas da não adesões são fruto da vivência cristã”.
“Antes de se criticar os outros”, os cristãos devem pensar como estão “a viver a esperança”, afirmou.
Nos tempos atuais, a sociedade é “muito multifacetada” visto que se “vive num tempo de pós modernidade” e “é muito difícil ter uma leitura unívoca da sociedade”, sublinhou o padre da Diocese de Coimbra, reitor do Seminário Maior.
A valorização da pessoa “no sentindo mais individual e egoísta” e das suas “conquistas e objetivos” é percetível e notória na sociedade atual.
A esperança parte “das raízes” e se o mundo de hoje está centrado no “on-line” e “na mobilidade humana”, a vida perde este pilar da raiz.
Para a geração deste padre “a palavra verdade não mobiliza” porque existe “uma perceção da fragilidade permanente da verdade”.
O tempo atual “é um espaço muito evangélico” porque “Jesus falou à verdade de cada um” e da verdade que Ele é “faz um caminho daquela história”, frisou.
Numa época “cheia de notícias falsas” e “inverdades”, as pessoas necessitam de se concentrar “em algo mobilizador” e o cristianismo deve chegar à verdade “através da esperança”, disse.
A esperança “não pode ser teórica” porque é uma “celebração permanente da vida” visto que o Evangelho “é feito de encontros”.
Na investigação para o doutoramento sobre o tema da esperança, padre Nuno Santos analisou os encontros de Jesus, nos diferentes Evangelhos, concluindo que “Ele dá uma esperança concreta”.
A esperança “não pode ser adiada” porque esta “encaminha para um tempo maior e pleno do que nós”.
Para o autor do estudo «A esperança que Jesus dá», a esperança “não é o lugar da perfeição” mas “do encontro de quem é peregrino”.
fabrica escovas à maneira tradicional: à mão, com agulha que cose com linha pequenos montes de pelo em buracos cravados na madeira e no metal. São pelos de cabra e de javali, de crina e rabo-de-cavalo, cerda de porco e uma fibra que sai de dentro de um cato mexicano e que é utilizada para escovas de lavar louça e de polir a cera dos móveis.
Rui Rodrigues é um deles. Recebe os pelos na pequena e antiga escovaria e trabalha-os à mão. São escovas para limpar sapatos e roupa, para lavar queijos, cogumelos e fruta, para dar brilho ao ouro, para maquinaria da indústria do calçado, do têxtil, da madeira, da fundição. Escovas para o banho, escovas esfoliantes e coça-gatos com pelo em arco para os bichos se roçarem e deixarem cair a penugem que não interessa. Vassouras só se fazem por encomenda com indicações precisas, ao gosto do cliente, com preços que podem chegar aos oitenta euros.
Rui sabe o peso da responsabilidade, a herança que nasceu com o avô da sua mulher, António da Silva, que começou a fazer vassouras em Massarelos, no Porto, logo que acabou a quarta classe. Fazia-as em casa e vendia-as aos vizinhos. Em 1950, mudou-se para a pequena Rua de Belomonte, onde permanece a loja-oficina, junto ao Largo de São Domingos, 33 metros quadrados com chão de cimento, maquinaria antiga, paredes que perdem tinta aqui e acolá.link
Delphine Horvilleur est née à Nancy en 1974. Femme rabbin et journaliste, elle exerce au Mouvement juif libéral de France (MJLF) et dirige la rédaction du magazine Tenou’a. Elle est l’auteur de En tenue d’Eve : féminin, pudeur et judaïsme (Grasset, 2013). Elle officie dans une synagogue du XVe arr. de Paris.
Les discours religieux fondamentalistes expriment une obsession croissante de la pudeur des femmes. Réduite aux parties de son corps susceptibles d'éveiller le désir, la femme est " génitalisée " à outrance. Faut-il la renvoyer à son destin : le voilement ?
Delphine Horvilleur analyse les sens de la pudeur et de la nudité, l'obsession du corps de la femme pour proposer une autre interprétation des textes et de la tradition. Elle met à mal les lectures qui font de la femme un être tentateur, et de la pudeur l'instrument de sa domination.
Ainsi montre-t-elle comment la nudité recouverte d'Adam, d'Ève ou de Noé renvoie à une culture du désir et non à une volonté de le tuer. Comment le voile est à l'origine destiné à approcher l'autre. Comment les hommes endossent, dans la prière et la pratique, les attributs des femmes et du maternel.
Delphine Horvilleur, Rabbin et directrice de la rédaction du magazine Tenoua est l'auteur de Comment les rabbins font des enfants (Grasset, 2015) et Des mille et une façons d'être juif ou musulman (avec Rachid Benzine, Seuil, 2017).
Contrairement aux idées reçues, les detox water peuvent se consommer toute l’année. «On a plus tendance à en boire l’été car elles renvoient une image estivale. Mais en réalité, cette boisson est bénéfique pour votre corps en toute saison», nous explique Jenna Bitan, diététicienne à Paris (1). Quotidiennement ou occasionnellement, elles se sirotent «plutôt le matin avant le petit-déjeuner», précise la spécialiste. «Rassasiante, l’eau fruitée peut être prise en cas de faim. Cela vous permettra de diminuer la quantité de nourriture dans votre assiette», complète-t-elle.
Côté préparation, c'est assez simple. Remplissez une grande carafe d’eau filtrée et ajoutez-y des fruits, des crudités ou des herbes aromatiques que vous laisserez infuser toute la nuit. «Privilégiez tout de même les fruits qui renferment de nombreuses vitamines», conseille la diététicienne. Il est en outre recommandé d'utiliser des fruits à chair ferme pour ne pas voir flotter des morceaux disgracieux à la surface de l'eau. Au niveau de la conservation, évitez de dépasser les 48 heures pour ne pas perdre les bienfaits de la boisson. Une fois prête, n’oubliez évidemment pas la petite paille rayée dans votre detox water ni la photo Instagram qui va bien.
Eté, hiver, quels aliments employer ?
Si les boissons détox se savourent toute l’année, favorisez les fruits et légumes de saison.
En hiver Pour la rude période hivernale, vous pouvez parfumer votre eau avec des agrumes, des tranches d’orange, de pamplemousse et de citron, agrémentées ensuite d’herbes aromatiques comme des branches de romarin. Mélangez par exemple l’arôme sucré de la carotte avec l’amertume de l’orange, si vous préférez les saveurs plus douces. N’oublions pas les pommes : jaunes, vertes ou rouges, elles délivreront une essence sucrée à votre boisson.
Au printemps On débute la routine annuelle avec nos amies les cerises. Régalez-vous avec un petit morceau de gingembre et quelques cerises dénoyautées dans de l’eau minérale. Pour drainer et éliminer les toxines accumulées tout au long de l’hiver, on optera pour les citrons : jaunes, verts ou yuzu.
En été Le soleil est de retour et avec lui, légumes et fruits rouges à foison. Parfaits pour colorer notre eau détox. On appréciera la fraîcheur des glaçons dansant dans l’eau, autour de tranches de concombre et de morceaux de fraises. Plus festives, des billes de melon, des framboises et quelques feuilles de menthe le tout dans de l’eau gazeuse, à savourer au bord de la piscine.
En automne Les feuilles tombent, le vent s’installe mais votre motivation, elle, ne déchante pas. Pour une reprise du travail, on fera le plein d’énergie avec des fruits exotiques comme l'ananas, le kiwi ou encore le kaki. Pour ajouter un peu de douceur, pensez à la chair de coco. Délectez-vous de la saveur sucrée du litchi et d'un aromate puissant comme le basilic.
L’eau aromatisée est-elle vraiment healthy ?
Les eaux détox sont un bon moyen de faire le plein de vitamines et de fibres tout en s’hydratant, sans même s'en rendre compte (elles donnent envie de boire de l'eau). Mais évidemment, une eau fruitée n'apporte pas les mêmes bienfaits qu'un fruit dans lequel on croquerait. «Il est vrai que consommer directement le fruit permet d’assimiler dans votre corps toutes les vitamines. Mais, prenez l’exemple du citron, vous ne mangerez jamais cet agrume en croquant directement sa chair. En infusant des tranches dans de l’eau, vous bénéficierez de ses bienfaits tout en vous réhydratant», observe Jenna Bitan. On résume : les eaux détox sont riches en vitamines et en fibres, savoureuses et colorées ; au-delà de la tendance, on comprend mieux pourquoi de nombreuses personnalités healthy ont succombé.
(1) Jenna Bitan est diététicienne à domicile à Paris. Cet article a fait l'objet d'une mise à jour et a initialement été publié le 27 janvier 2016.
Não há Natal sem aletria com ovos, e não devia haver cozinha sem este livro de Maria de Lourdes Modesto, uma verdadeira bíblia da gastronomia portuguesa.
Partilhamos consigo uma receita típica para adoçar esta quadra festiva.
Aletria com ovos
Ingredientes | para 4 pessoas
100 g de aletria
4 dl de leite
150 g de açúcar
50 g de manteiga
3 gemas
casca de limão
canela
Coze-se a aletria em água durante 5 minutos e escorre-se.
Em seguida, leva-se o leite ao lume juntamente com a casca de
limão, o açúcar e a aletria e deixa-se cozer. Depois de a aletria estar
cozida, junta-se a manteiga e, fora do lume, misturam-se as gemas
previamente batidas.
Leva-se ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente.
For the people of Bhutan, our King and Queen embody Dignity and Grace,
and all that is sacred and cherished in Bhutan. In Their Majesties’
tireless work that emanates from abiding love and care for the people,
we find a fountain of inspiration.
On this special day that is
the Royal Wedding Anniversary, our humble offering is a rededication of
our body, mind and spirit towards building the great, prosperous nation
that His Majesty envisions, and our wish that this wonderful country is
forever blessed by Their Majesties’ benevolent guidance.
Do share pictures of how you celebrated this Royal Wedding Anniversary in the comments below.
Com a chegada do mês de novembro e a movimentação das lojas
com a venda de enfeites natalinos, há aqueles que já começam a pensar na
decoração da casa para as festa de fim de ano. E há inclusive, quem já
comece a colocar pisca-pisca, enfeites pela casa e até montam a árvore
de Natal. Mas sabia que há uma ordem para que aconteça a preparação da casa para esse evento?
Na liturgia católica o advento é o período de preparação para essa
festa, que começa no quarto domingo antes do Natal. Logo, o início do
advento seria o momento mais adequado para decorar a casa e montar a
árvore.
A montagem acontece de forma gradativa, pois é como a preparação para a celebração do nascimento de Jesus.A
colocação de enfeites deve ser intensificada a partir de 17 de dezembro
(momento em que as leituras bíblicas começam a falar do nascimento de
Jesus). O Sempre Família conversou com o doutor em teologia Luciano
Gomes dos Santos, que explicou os significados de cada símbolo do Natal: Árvore –significa a vida,símbolo da vida, nascimento, crescimento e união;
Bolas e Guirlanda –representam os frutos que desejamos alcançar e a prosperidade na vida; Velas e luzes –Jesus é a Luz que veio iluminar a humanidade que caminhava nas trevas, trazendo a esperança ao povo; Presentes –simboliza o presente de Deus à humanidade, ou seja, Jesus doa-se à humanidade revelando o amor do Pai a todos.
Presépio
De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis
no Natal de 1223. O frade católico montou o presépio em argila na
floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era
explicar para as pessoas mais simples o significado de como foi o
nascimento de Jesus Cristo. No século XVIII, a tradição de montar o
presépio dentro das casas das famílias se popularizou pela Europa e,
logo em seguida, por outras regiões do mundo.
A palavra presépio refere-se ao local onde o gado é colocado ao ser
recolhido, em outras palavras, refere-se ao curral. Geralmente as
famílias montam o presépio e só colocam Jesus na noite do dia 24/12 para
o dia 25/12. A manjedoura fica vazia. Outras pessoas deixam tudo
montado já na primeira semana do advento. Isso depende dos costumes das
famílias e das comunidades cristãs.
Existe uma ordem também para a montagem do presépio aqui orientada por Luciano Santos: 1.º – Estrela de Belém: simboliza a luz de Deus que
guia ao encontro do Salvador e orientou os Reis Magos para onde estava
Jesus. É a indicação do caminho que se deve percorrer para encontrar o
Menino Jesus. 2.º – Anjo (responsável por anunciar a chegada de
Jesus): representa o céu que celebra o nascimento de Jesus. É o
mensageiro de Deus, comunicador da Boa Notícia. O anjo do presépio
normalmente segura uma faixa com a frase: Gloria in excelsis Deo, que significa: Glória a Deus nas alturas. 3.º – Manjedoura com palhas em um curral: é local onde nasceu Jesus. 4.º – Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo): é a
escolhida para ser a mãe do Salvador. Aquela que disse “sim” à vontade
de Deus e, por ela, a humanidade recebeu Jesus. 5.º – José (pai de Jesus Cristo): é o pai adotivo de
Jesus, o homem que o assumiu como filho, que lhe deu um nome, um lar,
que ensinou a Jesus uma profissão, a de carpinteiro. José deu ao Menino
Jesus a experiência de ser filho de um pai terreno. 6.º – Reis Magos: Melchior, Gaspar e Baltazar eram
homens da ciência. Conheciam astronomia, medicina e matemática. Eles
representam a ciência que vai até o Salvador e o reconhecem como Deus.
Segundo São João Paulo II, “a verdadeira ciência nos leva à fé”, pois
nos revela a grandeza da criação. Os presentes que os magos oferecem ao
Menino Jesus também têm significados. O ouro significa a realeza; era um
presente dado aos reis. O incenso significa a divindade, um presente
dado aos sacerdotes. Sua fumaça simboliza as orações que sobem ao céu.
Dando esse presente a Jesus, os magos reconhecem que o Menino é divino. E
a mirra simboliza o sofrimento e a eternidade. É um presente profético:
anuncia que Jesus vai sofrer, mas também que seu reinado será eterno.
7.º – Burro e Boi ou ovelhas: animais do curral,
representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu. Os animais
representam a natureza a serviço do homem e de Deus. No nascimento de
Jesus forneceram calor ao local e simbolizaram a simplicidade do local
onde Jesus quis nascer. 8.º – Pastores: representam a simplicidade das
pessoas do local em que Jesus nasceu. Depois de Maria e José, os
pastores foram os primeiros a saberem do nascimento do Salvador. Eles
simbolizam a humildade, pois naquele tempo a profissão de pastor era uma
das menos reconhecidas. 9.º – Menino Jesus: filho de Deus e o Salvador. É o
Filho de Deus que Se fez homem, para dar sua vida pela humanidade.
“Sendo ele de condição divina, não Se prevaleceu de Sua igualdade com
Deus, mas aniquilou-Se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e
assemelhando-Se aos homens” (Filipenses 2, 6-7). “Considerando todos os elementos acima, Jesus é o último a ser
colocado na Manjedoura na noite do dia 24 para o dia 25 de dezembro”,
conta Santos. Mas, na prática, muitas famílias já deixam o presépio todo
montado desde 30 de novembro. Para o teólogo tanto a montagem da árvore
de natal quanto do presépio simbolizam a união da família em torno da
fé cristã. “O ato de preparar a árvore possibilita a experiência da
convivência e do trabalho em família por um objetivo comum. A árvore é
sinal de uma grande festa que irá ocorrer, ou seja, o Natal.
O presépio
mantém acessa a chama da fé cristã na encarnação do Filho de Jesus. Esse
momento para as famílias recorda a simplicidade, o perdão, o amor, a
amizade, a fé num Deus que se fez humano para elevar à humanidade a
glória de Deus. É tempo de encontro entre as famílias e de celebrar a
vida de Deus em nossas vidas com nossas alegrias e dores”, finaliza.
Dicas
Depois de escolher a árvore (seja natural ou artificial) forre o pé
do pinheiro com um tecido de cor única ou estampado com tema de Natal.
Isso dará melhor acabamento ao todo.
Separe as luzes pisca-pisca. Desenrole os fios e comece a
espalhá-los pelos galhos de baixo para cima, dando a volta na árvore.
Intercale o fio com os galhos.
Agrupe os enfeites por tipo (laços, bolas, bonecos, caixinhas de
presente, bengalas etc.) para visualizar melhor a quantidade de cada um e
planejar a distribuição de forma equilibrada.
Os primeiros a serem pendurados serão os enfeites de maior volume
como laços, bonecos… Tente manter a mesma distância entre cada um. Use
fios de arame para prendê-los nos galhos. Mas cuidado para não
colocá-los muito na ponta, pois poderão cair.
Hora de colocar as bolas. Comece posicionando-as embaixo dos laços,
depois as espalhe pelos espaços vazios. Lembre-se de equilibrar as
cores.
De tempos e tempos, afaste-se um pouco mais para ver a árvore por
inteira e identificar espaços vazios. Neles posicione os demais enfeites
menores.
Finalize a decoração posicionando a ponteira (ou algo que faça esse papel).
No dia 6 de janeiro (Festa da Epifania, ou seja, da manifestação de
Jesus ao três Reis Magos e a toda a humanidade), de acordo com esta
tradição, é o dia de desmontar a árvore de Natal.